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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Crônicas de Rondônia (15/02) Asteroide erra o alvo e cai na Rússia…Congresso escapa dessa vez.

Que pena

Hoje pela manhã, a impressionante imagem de um pequeno asteroide de apenas 10 toneladas que caiu próximo a um povoado na Rússia, e que  foi o suficiente para abrir um cratera de 80 KM e deixar mais de 500 pessoas feridas com estilhaços de vidros de casas e prédios que voaram por toda parte, apavorou a comunidade mundial. Em conversa com alguns amigos jornalistas estávamos conjecturando a hipótese deste mesmo asteroide cair fatalmente e justamente em Brasília, mais especificamente sobre o Congresso, quais não seriam os “prejuízos” para a nação brasileira?Meteoro-Russia-2013-02-15 Para um, o estrago seria pequeno, pois só a Câmara tem 485 deputados, somados aos mais de 80 senadores não atingiríamos o de baixas satisfatórias. Para já para o outro colega, os danos seriam apenas materiais pois em Brasília, toda sexta feira os únicos insetos que se encontram nas casas legislativas federais são as moscas e as baratas, pois os ratos saem em retirada para suas regiões de origem  toda quinta feira. Oh raça esperta!...

Segundo a NASA, a queda não tem relação com a passagem do asteroide 2012 DA14 pela Terra hoje (15/02), a partir das 17:00 (No Brasil). Esse corpo celeste, muito maior que o da Rússia, deve passar a 27 mil quilômetros do planeta.

Para quem quiser assistir o vídeo com a queda do asteroide na Rússia, basta acessar este endereço no YouTube:

Asteroide cai em local equivocada, esqueceu as coordenadas de Brasília.

Quem sabe

Os cálculos da NASA estivessem errados e esse asteroide de ontem tivesse o grato favor de realizar o sonho de milhões de brasileiros em pulverizar aquele pequeno espaço cancerígeno que se alojou no coração do país, mas, claro, isso em dia de casas lotadas e sem a inocente população estar presente na cidade, ai sim poderíamos classificar o episódio como um genuíno ato de Deus. Particularmente, eu desejaria que o ponto zero fosse em cima da cadeira da presidência do senado, falei.

Caso Naiara - Um silêncio perturbador

Passados quase um mês que a jovem Naiara Carine, 18 anos, foi encontrada morta a facadas, após ter sido brutalmente estuprada por mais de um elemento, a polícia civil não apresentou qualquer novidade sobre a quantas andam as investigações do caso, esperamos sinceramente que estejam promovendo um esforço a altura e dimensão que o caso assumiu, Deus nos livre de pensar que este vai ser mais que estejam esperando cair no esquecimento. A jovem universitária, aluna de jornalismo da UNIRON, foi trucidada com requintes de crueldade e abandonada em pleno matagal. Cheia de vida pela frente, amiga de todos e muito amada pela família, Naiara Carine entra para as estatísticas do bárbaros crimes que vem acontecendo em nosso Estado, onde o clamor da sociedade já superou os limites da tolerância e se torna inconcebível que as autoridades responsáveis não encontrem qualquer resposta que confronte a ação desses monstros.

Homenagem

Na página da Faculdade de Porto Velho, uma página de pesar foi publicada em homenagem a estudante que sempre foi tida como uma pessoa pacífica e de conduta exemplar:

http://www.uniron.edu.br/index.php?pg=informando&id=13170

Bandidagem impera

Mais um caso envolvendo jornalista da capital agita os bastidores da imprensa e demonstra a fraqueza do Estado em atender até mesmo seus próprios funcionários, o jornalista Felipe Veras Canto, lotado no DECOM teve que pedir ajuda em nota enviada aos jornais de Rondônia para poder ser ouvido pelo governo.

O Caso.

Um jovem, que se intitula Tonny Rox em sua página do Face book, que se diz protegido da mãe que é funcionária pública lotada no Ministério Público de Rondônia vem sistematicamente ameaçando e confrontando no meio da rua o jornalista na presença de colegas, declarando abertamente que vai tirar a vida de Felipe se este não se calar quanto a um assalto realizado em sua casa e, que segundo boletins de ocorrência produzidos por Felipe Veras, foram praticados pelo seu perseguidor, que na época era seu motorista.

Providências

Espero que não venhamos a publicar mais assassinato brutal de um jovem produtivo e cheio de futuro pela frente, como no caso de Naiara Carine, pela simples inoperância do Estado em promover aquilo pelo qual é fartamente pago através de impostos, para fazer em prol da população, ou seja, o mínimo de segurança, o mínimo de saúde e o mínimo de educação.

Nas prensas

Já está sendo impressa a terceira edição da “Minha Revista” – A vitrine da mulher Rondoniense”, nesta edição teremos muitas novidades e a inclusão de novos clientes, como é o caso da grife Dudalina, uma das maiores camisarias do Brasil, que tem peças de alto estilo e muito bom gosto. A maioria dos empresários e empresárias de Porto Velho e do interior já aprovaram o corte da estilosa boutique que fica no Porto Velho Shopping e está sob o comando da competente advogada e empresária Jaqueline Cassol.

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ESTOU EM PAZ, E VOCÊ ?

Um Diploma ou um Sacerdócio?

Que respostas podemos dar à indagação sobre os motivos de se exigir que o profissional de Jornalismo seja formado por uma faculdade?

Digamos, desde logo, que a faculdade não vai "fazer" um jornalista. Ela não lhe dá técnica se não houver aptidão, que denominamos de vocação.

A questão é mais séria e mais conseqüente. A faculdade, além das técnicas de trabalho, permite ao aluno a experiência de uma reflexão teórica e, principalmente, ética.

Não achamos absurdo que um médico deva fazer uma faculdade. É que vamos a ele entregar o nosso corpo, se necessário, para que ele corte, interfira dentro de seu funcionamento, etc.

Contudo, por vezes discutimos se existe necessidade de faculdade para a formação do jornalista, e nos esquecemos que ele faz uma intervenção muito mais radical sobre a comunidade, porque ele interfere, com seus artigos, suas informações e suas opiniões, diretamente dentro de nosso cérebro.

Acho que, pelo aspecto de cotidianidade que assumiu o Jornalismo, a maioria das pessoas esquece que o Jornalismo não é uma prática natural.

O Jornalismo é uma prática cultural, que não reflete a realidade, mas cria realidades, as chamadas representações sociais que interferem diretamente na formulação de nossas imagens sobre a realidade, em nossos valores, em nossos costumes e nossos hábitos, em nossa maneira de ver o mundo e de nos relacionar com os demais.

A função do Jornalismo, assim, é, socialmente, uma função extremamente importante e, dada a sua cotidianidade, até mais importante que a da medicina, pois, se não estamos doentes, em geral não temos necessidade de um médico, mas nossa necessidade de Jornalismo é constante, faz parte de nossas ações mais simples e, ao mesmo tempo mais decisivas, precisamos conhecer o que pensam e fazem nossos governantes, para podermos decidir sobre as atividades de nossa empresa; ou devemos buscar no Jornalismo a informação a respeito do comportamento do tempo, nas próximas horas, para decidirmos como sair de casa, quando plantar, ou se manter determinada programação festiva.

Buscamos o Jornalismo para consultar sobre uma sessão de cinema, sobre farmácias abertas em um feriadão, mas também para conhecermos a opinião de determinadas lideranças públicas a respeito de determinado tema, etc.

Tudo isso envolve a tecnologia e a técnica, o nível das aptidões, capacidades e domínio de rotinas de produção de um resultado final, que é a notícia.

Mas há coisas mais importantes: um bom jornalista precisa ter uma ampla visão de mundo, um conjunto imenso de informações, uma determinada sensibilidade para os acontecimentos e, sobretudo, o sentimento de responsabilidade diante da tarefa que realiza, diretamente dirigida aos outros, mais do que a si mesmo.

Quando discuto com meus colegas a respeito da responsabilidade que eu, como profissional tenho, com minha formação, resumo tudo dizendo: não quero depender de um colega de profissão, "transformado" em "jornalista profissional", que eventualmente eu não tenha preparado corretamente para a sua função.

A faculdade nos ajuda, justamente, a capacitar o profissional quanto às conseqüências de suas ações.

Mais que isso, dá ao jornalista, a responsabilidade de sua profissionalização, o que o leva a melhor compreender o sentido da tarefa social que realiza e, por isso mesmo, desenvolver não apenas um espírito de corpo, traduzido na associação, genericamente falando, e na sindicalização, mais especificamente, mas um sentimento de co-participação social, tarefa política (não partidária) das mais significativas.

Faça-se uma pergunta aos juízes do STF a quem compete agora julgar a questão, mais uma vez, questão que não deveria nem mais estar em discussão: eles gostariam, de ser mal informados?

Eles gostariam de não ter acesso a um conjunto de informações que, muitas vezes, são por eles buscadas até mesmo para bem decidirem sobre uma causa que lhes é apresentada através dos autos de um processo?

E eles gostariam de consultar uma fonte, sempre desconfiando dela?

Porque a responsabilidade do jornalista reside neste tensionamento que caracteriza o Jornalismo contemporâneo de nossa sociedade capitalista: transformada em objeto de consumo, traduzido enquanto um produto que é vendido, comercializado e industrializado, a notícia está muito mais dependente da responsabilidade do profissional da informação, que é o jornalista, do que da própria empresa jornalística que tem, nela, a necessidade do lucro.

Assim sendo, é da consciência aprofundada e conscientizada do jornalista quanto a seu trabalho, que depende a boa informação.

E tal posicionamento só se adquire nos bancos escolares, no debate aberto, no confronto de idéias, no debate sério e conseqüente que se desenvolve na faculdade.

Eis, em rápidos traços, alguns dos motivos pelos quais é fundamental que se continue a exigir a formação acadêmica para o jornalista profissional.

A academia não vai fazer um jornalista, mas vai, certamente, diminuir significativamente, a existência de maus profissionais que transformam a informação, traduzida na notícia, em simples mercadoria.

Danny Bueno
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