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quarta-feira, 21 de novembro de 2007

"Não tenho obrigação de dar o contato da minha fonte", rebate Chaer

Hermano Freitas


“Não dei o telefone porque não tinha, mas também não era minha obrigação dar o contato com a minha fonte”, disse nesta quarta-feira (21/11) o diretor da revista Consultor Jurídico, Márcio Chaer, sobre o post em que o blog Conversa Afiada transcreve uma ligação telefônica na qual o editor da página, Givanildo Menezes, pede o telefone da tradutora Luciane Araújo.

A tradutora acusou o jornalista Paulo Henrique Amorim de envolvimento em um esquema de recebimento de propina para favorecer grupos empresariais em um processo de privatização.

Chaer confirmou as conversas transcritas no blog de Paulo Henrique Amorim na segunda-feira (19/11), em que ofende Menezes com palavrões. E dispara:

“Essa pergunta sobre o telefone da tradutora é, claramente, uma cortina de fumaça. Um diversionismo criado para desviar o foco da questão principal: se o senhor Paulo Henrique Amorim recebeu ou não suborno para entrar em uma disputa empresarial a favor de um grupo.”

Ele subiu ainda mais o tom dos ataques: “É comum pessoas acusadas ou bandidos flagrados em condutas delituosas ficarem enraivecidos. É natural que Paulo Henrique Amorim não tenha gostado da notícia”, afirma.

Desde a manhã, a reportagem de Comunique-se fez várias ligações aos jornalistas Paulo Henrique Amorim e Givanildo Menezes para tentar repercutir as acusações e ataques de Chaer. Mesmo depois de diversos pedidos de entrevista, a equipe do blog Conversa Afiada diz que não comenta o assunto.

Crianças do Laura escrevem livros de contos












Clayton Pena-RO

Noite de autógrafos dos autores mirins é ponto alto
do projeto “Cada Conto Encanta um Tanto”.

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Quatro livros de contos serão lançados nesta sexta-feira, dia 23, às 19h, no Instituto Laura Vicuña, em Porto Velho. O que está chamando a atenção é que todos foram escritos e ilustrados exclusivamente por crianças entre sete e oito anos, todas dos segundos anos do ensino fundamental da escola.

Os livros foram editados pela professora Rosana Felix, responsável pelo projeto “Cada Conto Encanta um Tanto”. Ela diz que os quatro livros são resultado de um ano inteiro de trabalho. “Com este projeto procuramos estimular, desenvolver e promover práticas de leitura e escrita”.

A professora Rosana Felix lembra que este foi um ano especial: “Com o desenvolvimento do projeto 'Cada Conto Encanta Um Tanto' as crianças viram que seriam capazes de contarem suas histórias, de inventarem seus personagens, de criarem suas tramas, exporem suas idéias, revelarem seus conflitos e de encantarem o mundo da imaginação”.


Os próprios autores estarão presentes na noite de autógrafo, no auditório do Laura Vicuña, e poderão conhecer de perto o primeiro momento de fama de suas vidas.

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Nasce a Vitória Emanuela




Gazeta Amazônica


Na manhã desta quinta feira, em Ouro Preto do Oeste, nasceu a tão esperada filha do jornalista Danny Bueno, pesando 3.220 kg e medindo 49 centímetros de comprimento, a mais nova e linda menina de Rondônia, que recebeu o nome de Vitória Emanuela (Vitória de Deus conosco), representa a mais pura expressão do próprio nome que carrega, apesar de ter sido recentemente vítima, ainda no ventre, de uma ação policial promovida pelo deputado Alex Testoni que acreditando estar sendo alvo de uma teoria conspiratória, digna dos mais renomados autores Hitchcokianos de Hollywood, ultrapassou as raias da realidade e orquestrou uma mal fadada Busca e Apreensão na residência e escritório de seu ex-marketeiro e ex-aliado de campanha, o que causou um verdadeiro choque na opinião pública da sociedade dentro e fora do Estado de Rondônia.

Mesmo com a tentativa frustrada, onde objetivo maior que seria o de tentar intimidar e coagir o seu ex-amigo a não revelar os “podres” de sua campanha eleitoral, o mesmo não foi alcançado nem no campo político e nem no pessoal, pois o profissional seguiu em frente na produção das matérias jornalísticas que vinha produzindo coma única intenção de apresentar aos eleitores de Rondônia que o “bom moço” que se personaliza de Pai da Moralidade não tinha tido uma campanha condizente com o discurso que anunciava pelos quatro cantos do Estado.

Na última semana o jornalista esteve presente na capital do Estado onde fez questão de entregar espontaneamente o material que possui ao Ministério Público Federal e a Superintendência da Policia Federal tudo o que possui de informações sobre a vida pública e empresarial do deputado vice-presidente da Assembléia Legislativa do Estado de Rondônia.

Para Danny Bueno o que importa agora é que a apuração dos fatos para que a sociedade venha a conhecer a verdadeira cara do ex-amigo que fez com que a polícia invadisse a sua casa como se o mesmo fosse um traficante, “ele até poderia ter mandado me fazer algum mal de ordem pessoal, mas ao atentar contra a saúde e dignidade da minha família ele próprio automaticamente acionou o botão de sua própria autodestruição, pois se é provas contra a sua atuação na política do último pleito que ele queria encontrar é isso que ele vai achar, e vão diretamente de encontro aos interesses do próprio deputado que me contratou para que montasse um arquivo vivo de sua campanha e depois quis destruí-lo a base de pressão psicológica intimidações e abuso de autoridade, só que comigo ele quebrou a cara, pois não como os “profissionais” com os quais ele é acostumado a lidar que se acovardam ou tremem só de ouvir falar o seu nome e agora vai ter que se explicar para a justiça eleitoral e para a sociedade sobre as muitas falsas promessas e crimes eleitorais cometidos durante a sua “surpreendente” ascensão meteórica na política”.

Tais arquivos que foram produzidos e eram de exclusiva propriedade da minha empresa, a partir do momento que não foram pagos e honrados não me vejo na obrigação de preservá-los sob o sigilo que obriga o serviço prestado, por outro lado, como eleitor, me sinto usado e enojado com o que via acontecer nos bastidores, quando na verdade nada do que era apresentado em discurso de palanque correspondia a realidade praticada em campanha.

NOVA FASENo momento uma nova fase se inicia na vida do jornalista que ao receber sua terceira filha em seus braços garante que apesar de nunca ter intentado mal algum contra o deputado, muito pelo contrário, projetou e lançou-o no cenário político estadual, afirma que, após ter passado por novela mexicana, aonde houver um político pregando a hipocrisia que venha tentar se promover à custa de promessas impossíveis e da boa fé do povo ele estará, sem qualquer pretensão política eleitoral, combatendo na forma da lei e do sagrado principio constitucional da liberdade de imprensa e de expressão assegurada no artigo 5º da Constituição no atual estado livre e democrático de direito.

Bem vinda Vitória, e que a sua chegada seja um marco na vida de sua família que muito sofreu para concebê-la principalmente se fosse se valer das palavras de homens que honram seus compromissos e traem seus companheiros.

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ESTOU EM PAZ, E VOCÊ ?

Um Diploma ou um Sacerdócio?

Que respostas podemos dar à indagação sobre os motivos de se exigir que o profissional de Jornalismo seja formado por uma faculdade?

Digamos, desde logo, que a faculdade não vai "fazer" um jornalista. Ela não lhe dá técnica se não houver aptidão, que denominamos de vocação.

A questão é mais séria e mais conseqüente. A faculdade, além das técnicas de trabalho, permite ao aluno a experiência de uma reflexão teórica e, principalmente, ética.

Não achamos absurdo que um médico deva fazer uma faculdade. É que vamos a ele entregar o nosso corpo, se necessário, para que ele corte, interfira dentro de seu funcionamento, etc.

Contudo, por vezes discutimos se existe necessidade de faculdade para a formação do jornalista, e nos esquecemos que ele faz uma intervenção muito mais radical sobre a comunidade, porque ele interfere, com seus artigos, suas informações e suas opiniões, diretamente dentro de nosso cérebro.

Acho que, pelo aspecto de cotidianidade que assumiu o Jornalismo, a maioria das pessoas esquece que o Jornalismo não é uma prática natural.

O Jornalismo é uma prática cultural, que não reflete a realidade, mas cria realidades, as chamadas representações sociais que interferem diretamente na formulação de nossas imagens sobre a realidade, em nossos valores, em nossos costumes e nossos hábitos, em nossa maneira de ver o mundo e de nos relacionar com os demais.

A função do Jornalismo, assim, é, socialmente, uma função extremamente importante e, dada a sua cotidianidade, até mais importante que a da medicina, pois, se não estamos doentes, em geral não temos necessidade de um médico, mas nossa necessidade de Jornalismo é constante, faz parte de nossas ações mais simples e, ao mesmo tempo mais decisivas, precisamos conhecer o que pensam e fazem nossos governantes, para podermos decidir sobre as atividades de nossa empresa; ou devemos buscar no Jornalismo a informação a respeito do comportamento do tempo, nas próximas horas, para decidirmos como sair de casa, quando plantar, ou se manter determinada programação festiva.

Buscamos o Jornalismo para consultar sobre uma sessão de cinema, sobre farmácias abertas em um feriadão, mas também para conhecermos a opinião de determinadas lideranças públicas a respeito de determinado tema, etc.

Tudo isso envolve a tecnologia e a técnica, o nível das aptidões, capacidades e domínio de rotinas de produção de um resultado final, que é a notícia.

Mas há coisas mais importantes: um bom jornalista precisa ter uma ampla visão de mundo, um conjunto imenso de informações, uma determinada sensibilidade para os acontecimentos e, sobretudo, o sentimento de responsabilidade diante da tarefa que realiza, diretamente dirigida aos outros, mais do que a si mesmo.

Quando discuto com meus colegas a respeito da responsabilidade que eu, como profissional tenho, com minha formação, resumo tudo dizendo: não quero depender de um colega de profissão, "transformado" em "jornalista profissional", que eventualmente eu não tenha preparado corretamente para a sua função.

A faculdade nos ajuda, justamente, a capacitar o profissional quanto às conseqüências de suas ações.

Mais que isso, dá ao jornalista, a responsabilidade de sua profissionalização, o que o leva a melhor compreender o sentido da tarefa social que realiza e, por isso mesmo, desenvolver não apenas um espírito de corpo, traduzido na associação, genericamente falando, e na sindicalização, mais especificamente, mas um sentimento de co-participação social, tarefa política (não partidária) das mais significativas.

Faça-se uma pergunta aos juízes do STF a quem compete agora julgar a questão, mais uma vez, questão que não deveria nem mais estar em discussão: eles gostariam, de ser mal informados?

Eles gostariam de não ter acesso a um conjunto de informações que, muitas vezes, são por eles buscadas até mesmo para bem decidirem sobre uma causa que lhes é apresentada através dos autos de um processo?

E eles gostariam de consultar uma fonte, sempre desconfiando dela?

Porque a responsabilidade do jornalista reside neste tensionamento que caracteriza o Jornalismo contemporâneo de nossa sociedade capitalista: transformada em objeto de consumo, traduzido enquanto um produto que é vendido, comercializado e industrializado, a notícia está muito mais dependente da responsabilidade do profissional da informação, que é o jornalista, do que da própria empresa jornalística que tem, nela, a necessidade do lucro.

Assim sendo, é da consciência aprofundada e conscientizada do jornalista quanto a seu trabalho, que depende a boa informação.

E tal posicionamento só se adquire nos bancos escolares, no debate aberto, no confronto de idéias, no debate sério e conseqüente que se desenvolve na faculdade.

Eis, em rápidos traços, alguns dos motivos pelos quais é fundamental que se continue a exigir a formação acadêmica para o jornalista profissional.

A academia não vai fazer um jornalista, mas vai, certamente, diminuir significativamente, a existência de maus profissionais que transformam a informação, traduzida na notícia, em simples mercadoria.

Danny Bueno
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