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segunda-feira, 29 de junho de 2009

Autópsia diz que Michael Jackson não tinha cabelo nem a ponta do nariz.

Há anos Michael Jackson se autoproclamava Rei do Pop, e nenhum dos seus fãs, embebidos nos delírios de idolatria, jamais parou para avaliar a importância de se aplicar á uma pessoa tão bizarra e instável um título tão comprometedor e elevado a um ser humano que simplesmente era o pior exemplo a ser seguido.
Na minha opinião, michael Jackson já foi é tarde, e jamais gastei um segundo sequer da minha vida para dar atenção ou valor à uma criatura bizarra e promíscua como esta que ao analisarmos friamente não contribuiu em nada, além de uns gritinhos e rebolados difíceis, para edificação dos jovens do planeta, pois desde pequeno sempre aprendi nessa vida que Rei VERDADEIRO existe apenas um, e o nome dele é JESUS este sim é eterno e maravilhoso para ser seguido, o resto, não passa de um saco de ossos vazio...

6/29/2009 - 10:07:06

Detalhes da autópsia realizada no corpo de Michael Jackson, na última sexta-feira (27), vazaram na internet e revelaram fatos chocantes sobre a vida e a morte do popstar.

O cantor era um esqueleto virtual, segundo o The Sun, que foi o memso que anunciou em primeira mão que o cantor havia morrido enquanto todos se "trombavam" atrás de informação.
Ele mal comia e em seu estômago foram achadas apenas pílulas.
CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIÁ-LA:
Suas coxas e ombros estavam cheios de picadas, resultado provável das injeções de analgésicos controlados que Michael tomava três vezes por dia, há anos.

Foram encontradas também dezenas de cicatrizes, resultantes de pelo menos 13 cirurgias cosméticas.

Além disso, no corpo que no passado era considerado atlético, os legistas acharam:

Perda quase total do cabelo. Ele usava peruca, no momento da morte. Seu crânio era coberto apenas por cabelos curtos e finos.

Em cima de suas orelhas havia inúmeras cicatrizes e a pele estava totalmente sem cabelos. Isso pode ter ocorrido depois do acidente que Michael sofreu em 1984, quando filmava um comercial para a Pepsi.

Várias costelas estavam quebradas, em decorrência das manobras e ressuscitação cardiopulmonar que seu médico e os paramédicos da ambulância praticaram, insistentemente.

Quatro picadas de injeção foram encontradas em volta de seu coração. Seu médico deve ter injetado adrenalina diretamente no órgão, para tentar reanimá-lo. Três delas penetraram as paredes do órgão, provocando danos. Na quarta picada, o médico errou o alvo, atingindo uma das costelas do astro.
MICHAEL JACKSON PASSOU DE "REI" PARA MÚMIA NUM PISCAR DE OLHOS
Os legistas encontraram também ferimentos inexplicados nos joelhos e na frente das pernas.

Havia ainda cortes em suas costas, que indicavam uma queda recente.

O rosto tinha uma rede de cicatrizes de cirurgias, a ponta de seu nariz havia sumido e seu lado direito estava parcialmente destruído.

Como os médicos, os amigos e a família de Jackson permitiram tamanha autodestruição, sem dar o alarme, é um grande mistério.

Como um cardiologista como o Dr. Murray, que estava com ele no momento de sua morte e que provavelmente foi quem aplicou a injeção do potente analgésico Demerol no astro, cometeu tantos erros seguidos e desperdiçou momentos cruciais do salvamento do cantor, antes de chamar o resgate, também é outro ponto que precisa ser esclarecido.

A família de Michael solicitou uma segunda autópsia, que foi realizada em local não revelado, no último sábado (27), porque, segundo o reverendo Jesse Jackson, seus parentes têm graves suspeitas sobre a causa da morte do cantor.

Ironicamente, a autópsia revelou que o Rei do Pop estava a caminho da cura do câncer de pele que foi diagnosticado no início do ano.
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ESTOU EM PAZ, E VOCÊ ?

Um Diploma ou um Sacerdócio?

Que respostas podemos dar à indagação sobre os motivos de se exigir que o profissional de Jornalismo seja formado por uma faculdade?

Digamos, desde logo, que a faculdade não vai "fazer" um jornalista. Ela não lhe dá técnica se não houver aptidão, que denominamos de vocação.

A questão é mais séria e mais conseqüente. A faculdade, além das técnicas de trabalho, permite ao aluno a experiência de uma reflexão teórica e, principalmente, ética.

Não achamos absurdo que um médico deva fazer uma faculdade. É que vamos a ele entregar o nosso corpo, se necessário, para que ele corte, interfira dentro de seu funcionamento, etc.

Contudo, por vezes discutimos se existe necessidade de faculdade para a formação do jornalista, e nos esquecemos que ele faz uma intervenção muito mais radical sobre a comunidade, porque ele interfere, com seus artigos, suas informações e suas opiniões, diretamente dentro de nosso cérebro.

Acho que, pelo aspecto de cotidianidade que assumiu o Jornalismo, a maioria das pessoas esquece que o Jornalismo não é uma prática natural.

O Jornalismo é uma prática cultural, que não reflete a realidade, mas cria realidades, as chamadas representações sociais que interferem diretamente na formulação de nossas imagens sobre a realidade, em nossos valores, em nossos costumes e nossos hábitos, em nossa maneira de ver o mundo e de nos relacionar com os demais.

A função do Jornalismo, assim, é, socialmente, uma função extremamente importante e, dada a sua cotidianidade, até mais importante que a da medicina, pois, se não estamos doentes, em geral não temos necessidade de um médico, mas nossa necessidade de Jornalismo é constante, faz parte de nossas ações mais simples e, ao mesmo tempo mais decisivas, precisamos conhecer o que pensam e fazem nossos governantes, para podermos decidir sobre as atividades de nossa empresa; ou devemos buscar no Jornalismo a informação a respeito do comportamento do tempo, nas próximas horas, para decidirmos como sair de casa, quando plantar, ou se manter determinada programação festiva.

Buscamos o Jornalismo para consultar sobre uma sessão de cinema, sobre farmácias abertas em um feriadão, mas também para conhecermos a opinião de determinadas lideranças públicas a respeito de determinado tema, etc.

Tudo isso envolve a tecnologia e a técnica, o nível das aptidões, capacidades e domínio de rotinas de produção de um resultado final, que é a notícia.

Mas há coisas mais importantes: um bom jornalista precisa ter uma ampla visão de mundo, um conjunto imenso de informações, uma determinada sensibilidade para os acontecimentos e, sobretudo, o sentimento de responsabilidade diante da tarefa que realiza, diretamente dirigida aos outros, mais do que a si mesmo.

Quando discuto com meus colegas a respeito da responsabilidade que eu, como profissional tenho, com minha formação, resumo tudo dizendo: não quero depender de um colega de profissão, "transformado" em "jornalista profissional", que eventualmente eu não tenha preparado corretamente para a sua função.

A faculdade nos ajuda, justamente, a capacitar o profissional quanto às conseqüências de suas ações.

Mais que isso, dá ao jornalista, a responsabilidade de sua profissionalização, o que o leva a melhor compreender o sentido da tarefa social que realiza e, por isso mesmo, desenvolver não apenas um espírito de corpo, traduzido na associação, genericamente falando, e na sindicalização, mais especificamente, mas um sentimento de co-participação social, tarefa política (não partidária) das mais significativas.

Faça-se uma pergunta aos juízes do STF a quem compete agora julgar a questão, mais uma vez, questão que não deveria nem mais estar em discussão: eles gostariam, de ser mal informados?

Eles gostariam de não ter acesso a um conjunto de informações que, muitas vezes, são por eles buscadas até mesmo para bem decidirem sobre uma causa que lhes é apresentada através dos autos de um processo?

E eles gostariam de consultar uma fonte, sempre desconfiando dela?

Porque a responsabilidade do jornalista reside neste tensionamento que caracteriza o Jornalismo contemporâneo de nossa sociedade capitalista: transformada em objeto de consumo, traduzido enquanto um produto que é vendido, comercializado e industrializado, a notícia está muito mais dependente da responsabilidade do profissional da informação, que é o jornalista, do que da própria empresa jornalística que tem, nela, a necessidade do lucro.

Assim sendo, é da consciência aprofundada e conscientizada do jornalista quanto a seu trabalho, que depende a boa informação.

E tal posicionamento só se adquire nos bancos escolares, no debate aberto, no confronto de idéias, no debate sério e conseqüente que se desenvolve na faculdade.

Eis, em rápidos traços, alguns dos motivos pelos quais é fundamental que se continue a exigir a formação acadêmica para o jornalista profissional.

A academia não vai fazer um jornalista, mas vai, certamente, diminuir significativamente, a existência de maus profissionais que transformam a informação, traduzida na notícia, em simples mercadoria.

Danny Bueno
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