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segunda-feira, 28 de abril de 2008

O sucessor.



Tentamos insistentemente entrar em contato com o sucessor da casa, mas por alguma razão desconhecida, ele insiste em não nos atender, provavelmente deve estar reunido com sua competente equipe para traçar o sigilo do futuro fiscal e bancário da vida de cada parlamentar, bem como de todos seus funcionários.

Os palpiteiros mais otimistas apostam que em menos de 30 dias todos os parlamentares vão estar usando boné, cada um com no mínimo 2 seguranças marombados da PM, um cartão ponto para registrar todos os passos na ambiente interno da casa e um belo helicóptero ancorado na sede de suas fazendas.

Para os pessimistas, em menos de 15 dias a Assembléia toda estará em chamas, de um lado os que defendem a cruxifição do presidente e de outro os que defendem entregá-lo gentilmente ao Capitão Nascimento para a próxima sequência de filmagem do "Tropa de Elite 2".

Renúncia pode se confirmar a qualquer momento.


Recebi um telefonema do deputado estadual Neodi Oliveira, presidente da Assembléia Legislativa, hoje, segunda-feira, por volta das 19,00 horas, e aproveitei para perguntar sobre os boatos de sua renúncia a presidência do órgão.

Neodi alegou estar passando por um momento difícil na sua carreira política, e que sua decisão dependeria ainda de uma conversa mais objetiva com seus familiares.

Disse ainda que refletiu sobre o sofrimento da família do governador Cassol com a prisão do filho, e que quando os adversários políticos usam o poder para causar instabilidade emocional no seio familiar, é hora de rever conceitos e avaliar se tudo isso vale a pena.

Amanhã, terça-feira, com certeza teremos a sua palavra final.

Fonte:www.mariomoraes.com

domingo, 27 de abril de 2008

Cuspindo no prato que comeu


A cantora Madonna afirmou que não deixa seus filhos verem televisão nem comer caramelos porque "ficam loucos".

"As crianças precisam de limites, porque senão ficam loucos", disse ela à revista KulturSpiegel. A artista americana também afirmou que ignorar a televisão é "uma autêntica atitude punk-rock".

Presidente de 'O Povo' se mata em Fortaleza



Acossado por dívidas estimadas em milhões e atormentado por diversas ações judiciais, o presidente do jornal O Povo matou-se nesta sexta-feira (24/04),aos 62 anos, com um tiro na cabeça

Acossado por dívidas estimadas em R$ 100 milhões e atormentado por diversas ações judiciais, o presidente do jornal O Povo, de Fortaleza (CE), Demócrito Rocha Dummar (foto), matou-se nesta sexta-feira aos 62 anos, com um tiro na cabeça.

Ele chefiava um grupo de comunicação muito respeitado no Nordeste e em todo o País. Sob seu comando, o jornal O Povo se transformou em um dos mais importantes veículos de da imprensa brasileira.

O jornal divulgou nota lamentando a morte do seu presidente e informando que a família "não quer se pronunciar neste momento de dor e pede a todos que guardem na lembrança não só o jornalista que durante quase 45 anos se dedicou ao jornal O Povo. Mas, acima de tudo, o homem que inspirou gerações de cearenses. E que continuará inspirando."
Fonte e autor da notícia: www.claudiohumberto.com.br

sábado, 19 de abril de 2008

Muito além da Ética e da Legalidade.



Na última sessão ordinária da Câmara Muncipal de Ouro Preto do Oeste (14/04/08), mais uma pérola daquelas que só se escuta a cada novo período eleitoral foi evacuada nos ouvidos dos poucos cidadãos que assistiam as declarações do vereadores.

Em meio a um acalorado debate sobre doações de lâmpadas, terrenos, asfalto e remédios por parte do deputado Alex Testoni (PTN-RO), a vereadora Joselita Araújo (PMDB), aliada inconteste do deputado, deu uma aula de interpretação legal ao estilo mais tosco da mentalidade neoliberalista ao declarar em defesa do deputado que:
"Nem tudo que é inconstitucional é imoral".

Confesso que fiquei sem ação diante dessa assombrosa demonstração de totalitarismo e demência jurídica, minha decepção dobrou de tamanho em pensar que a nobre edil já está a frente de três mandatos de vereadora, um mandato de prefeita dando uma idéia de qual seriam os princípios adotados durantes esses anos de exercício político.

Eu que não sou espírita e muito menos creio em zumbis tenho a mais completa e absoluta certeza que o esqueleto do Dr. Ulisses Guimarães, Presidente da Assembléia Constituinte de 1989, que promulgou a atual Constituição Federal, se revirou nas profundezas das águas oceânicas do Rio de Janeiro que o sepultaram na ocasião do seu desaparecimento em 12 de Outubro de 1992, o mesmo que deixou-nos essa memorável visão da vida pública ao pronunciar:
"Não é o poder que corrompe o homem. O homem é que
corrompe o poder"..

Ulisses Guimarães.


Tomara que as poucas pessoas que estiveram lá presentes que infelizmente tiveram que dormir com as desastrosas palavras da vereadora ecoando pelos tímpanos não se deixem abalar por esse tapa na cara dos milhões de brasileiros que dormem todas as noites na confiança de que a sua Lei Maior estará sendo preservada e resguardada por políticos descentes que foram eleitos para honrá-la, e não para mutila-la.

domingo, 13 de abril de 2008

Osso duro de largar...

Celulares ajudam a fraudar as eleições na Itália.


SE A MODA PEGA....
Os italianos foram às urnas hoje e irão amanhã para renovar seu Congresso e eleger um novo primeiro-ministro. Pois sabe o que a polícia descobriu?

Que em regiões onde a máfia é mais forte, eleitores subornados por ela para votarem nesse ou naquele candidato foram orientados a usar o celular para fotografar a cédula eleitoral antes de depositá-la na urna.

Cada voto só seria pago depois mediante apresentação da foto.

A polícia passou a revistar eleitores atrás de celulares.

terça-feira, 8 de abril de 2008

Ai que medaaa...

(CLIQUE NA FOTO PARA AMPLIÁ-LA)

Mão Santa relembra que Lula elogiou Hitler

Até hoje se arrasta a história do senador Mão Santa (PMDB-PI) ter chamado a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) de galinha cacarejadora. Primeiro foi Ideli Salvatti (PT-SC) quem exigiu um pedido de desculpas do senador piauiense. Depois, Serys Shlessarenko (PT-MT) protocolou na Mesa Diretora do Senado uma nota de repúdio ao comentário. Hoje, foi a vez de Fátima Cleide (PT-RO) protestar.

Acompanhada por mulheres do Conselho Nacional dos Direitos das Mulheres (CNDM), Fátima Cleide entregou à biblioteca do Senado uma boneca de pano e uma galinha empanada, para mostrar a diferença entre uma mulher e uma ave. Depois, leu em plenário uma carta aberta ao Congresso Nacional manifestando sua indignação.

- Que me julguem o Congresso, a Mesa Diretora, o povo e as amadas mulheres do Brasil, as quem beijarei hoje, abraçando e beijando Adalgisa [esposa do senador] -, retrucou Mão Santa.

Mão Santa é enfático ao dizer que seu comentário sobre galinhas cacarejadores era apenas uma referência literária ao livro "Minha Luta", do ditador alemão Adolf Hitler. Aproveitou o gancho para relembrar uma entrevista concedida por Lula à revista Playboy em 1979, na qual o presidente afirmou admirar a determinação de Hitler.


Relembre a entrevista:

Playboy: Há uma figura de renome que tenha inspirado você?

Lula: Há algumas figuras que eu admiro muito, sem contar o nosso Tiradentes e outros que fizeram muito pela independência do Brasil e pela melhoria das convicções do povo. Um cara que me emociona é o Gandhi.

Playboy: Há alguém mais que você admire?

Lula: O Mao Tsé-tung também lutou por aquilo que achava certo, lutou para transformar alguma coisa.

Playboy: Diga mais...

Lula: Por exemplo, o Hitler, mesmo errado, tinha aquilo que eu admiro num homem, o fogo de se propor a fazer alguma coisa e tentar fazer...

Playboy: Quer dizer que você admira o Adolf?

Lula: Não, não. O que eu admiro é a disposição, a força, a determinação. É diferente de admirar as idéias dele, a ideologia dele.

Cartões Corporativos ou leia-se:


"Ninguém jamais pode ser condenado por ver além daquilo que querem mostrar, principalmente quando a mentira se camufla de verdade". (Danny Bueno)
OBS:(ESSA VAI PRO MACARRÃO...)

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Fiéis da Universal processam jornal O Globo.


Quatro fiéis da Igreja Universal entraram com ações na Justiça, por danos morais, contra o jornal O Globo, informa a Folha de S.Paulo. Alegam se sentir ofendidos pela reportagem "Igreja Universal tenta intimidar jornalistas", publicada em 14 de fevereiro, que relatava o caminho jurídico adotado pela Iurd contra a Folha e o jornal Extra, do Rio.

O diretor de Redação de O Globo, Rodolfo Fernandes, disse à Folha que "os processos contra o jornal seguem a mesma lógica dos que a Igreja Universal move contra a Folha e o Extra". "Não se dão ao trabalho nem de mudar os textos", afirmou.

domingo, 6 de abril de 2008

Esse tá montado...

(CLIQUE NA FOTO PARA AMPLIÁ-LA)
Quem anda todo faceiro pela cidade desfilando sua mais nova aquisição é o Neto, que mais parece menino novo que ganhou a primeira bicicleta.

Trata-se de uma micro moto movida a energia elétrica, se não fosse o preço (R$ 2.800), a bichinha seria uma convidativa opção para os adultos e principalmente para as crianças, que com certeza fariam a maior pose diante da econômica invenção, tomara que a idéia venha a emplacar por que o planeta não aguenta mais as toneladas de combustíveis despejados na atmosfera todas as horas.

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ESTOU EM PAZ, E VOCÊ ?

Um Diploma ou um Sacerdócio?

Que respostas podemos dar à indagação sobre os motivos de se exigir que o profissional de Jornalismo seja formado por uma faculdade?

Digamos, desde logo, que a faculdade não vai "fazer" um jornalista. Ela não lhe dá técnica se não houver aptidão, que denominamos de vocação.

A questão é mais séria e mais conseqüente. A faculdade, além das técnicas de trabalho, permite ao aluno a experiência de uma reflexão teórica e, principalmente, ética.

Não achamos absurdo que um médico deva fazer uma faculdade. É que vamos a ele entregar o nosso corpo, se necessário, para que ele corte, interfira dentro de seu funcionamento, etc.

Contudo, por vezes discutimos se existe necessidade de faculdade para a formação do jornalista, e nos esquecemos que ele faz uma intervenção muito mais radical sobre a comunidade, porque ele interfere, com seus artigos, suas informações e suas opiniões, diretamente dentro de nosso cérebro.

Acho que, pelo aspecto de cotidianidade que assumiu o Jornalismo, a maioria das pessoas esquece que o Jornalismo não é uma prática natural.

O Jornalismo é uma prática cultural, que não reflete a realidade, mas cria realidades, as chamadas representações sociais que interferem diretamente na formulação de nossas imagens sobre a realidade, em nossos valores, em nossos costumes e nossos hábitos, em nossa maneira de ver o mundo e de nos relacionar com os demais.

A função do Jornalismo, assim, é, socialmente, uma função extremamente importante e, dada a sua cotidianidade, até mais importante que a da medicina, pois, se não estamos doentes, em geral não temos necessidade de um médico, mas nossa necessidade de Jornalismo é constante, faz parte de nossas ações mais simples e, ao mesmo tempo mais decisivas, precisamos conhecer o que pensam e fazem nossos governantes, para podermos decidir sobre as atividades de nossa empresa; ou devemos buscar no Jornalismo a informação a respeito do comportamento do tempo, nas próximas horas, para decidirmos como sair de casa, quando plantar, ou se manter determinada programação festiva.

Buscamos o Jornalismo para consultar sobre uma sessão de cinema, sobre farmácias abertas em um feriadão, mas também para conhecermos a opinião de determinadas lideranças públicas a respeito de determinado tema, etc.

Tudo isso envolve a tecnologia e a técnica, o nível das aptidões, capacidades e domínio de rotinas de produção de um resultado final, que é a notícia.

Mas há coisas mais importantes: um bom jornalista precisa ter uma ampla visão de mundo, um conjunto imenso de informações, uma determinada sensibilidade para os acontecimentos e, sobretudo, o sentimento de responsabilidade diante da tarefa que realiza, diretamente dirigida aos outros, mais do que a si mesmo.

Quando discuto com meus colegas a respeito da responsabilidade que eu, como profissional tenho, com minha formação, resumo tudo dizendo: não quero depender de um colega de profissão, "transformado" em "jornalista profissional", que eventualmente eu não tenha preparado corretamente para a sua função.

A faculdade nos ajuda, justamente, a capacitar o profissional quanto às conseqüências de suas ações.

Mais que isso, dá ao jornalista, a responsabilidade de sua profissionalização, o que o leva a melhor compreender o sentido da tarefa social que realiza e, por isso mesmo, desenvolver não apenas um espírito de corpo, traduzido na associação, genericamente falando, e na sindicalização, mais especificamente, mas um sentimento de co-participação social, tarefa política (não partidária) das mais significativas.

Faça-se uma pergunta aos juízes do STF a quem compete agora julgar a questão, mais uma vez, questão que não deveria nem mais estar em discussão: eles gostariam, de ser mal informados?

Eles gostariam de não ter acesso a um conjunto de informações que, muitas vezes, são por eles buscadas até mesmo para bem decidirem sobre uma causa que lhes é apresentada através dos autos de um processo?

E eles gostariam de consultar uma fonte, sempre desconfiando dela?

Porque a responsabilidade do jornalista reside neste tensionamento que caracteriza o Jornalismo contemporâneo de nossa sociedade capitalista: transformada em objeto de consumo, traduzido enquanto um produto que é vendido, comercializado e industrializado, a notícia está muito mais dependente da responsabilidade do profissional da informação, que é o jornalista, do que da própria empresa jornalística que tem, nela, a necessidade do lucro.

Assim sendo, é da consciência aprofundada e conscientizada do jornalista quanto a seu trabalho, que depende a boa informação.

E tal posicionamento só se adquire nos bancos escolares, no debate aberto, no confronto de idéias, no debate sério e conseqüente que se desenvolve na faculdade.

Eis, em rápidos traços, alguns dos motivos pelos quais é fundamental que se continue a exigir a formação acadêmica para o jornalista profissional.

A academia não vai fazer um jornalista, mas vai, certamente, diminuir significativamente, a existência de maus profissionais que transformam a informação, traduzida na notícia, em simples mercadoria.

Danny Bueno
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