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domingo, 17 de março de 2013

Coisas de Domingo - 34 Coisas que você deve saber antes de morrer

  1. A Coca-Cola era originalmente verde.
  2. O nome mais comum no mundo é Mohammed.
  3. O nome de todo os continentes terminam com a mesma letra que começam (Em inglês) – EX. (Europe ... Australia).
  4. Há dois cartões de créditos para cada pessoa nos Estados Unidos.
  5. TYPEWRITER é mais longa palavra que você consegue escrever usando apenas as letras de uma linha do teclado (Só vale em inglês).
  6. As mulheres piscam quase duas vezes mais que os homens!
  7. Você não pode se matar prendendo a respiração.
  8. É impossível lamber seu cotovelo.
  9. Quando você espirra para pra dentro(?), seu coração para por um milissegundo.
  10. É fisicamente impossível para os porcos olharem para o céu.
  11. Se você espirra muito forte, você pode quebrar uma costela. Se você tentar segurar um espirro, você pode romper uma veia na cabeça ou pescoço e morrer.
  12. Cada Rei em um baralho representa um grande rei da história. Espada – Rei Davi, Paus – Alexandre o Grande, Copas – Carlos Magno, Ouro- Júlio César.
  13. 111,111,111 x 111,111,111 = 12,345,678,987,654,321
  14. Se uma estátua de uma pessoa em um parque em um cavalo tiver com ambas os patas dianteiras no ar, a pessoa morreu em batalha.
  15. Se o cavalo tiver com apenas uma pata dianteira no ar, a pessoa morreu em consequência das feridas recebidas na batalha.
  16. Se o cavalo tiver todas as quatro patas no chão, a pessoa morreu de causas naturais.
  17. O único alimento que não apodrece é o mel.
  18. Um crocodilo não pode por sua língua para fora.
  19. Um caracol pode dormir por três anos.
  20. Todos os ursos polares são canhotos.
  21. A American Airlines fez uma economia de $40,000 em 1987 eliminando uma azeitona de cada salada servida na primeira classe.
  22. As borboletas sentem o gosto das coisas pelo seus pés.
  23. Os elefantes são os únicos animais que não podem pular.
  24. Nos últimos 4000 anos, nenhum novo animal foi domesticado.
  25. Em média, as pessoas sentem mais medo de aranhas do que da morte.
  26. Shakespeare inventou as palavras assassinato e bump (em inglês).
  27. A formiga cai sempre para o seu lado direito quando é intoxicada.
  28. A cadeira elétrica foi inventada por um dentista.
  29. O coração humano cria uma pressão o suficiente para esguichar o sangue a uma distância de 10 metros.
  30. Ratos se multiplicam tão rapidamente que em 18 meses dois ratos podem ter um milhão de descendentes.
  31. Usar fones de ouvido por apenas uma hora, aumenta as bactérias em seu ouvido em 700 vezes.
  32. O isqueiro foi inventado antes do fósforo.
  33. A maioria dos batons contêm escamas de peixe.
  34. Como as impressões digitais, as impressões da língua são únicas.
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ESTOU EM PAZ, E VOCÊ ?

Um Diploma ou um Sacerdócio?

Que respostas podemos dar à indagação sobre os motivos de se exigir que o profissional de Jornalismo seja formado por uma faculdade?

Digamos, desde logo, que a faculdade não vai "fazer" um jornalista. Ela não lhe dá técnica se não houver aptidão, que denominamos de vocação.

A questão é mais séria e mais conseqüente. A faculdade, além das técnicas de trabalho, permite ao aluno a experiência de uma reflexão teórica e, principalmente, ética.

Não achamos absurdo que um médico deva fazer uma faculdade. É que vamos a ele entregar o nosso corpo, se necessário, para que ele corte, interfira dentro de seu funcionamento, etc.

Contudo, por vezes discutimos se existe necessidade de faculdade para a formação do jornalista, e nos esquecemos que ele faz uma intervenção muito mais radical sobre a comunidade, porque ele interfere, com seus artigos, suas informações e suas opiniões, diretamente dentro de nosso cérebro.

Acho que, pelo aspecto de cotidianidade que assumiu o Jornalismo, a maioria das pessoas esquece que o Jornalismo não é uma prática natural.

O Jornalismo é uma prática cultural, que não reflete a realidade, mas cria realidades, as chamadas representações sociais que interferem diretamente na formulação de nossas imagens sobre a realidade, em nossos valores, em nossos costumes e nossos hábitos, em nossa maneira de ver o mundo e de nos relacionar com os demais.

A função do Jornalismo, assim, é, socialmente, uma função extremamente importante e, dada a sua cotidianidade, até mais importante que a da medicina, pois, se não estamos doentes, em geral não temos necessidade de um médico, mas nossa necessidade de Jornalismo é constante, faz parte de nossas ações mais simples e, ao mesmo tempo mais decisivas, precisamos conhecer o que pensam e fazem nossos governantes, para podermos decidir sobre as atividades de nossa empresa; ou devemos buscar no Jornalismo a informação a respeito do comportamento do tempo, nas próximas horas, para decidirmos como sair de casa, quando plantar, ou se manter determinada programação festiva.

Buscamos o Jornalismo para consultar sobre uma sessão de cinema, sobre farmácias abertas em um feriadão, mas também para conhecermos a opinião de determinadas lideranças públicas a respeito de determinado tema, etc.

Tudo isso envolve a tecnologia e a técnica, o nível das aptidões, capacidades e domínio de rotinas de produção de um resultado final, que é a notícia.

Mas há coisas mais importantes: um bom jornalista precisa ter uma ampla visão de mundo, um conjunto imenso de informações, uma determinada sensibilidade para os acontecimentos e, sobretudo, o sentimento de responsabilidade diante da tarefa que realiza, diretamente dirigida aos outros, mais do que a si mesmo.

Quando discuto com meus colegas a respeito da responsabilidade que eu, como profissional tenho, com minha formação, resumo tudo dizendo: não quero depender de um colega de profissão, "transformado" em "jornalista profissional", que eventualmente eu não tenha preparado corretamente para a sua função.

A faculdade nos ajuda, justamente, a capacitar o profissional quanto às conseqüências de suas ações.

Mais que isso, dá ao jornalista, a responsabilidade de sua profissionalização, o que o leva a melhor compreender o sentido da tarefa social que realiza e, por isso mesmo, desenvolver não apenas um espírito de corpo, traduzido na associação, genericamente falando, e na sindicalização, mais especificamente, mas um sentimento de co-participação social, tarefa política (não partidária) das mais significativas.

Faça-se uma pergunta aos juízes do STF a quem compete agora julgar a questão, mais uma vez, questão que não deveria nem mais estar em discussão: eles gostariam, de ser mal informados?

Eles gostariam de não ter acesso a um conjunto de informações que, muitas vezes, são por eles buscadas até mesmo para bem decidirem sobre uma causa que lhes é apresentada através dos autos de um processo?

E eles gostariam de consultar uma fonte, sempre desconfiando dela?

Porque a responsabilidade do jornalista reside neste tensionamento que caracteriza o Jornalismo contemporâneo de nossa sociedade capitalista: transformada em objeto de consumo, traduzido enquanto um produto que é vendido, comercializado e industrializado, a notícia está muito mais dependente da responsabilidade do profissional da informação, que é o jornalista, do que da própria empresa jornalística que tem, nela, a necessidade do lucro.

Assim sendo, é da consciência aprofundada e conscientizada do jornalista quanto a seu trabalho, que depende a boa informação.

E tal posicionamento só se adquire nos bancos escolares, no debate aberto, no confronto de idéias, no debate sério e conseqüente que se desenvolve na faculdade.

Eis, em rápidos traços, alguns dos motivos pelos quais é fundamental que se continue a exigir a formação acadêmica para o jornalista profissional.

A academia não vai fazer um jornalista, mas vai, certamente, diminuir significativamente, a existência de maus profissionais que transformam a informação, traduzida na notícia, em simples mercadoria.

Danny Bueno
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