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quarta-feira, 17 de junho de 2009

CASSOL MERECE SER CASSADO?

A Hora da Verdade chegou, cassol encara o seu destino:

Todo mundo se pergunta:
Cassol merece ser cassado ?

Mas a grande questão é, por que tanta gente se apavora coma saída de Ivo Cassol do governo de Rondônia ? Ou seja, sua permanência faz bem pra quem ? Culpado ou inocente, o fato é que Cassol pecou e muito, em seus desmandos, atropelando os seus conceitos de campanha e abandonando suas propostas perante as promessas de conduzir Rondônia com a mais completa transparência e moralidade.

Os apoiadores de Cassol, a começar pelo seu grupo político na Assembléia, que divide com o executivo um orçamento estratosférico de 300 mil reais por dia, tem a total consciência de que Rondônia nas mãos de Cassol é uma verdadeira "galinha dos ovos de ouro".

Na pessoa de seu presidente, Neodi de Oliveira, que deveria ter uma postura de independência a frente do lesgislativo, fica patente a subverniência e a blindagem em torno da figura do governador, que em outros carnavais destruiu a imagem dos desputados, inclusive a dele (Neodi), ao desvendar através da mídia a podridão dos bastidores que existe no dia a dia do seu governo, substimando assim a capacidade de julgamento da população que, apesar de indefesa não vê a hora de manifestar sua vontade através da única oportunidade de julgar esse tipo de político.

Na corrente dos alienados que tentar salvar a pele de Cassol, declarando-o injustiçado, vem aqueles que apoiam a linha ditatorial, opressora e o regime absolutista, que lembra em muito o período militar que queremos nunca mais esquecer.
Todos sabem muito bem quem são esses imorais que aplaudem tal desfasatez, que assassinam a democracia sem perceber que seus próprios filhos serão a próxima vítima de sua hipocrisia, viram as costas para a ética e deleitam-se com as mentiras e a demagogia explícita em cada verso.

A única maneira de justificar e mensurar os reais motivos pelos quais Cassol merece ser cassado é, perguntar quem poderá contabilizar os milhões de reais que foram despejados em obras de estradas rurais com as empresas de seus parentes, quem poderá ressarcir aos cofres públicos os milhares de reais da mídia distribuída aos amigos, secretários de governo, donos de rádios, tvs e sites, para abafar os casos criminosos e todos os escândalos diários, quem compensará à população a insegurança gerada pela retirada de policiais que foram contratados para proteger o cidadão, mas que são escalados a dedo para acompanhar a comitiva de autoridades em uma verdadeira farra com o erário público, quem vai restaurar a injustiça social praticada contra os servidores públicos mais antigos que assistem a um nepotismo velado nas secretarias criadas para empregar a família do governador e do vice com salários de 12 mil e demais privilégios, enquanto os salários da maior parte do funcionalismo está defasado desde o primeiro ano de seu governo e por fim quem senão o próprio povo seria capaz de avaliar os dias de terrorismo vividos com a postura de um governo arrogante, cínico e mentiroso que se esconde atrás de uma crise que só existe em um universo paralelo criado em sua mente, para intimidar aqueles que ousam revelar os verdadeiros números da economia que eleva Rondônia ao quadro de maior crescimento econômico, reflexo do "Efeito Usinas", e que até o mais simples cidadão percebe a diferença.

Se Cassol merece ser cassado só você pode responder, mas temos a certeza que todos os rondonienses que não concordam com esse tipo de governo populista, corruptor e opressor que alicia seus redutos eleitorais com notas de cem reais e depois os intimida com métodos medievais para obstruir a investigação da justiça, não suportam mais o descaso com os moribundos jogados nos corredores dos hospitais como se fossem um dejeto e principalmente jamais apoiaram as praticas comerciais do governo e sua família, que assim que Deus permitir, responderão por atos criminosos contra garimpeiros de diamantes, índios incautos, juntamente com seus comparsas, madeireiros e pecuaristas que arrebanham currais de pistolagem, promovendo a mais completa devastação da mata amazônica que ainda resiste, apesar da SEDAM acobertar toda sorte de inflações. Não esquecendo aos cupinchas, baba ovos e apadrinhados que ocupam cargos estratégicos para dar manutenção à um grupo seleto de políticos sem mandatos(de moral falida), fornecedores privilegiados e entidades, todos vitalícios que dariam a própria filha por mais um dia de permanência de Cassol no governo e por último a imprensa corrupta que iberna sob o manto da omissão, destruindo o pacto do juramento de manter a manutenção da sociedade a qualquer custo e isenção.

Cassol e sua corja interesseira jamais vai enxergar as questões eos reais motivos de sua cassação, que verdadeiramente afligem as mães de Rondônia que choram em silêncio quando seus filhos são deixados de lado pelo Estado e acabam morrendo nos banheiros dos hospitais públicos sem que qualquer satisfação seja demonstrada a não ser que a justiça seja acionada contra os responsáveis que tem uma reserva considerável de recursos para garantir a sua impunidade através de advogados sem coração que sabem como ninguém como transformar de forma inédita as promiscuidades do governo em clima de perseguição, desvirtuando a própria lei para perpetuar decadência da cidadania numa simbiótica relação de inversão de valores que se fossem possível enganaria até os mais doutos magistrados.

Porém, você é quem deve responder esse enigma, sem mais de longas: Cassol merece ser cassado ?
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ESTOU EM PAZ, E VOCÊ ?

Um Diploma ou um Sacerdócio?

Que respostas podemos dar à indagação sobre os motivos de se exigir que o profissional de Jornalismo seja formado por uma faculdade?

Digamos, desde logo, que a faculdade não vai "fazer" um jornalista. Ela não lhe dá técnica se não houver aptidão, que denominamos de vocação.

A questão é mais séria e mais conseqüente. A faculdade, além das técnicas de trabalho, permite ao aluno a experiência de uma reflexão teórica e, principalmente, ética.

Não achamos absurdo que um médico deva fazer uma faculdade. É que vamos a ele entregar o nosso corpo, se necessário, para que ele corte, interfira dentro de seu funcionamento, etc.

Contudo, por vezes discutimos se existe necessidade de faculdade para a formação do jornalista, e nos esquecemos que ele faz uma intervenção muito mais radical sobre a comunidade, porque ele interfere, com seus artigos, suas informações e suas opiniões, diretamente dentro de nosso cérebro.

Acho que, pelo aspecto de cotidianidade que assumiu o Jornalismo, a maioria das pessoas esquece que o Jornalismo não é uma prática natural.

O Jornalismo é uma prática cultural, que não reflete a realidade, mas cria realidades, as chamadas representações sociais que interferem diretamente na formulação de nossas imagens sobre a realidade, em nossos valores, em nossos costumes e nossos hábitos, em nossa maneira de ver o mundo e de nos relacionar com os demais.

A função do Jornalismo, assim, é, socialmente, uma função extremamente importante e, dada a sua cotidianidade, até mais importante que a da medicina, pois, se não estamos doentes, em geral não temos necessidade de um médico, mas nossa necessidade de Jornalismo é constante, faz parte de nossas ações mais simples e, ao mesmo tempo mais decisivas, precisamos conhecer o que pensam e fazem nossos governantes, para podermos decidir sobre as atividades de nossa empresa; ou devemos buscar no Jornalismo a informação a respeito do comportamento do tempo, nas próximas horas, para decidirmos como sair de casa, quando plantar, ou se manter determinada programação festiva.

Buscamos o Jornalismo para consultar sobre uma sessão de cinema, sobre farmácias abertas em um feriadão, mas também para conhecermos a opinião de determinadas lideranças públicas a respeito de determinado tema, etc.

Tudo isso envolve a tecnologia e a técnica, o nível das aptidões, capacidades e domínio de rotinas de produção de um resultado final, que é a notícia.

Mas há coisas mais importantes: um bom jornalista precisa ter uma ampla visão de mundo, um conjunto imenso de informações, uma determinada sensibilidade para os acontecimentos e, sobretudo, o sentimento de responsabilidade diante da tarefa que realiza, diretamente dirigida aos outros, mais do que a si mesmo.

Quando discuto com meus colegas a respeito da responsabilidade que eu, como profissional tenho, com minha formação, resumo tudo dizendo: não quero depender de um colega de profissão, "transformado" em "jornalista profissional", que eventualmente eu não tenha preparado corretamente para a sua função.

A faculdade nos ajuda, justamente, a capacitar o profissional quanto às conseqüências de suas ações.

Mais que isso, dá ao jornalista, a responsabilidade de sua profissionalização, o que o leva a melhor compreender o sentido da tarefa social que realiza e, por isso mesmo, desenvolver não apenas um espírito de corpo, traduzido na associação, genericamente falando, e na sindicalização, mais especificamente, mas um sentimento de co-participação social, tarefa política (não partidária) das mais significativas.

Faça-se uma pergunta aos juízes do STF a quem compete agora julgar a questão, mais uma vez, questão que não deveria nem mais estar em discussão: eles gostariam, de ser mal informados?

Eles gostariam de não ter acesso a um conjunto de informações que, muitas vezes, são por eles buscadas até mesmo para bem decidirem sobre uma causa que lhes é apresentada através dos autos de um processo?

E eles gostariam de consultar uma fonte, sempre desconfiando dela?

Porque a responsabilidade do jornalista reside neste tensionamento que caracteriza o Jornalismo contemporâneo de nossa sociedade capitalista: transformada em objeto de consumo, traduzido enquanto um produto que é vendido, comercializado e industrializado, a notícia está muito mais dependente da responsabilidade do profissional da informação, que é o jornalista, do que da própria empresa jornalística que tem, nela, a necessidade do lucro.

Assim sendo, é da consciência aprofundada e conscientizada do jornalista quanto a seu trabalho, que depende a boa informação.

E tal posicionamento só se adquire nos bancos escolares, no debate aberto, no confronto de idéias, no debate sério e conseqüente que se desenvolve na faculdade.

Eis, em rápidos traços, alguns dos motivos pelos quais é fundamental que se continue a exigir a formação acadêmica para o jornalista profissional.

A academia não vai fazer um jornalista, mas vai, certamente, diminuir significativamente, a existência de maus profissionais que transformam a informação, traduzida na notícia, em simples mercadoria.

Danny Bueno
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