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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Crônicas de Rondônia - 23/01

Nada de Ponto Facultativo no feriado 

O prefeito Mauro Nazif, não decretou Ponto Facultativo para o feriado desta quinta (24/01), data da instalação do município de Porto Velho, frustrando assim a expectativa da maioria dos funcionários municipais, porém, com esse ato o prefeito Mauro Nazif dá um ótimo exemplo de responsabilidade com a coisa pública, em um país de tantos feriados é inconcebível que alguns funcionários ainda prefiram “descansar”, diante de tantos problemas acumulados e que precisam da máxima atividade do governo municipal para estancar a demanda do município. Para o prefeito, a questão é que no momento a cidade precisa do esforço de todos para superar as dificuldades. “Observamos grandes problemas para a população, como alagações, dengue e famílias em áreas de risco. Além disso, estamos em pleno processo da chamada escolar, atendimento à saúde e distribuição das guias para pagamento do IPTU, serviços estes que não podem ser interrompidos no momento”, frisou. Ele acrescentou que a população está sofrendo muito, sendo necessário a união de todos os setores da administração pública para minimizar os problemas que afetam o município. Sem desfiles de escolas de samba em Porto Velho As escolas de samba de Porto Velho não irão se apresentar este ano. A informação é da federação que reúne as entidades, a Fesec, alegando que nem Estado e Prefeitura irão repassar recursos para o carnaval popular, o que inviabilizou as agremiações. Até a última semana o desfile estava confirmado para acontecer no mês de março. Mas como a atual administração da Prefeitura encontrou dificuldades burocráticas – criadas pela gestão anterior – decidiu pelo não destinação de verba. Como este ano não haverá este investimento cultural, nem do Governo do Estado e nem da Prefeitura, fica impossível para as agremiações desenvolverem seus enredos e se apresentarem. 

4,5 milhões para promovidos de carreira no Estado 

O Governo de Rondônia, através da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), autorizou abertura de Folha Suplementar para efetuar pagamento de aproximadamente R$ 4,5 milhões aos servidores da Educação. O montante refere-se a progressões funcionais previstas no novo Plano de Carreira, Cargos e Remuneração (PCCR). De acordo com o Núcleo de Recursos Humanos da Seduc, a elevação de referência salarial será retroativa a setembro de 2012 e o valor devido a cada servidor, incluindo 1/3 de férias e 13º proporcionais ao último trimestre do ano passado, será depositado em conta bancária até o dia 31 de janeiro. Terão direito à progressão todos os servidores efetivos que estiverem no desempenho do cargo para o qual foram aprovados em concurso e exerçam suas funções na Seduc.  

MPT reconhece vícios na eleição da FIERO 

De acordo com a recomendação do Ministério Público do Trabalho em Rondônia, através do Procurador Ailton Vieira dos Santos, a Justiça do Trabalho deve sim cancelar as eleições da FIERO, ocorridas em 04 de Outubro de 2012, e que reconduziu ao cargo de presidente o empresário Dênis Baú. Para o MPT que baseou-se nos argumentos apresentados pelos Sindicatos requerentes da ação, que alegaram vícios no processo eleitoral, entre eles: a abertura para inscrição das chapas no mês de janeiro, período de férias, quando a maioria dos integrantes dos sindicatos estavam viajando; um prazo para registro de candidaturas exíguo – de apenas 10 dias – que prejudicou a ampla concorrência; a deflagração do processo quase um ano antes do término do mandato da atual diretoria em clara afronta ao artigo 532 da CLT e ao artigo 65 do estatuto da Federação; e a recusa do pedido de retirada de nomes que compunham a “única chapa entrou na disputa”, afrontando o princípio democrático.  

Sobrinho deve ficar sem emprego público 

Quem está vivendo outra rejeição, dessa vez no campo público adminsitrativo, é o ex-prefeito Roberto Sobrinho, que tenta retornar as suas antigas funções de serfvidor estadual, mas, já recebeu o aviso prévio de negação por parte do presidente Hermínio Coelho, que mesmo de férias já ordenou que uma comissão da casa que instaure um processo administrativo diciplinar que irá apurar q conduto do Ex-prefeito de Porto Velho como agente público. para os bons entendedores de plantão ficou mais do que evidente que o ex-prefeito não tem amenor chance de ter seu emprego de volta enquanto não sejam concluídas as investigações que pairam sob a sua adminsitração, a qual foi afastado pelo Ministério Público Estadual e Federal por conta de pesadas acusações. É aguardar pra saber. 

CONTATOS: Contatos com a coluna podem ser feitos pelos telefones (69) 3224-6669 / 9214-1426, ou ainda pelo email danny_bueno3@hotmail.com. No Facebook: www.facebook.com/danny.bueno2 /ou no www.twitter.com/dannybueno3 ), ou ainda no www.dannybueno.blospot.com. Caso queira entregar denúncias ou documentos, favor encaminhar para Avenida Pinheiro Machado, nº 600 - Olaria, Porto Velho – RO / CEP. 76.801 – 213 - aos cuidados de Danny Bueno.
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ESTOU EM PAZ, E VOCÊ ?

Um Diploma ou um Sacerdócio?

Que respostas podemos dar à indagação sobre os motivos de se exigir que o profissional de Jornalismo seja formado por uma faculdade?

Digamos, desde logo, que a faculdade não vai "fazer" um jornalista. Ela não lhe dá técnica se não houver aptidão, que denominamos de vocação.

A questão é mais séria e mais conseqüente. A faculdade, além das técnicas de trabalho, permite ao aluno a experiência de uma reflexão teórica e, principalmente, ética.

Não achamos absurdo que um médico deva fazer uma faculdade. É que vamos a ele entregar o nosso corpo, se necessário, para que ele corte, interfira dentro de seu funcionamento, etc.

Contudo, por vezes discutimos se existe necessidade de faculdade para a formação do jornalista, e nos esquecemos que ele faz uma intervenção muito mais radical sobre a comunidade, porque ele interfere, com seus artigos, suas informações e suas opiniões, diretamente dentro de nosso cérebro.

Acho que, pelo aspecto de cotidianidade que assumiu o Jornalismo, a maioria das pessoas esquece que o Jornalismo não é uma prática natural.

O Jornalismo é uma prática cultural, que não reflete a realidade, mas cria realidades, as chamadas representações sociais que interferem diretamente na formulação de nossas imagens sobre a realidade, em nossos valores, em nossos costumes e nossos hábitos, em nossa maneira de ver o mundo e de nos relacionar com os demais.

A função do Jornalismo, assim, é, socialmente, uma função extremamente importante e, dada a sua cotidianidade, até mais importante que a da medicina, pois, se não estamos doentes, em geral não temos necessidade de um médico, mas nossa necessidade de Jornalismo é constante, faz parte de nossas ações mais simples e, ao mesmo tempo mais decisivas, precisamos conhecer o que pensam e fazem nossos governantes, para podermos decidir sobre as atividades de nossa empresa; ou devemos buscar no Jornalismo a informação a respeito do comportamento do tempo, nas próximas horas, para decidirmos como sair de casa, quando plantar, ou se manter determinada programação festiva.

Buscamos o Jornalismo para consultar sobre uma sessão de cinema, sobre farmácias abertas em um feriadão, mas também para conhecermos a opinião de determinadas lideranças públicas a respeito de determinado tema, etc.

Tudo isso envolve a tecnologia e a técnica, o nível das aptidões, capacidades e domínio de rotinas de produção de um resultado final, que é a notícia.

Mas há coisas mais importantes: um bom jornalista precisa ter uma ampla visão de mundo, um conjunto imenso de informações, uma determinada sensibilidade para os acontecimentos e, sobretudo, o sentimento de responsabilidade diante da tarefa que realiza, diretamente dirigida aos outros, mais do que a si mesmo.

Quando discuto com meus colegas a respeito da responsabilidade que eu, como profissional tenho, com minha formação, resumo tudo dizendo: não quero depender de um colega de profissão, "transformado" em "jornalista profissional", que eventualmente eu não tenha preparado corretamente para a sua função.

A faculdade nos ajuda, justamente, a capacitar o profissional quanto às conseqüências de suas ações.

Mais que isso, dá ao jornalista, a responsabilidade de sua profissionalização, o que o leva a melhor compreender o sentido da tarefa social que realiza e, por isso mesmo, desenvolver não apenas um espírito de corpo, traduzido na associação, genericamente falando, e na sindicalização, mais especificamente, mas um sentimento de co-participação social, tarefa política (não partidária) das mais significativas.

Faça-se uma pergunta aos juízes do STF a quem compete agora julgar a questão, mais uma vez, questão que não deveria nem mais estar em discussão: eles gostariam, de ser mal informados?

Eles gostariam de não ter acesso a um conjunto de informações que, muitas vezes, são por eles buscadas até mesmo para bem decidirem sobre uma causa que lhes é apresentada através dos autos de um processo?

E eles gostariam de consultar uma fonte, sempre desconfiando dela?

Porque a responsabilidade do jornalista reside neste tensionamento que caracteriza o Jornalismo contemporâneo de nossa sociedade capitalista: transformada em objeto de consumo, traduzido enquanto um produto que é vendido, comercializado e industrializado, a notícia está muito mais dependente da responsabilidade do profissional da informação, que é o jornalista, do que da própria empresa jornalística que tem, nela, a necessidade do lucro.

Assim sendo, é da consciência aprofundada e conscientizada do jornalista quanto a seu trabalho, que depende a boa informação.

E tal posicionamento só se adquire nos bancos escolares, no debate aberto, no confronto de idéias, no debate sério e conseqüente que se desenvolve na faculdade.

Eis, em rápidos traços, alguns dos motivos pelos quais é fundamental que se continue a exigir a formação acadêmica para o jornalista profissional.

A academia não vai fazer um jornalista, mas vai, certamente, diminuir significativamente, a existência de maus profissionais que transformam a informação, traduzida na notícia, em simples mercadoria.

Danny Bueno
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