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sábado, 1 de janeiro de 2011

Lista de mortes no cinema tem Robert de Niro na liderança

Lista de mortes no cinema tem Robert de Niro na liderança: " <(Leia completa na Gazeta de Rondônia)


Uma pesquisa divulgada pelo site 'ChaCha', lista os atores que mais morreram em filmes na história do cinema.


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Em segundo lugar, está Bruce Willis com 11, seguido por Johnny Deep com 10 mortes, incluindo o seu primeiro trabalho na telona, o filme 'A Hora do Pesadelo' (1984).

Robert Mario De Niro Jr. (Nova Iorque, 17 de agosto de 1943) é um premiado ator, diretor e produtor de cinema norte-americano.

É conhecido por ter protagonizado diversos filmes de Martin Scorsese. Apreciado por levar muito a sério seus papéis, de Niro engordou 27 quilos e aprendeu a lutar boxe para melhor encarnar o personagem 'Jake LaMotta' em Raging Bull (br: Touro Indomável), e aprendeu a tocar saxofone para atuar em New York, New York. É considerado um grande observador de tiques e detalhes físicos, e um perfeccionista.


Biografia


O primeiro filme em que entrou foi Quem Anda Cantando Nossas Mulheres, de Brian de Palma. Após esse filme, participou em muitos outros filmes, com papéis maiores e menores, mas nenhum deles com grande sucesso, até que atingiu a popularidade com o seu papel em Bang the Drum Slowly (br: A Última Batalha de um Jogador), em 1973. No mesmo ano, começou a trabalhar com Scorsese, que lhe foi apresentado por Brian de Palma, no filme Mean Streets (br: Caminhos Perigosos). A partir daí, entrou em vários filmes de Scorsese como: Taxi Driver, New York, New York, Raging Bull'', The King of Comedy (br: O Rei da Comédia), Goodfellas (br: Os Bons Companheiros), Cape Fear e Cassino. Neste filmes, de Niro representa personagens normalmente simpáticas mas emocionalmente instáveis e que revelam tendências sociopáticas.


A meio da década de 80, de Niro começou a fazer também papéis cómicos, com os quais teve bastante sucesso tais como: Brazil, Midnight Run (br: Fuga à Meia-Noite), Wag the Dog (br: Mera Coincidência), Analyze This (br: Máfia no Divã) e Meet the Parents (br: Entrando Numa Fria).


Contrariamente ao que é normalmente suposto, é apenas um quarto descendente de italianos, sendo também descendente de irlandeses, alemães e holandeses. Apesar disso, o ator diz que se identifica 'mais com o seu lado italiano que com os outros lados'. Em Outubro de 2004 cancelou uma apresentação em Roma, após as autoridades italianas o terem acusado de apresentar estereótipos negativos da sua ascendência nos seus filmes. Em Dezembro do mesmo ano voltou a Roma para apresentar pela primeira vez uma exposição de arte do seu falecido pai. As mesmas autoridades, surpreendidas, disseram que não guardavam ressentimentos.


O ator tem verdadeira paixão por Nova Iorque, particularmente pelo bairro que habita, TriBeCa, na baixa Manhattan. Desde 1989, investe na região, tendo aberto lá um restaurante, uma produtora, e, principalmente, criado o festival de cinema independente, TriBeCa Film Festival, festival que vem ganhando importância a cada ano.


De Niro é muitas vezes comparado com Al Pacino, ator com o qual disputou papéis no início da carreira de ambos. Os dois contracenaram em Heat (br: Fogo Contra Fogo), de Michael Mann, em 1995; e em Righteous Kill (br: As Duas Faces da Lei), de Jon Avnet, em 2008.


É para muitos críticos o melhor ator de sua geração no quesito filmes dramáticos, precedido por Marlon Brando e sucedido por Edward Norton e Sean Penn.


Em 2007, esteve no filme de fantasia e aventura Stardust, baseada em história de Neil Gaiman, na qual contracenou pela primeira vez com a estrela Michelle Pfeiffer.


De Niro é casado com a comissária de vôo Grace Hightower, desde 1997 e com ela tem um filho, Elliot De Niro. Desde 1989 possui sua própria produtora, a TriBeCa Productions. Raramente dá entrevistas e é uma das celebridades com a vida privada mais fechada. No entanto é militante do partido democrata, tendo apoiado abertamente Bill Clinton, Al Gore e Barack Obama.

Título originalTítulo no BrasilAnoRealizador
The Godfather: Part IIPoderoso Chefão parte II1973Francis Ford Coppola
Mean StreetsCaminhos Perigosos1973Martin Scorsese
190019001976Bernardo Bertolucci
Taxi DriverTaxi Driver1976Martin Scorsese
The Last TycoonO Último Magnata1976Elia Kazan
New York, New YorkNew York, New York1977Martin Scorsese
The Deer HunterO Franco-Atirador1978Michael Cimino
Raging BullTouro Indomável1980Martin Scorsese
True ConfessionsConfissões Verdadeiras1981Ulu Grosbard
The King of ComedyO Rei da Comédia1983Martin Scorsese
Once Upon a Time in AmericaEra Uma Vez na América1984Sergio Leone
Falling in LoveAmor à Primeira Vista1984Ulu Grosbard
The MissionA Missão1986Roland Joffé
Angel HeartCoração Satânico1987Alan Parker e Chu Yen Ping
The UntouchablesOs Intocáveis1987Brian de Palma
Midnight RunFuga à Meia-Noite1988Martin Brest
We're No AngelsNão Somos Anjos1989Neil Jordan
AwakeningsTempo de Despertar1990Penny Marshall
GoodfellasOs Bons Companheiros1990Martin Scorsese
Stanley & IrisStanley & Iris1990Martin Ritt
BackdraftCortina de Fogo1991Ron Howard
Cape FearCabo do Medo1991Martin Scorsese
A Bronx TaleDesafio no Bronx1993Robert de Niro
Mad Dog and GloryUma Mulher para Dois1993John McNaughton
This Boy's LifeO Despertar de um Homem1993Michael Caton-Jones
Mary Shelley's FrankensteinFrankenstein de Mary Shelley1994Kenneth Branagh
HeatFogo contra Fogo1995Michael Mann
CasinoCassino1995Martin Scorsese
The FanEstranha Obsessão1996Tony Scott
SleepersA Vingança Adormecida1996Barry Levinson
Cop LandCop Land - Cidade de Tiras1997James Mangold
Jackie BrownJackie Brown1997Quentin Tarantino
RoninRonin1998John Frankenheimer
Great ExpectationsGrandes Esperanças1998Alfonso Cuarón
Analyze ThisMáfia no Divã1999Harold Ramis
FlawlessNinguém é Perfeito1999Joel Schumacher
Men of HonorHomens de Honra2000George Tillman Jr.
Meet the ParentsEntrando numa Fria2000Jay Roach
The ScoreA Cartada Final2001Frank Oz
Analyze ThatA Máfia Volta ao Divã2002Harold Ramis
ShowtimeShowtime2002Tom Dey
GodsendO Enviado2004Nick Hamm
Meet the FockersEntrando Numa Fria Maior Ainda2004Jay Roach
Hide and SeekO Amigo Oculto2005John Polson
The Good ShepherdO Bom Pastor2006Robert De Niro
StardustStardust - O Mistério da Estrela Cadente2007Matthew Vaughn
Righteous KillAs Duas Faces da Lei2008Jon Avnet
What Just HappenedPânico em Hollywood2008Barry Levinson
Everybody's FineEstão Todos Bem2009Kirk Jones
MacheteMachete2010Robert Rodriguez
StoneStone2010John Curran
Little FockersLittle Fockers2010Paul Weitz

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ESTOU EM PAZ, E VOCÊ ?

Um Diploma ou um Sacerdócio?

Que respostas podemos dar à indagação sobre os motivos de se exigir que o profissional de Jornalismo seja formado por uma faculdade?

Digamos, desde logo, que a faculdade não vai "fazer" um jornalista. Ela não lhe dá técnica se não houver aptidão, que denominamos de vocação.

A questão é mais séria e mais conseqüente. A faculdade, além das técnicas de trabalho, permite ao aluno a experiência de uma reflexão teórica e, principalmente, ética.

Não achamos absurdo que um médico deva fazer uma faculdade. É que vamos a ele entregar o nosso corpo, se necessário, para que ele corte, interfira dentro de seu funcionamento, etc.

Contudo, por vezes discutimos se existe necessidade de faculdade para a formação do jornalista, e nos esquecemos que ele faz uma intervenção muito mais radical sobre a comunidade, porque ele interfere, com seus artigos, suas informações e suas opiniões, diretamente dentro de nosso cérebro.

Acho que, pelo aspecto de cotidianidade que assumiu o Jornalismo, a maioria das pessoas esquece que o Jornalismo não é uma prática natural.

O Jornalismo é uma prática cultural, que não reflete a realidade, mas cria realidades, as chamadas representações sociais que interferem diretamente na formulação de nossas imagens sobre a realidade, em nossos valores, em nossos costumes e nossos hábitos, em nossa maneira de ver o mundo e de nos relacionar com os demais.

A função do Jornalismo, assim, é, socialmente, uma função extremamente importante e, dada a sua cotidianidade, até mais importante que a da medicina, pois, se não estamos doentes, em geral não temos necessidade de um médico, mas nossa necessidade de Jornalismo é constante, faz parte de nossas ações mais simples e, ao mesmo tempo mais decisivas, precisamos conhecer o que pensam e fazem nossos governantes, para podermos decidir sobre as atividades de nossa empresa; ou devemos buscar no Jornalismo a informação a respeito do comportamento do tempo, nas próximas horas, para decidirmos como sair de casa, quando plantar, ou se manter determinada programação festiva.

Buscamos o Jornalismo para consultar sobre uma sessão de cinema, sobre farmácias abertas em um feriadão, mas também para conhecermos a opinião de determinadas lideranças públicas a respeito de determinado tema, etc.

Tudo isso envolve a tecnologia e a técnica, o nível das aptidões, capacidades e domínio de rotinas de produção de um resultado final, que é a notícia.

Mas há coisas mais importantes: um bom jornalista precisa ter uma ampla visão de mundo, um conjunto imenso de informações, uma determinada sensibilidade para os acontecimentos e, sobretudo, o sentimento de responsabilidade diante da tarefa que realiza, diretamente dirigida aos outros, mais do que a si mesmo.

Quando discuto com meus colegas a respeito da responsabilidade que eu, como profissional tenho, com minha formação, resumo tudo dizendo: não quero depender de um colega de profissão, "transformado" em "jornalista profissional", que eventualmente eu não tenha preparado corretamente para a sua função.

A faculdade nos ajuda, justamente, a capacitar o profissional quanto às conseqüências de suas ações.

Mais que isso, dá ao jornalista, a responsabilidade de sua profissionalização, o que o leva a melhor compreender o sentido da tarefa social que realiza e, por isso mesmo, desenvolver não apenas um espírito de corpo, traduzido na associação, genericamente falando, e na sindicalização, mais especificamente, mas um sentimento de co-participação social, tarefa política (não partidária) das mais significativas.

Faça-se uma pergunta aos juízes do STF a quem compete agora julgar a questão, mais uma vez, questão que não deveria nem mais estar em discussão: eles gostariam, de ser mal informados?

Eles gostariam de não ter acesso a um conjunto de informações que, muitas vezes, são por eles buscadas até mesmo para bem decidirem sobre uma causa que lhes é apresentada através dos autos de um processo?

E eles gostariam de consultar uma fonte, sempre desconfiando dela?

Porque a responsabilidade do jornalista reside neste tensionamento que caracteriza o Jornalismo contemporâneo de nossa sociedade capitalista: transformada em objeto de consumo, traduzido enquanto um produto que é vendido, comercializado e industrializado, a notícia está muito mais dependente da responsabilidade do profissional da informação, que é o jornalista, do que da própria empresa jornalística que tem, nela, a necessidade do lucro.

Assim sendo, é da consciência aprofundada e conscientizada do jornalista quanto a seu trabalho, que depende a boa informação.

E tal posicionamento só se adquire nos bancos escolares, no debate aberto, no confronto de idéias, no debate sério e conseqüente que se desenvolve na faculdade.

Eis, em rápidos traços, alguns dos motivos pelos quais é fundamental que se continue a exigir a formação acadêmica para o jornalista profissional.

A academia não vai fazer um jornalista, mas vai, certamente, diminuir significativamente, a existência de maus profissionais que transformam a informação, traduzida na notícia, em simples mercadoria.

Danny Bueno
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