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domingo, 29 de setembro de 2013

Neto de Sarney sobrevive a acidente aéreo e comemora com pose em avião destroçado

Filho do deputado federal Zequinha Sarney, promessa da terceira geração política da família, viajava para interior do Maranhão em agenda.

 

Neto de Sarney faz pose após queda de avião em campo alagado interior do MA
Neto de Sarney faz pose após queda de avião em campo alagado interior do MA
O presidente municipal do Partido Verde em São Luís-MA e filho do deputado federal Sarney Filho, José Adriano Sarney, pode levantar as mãos para o céu e agradecer a Deus.

Adriano escapou fedendo hoje, dia 29, de um acidente aéreo em que ocorreu uma pane no motor do avião que ele estava junto com a esposa, um passageiro e o piloto. Aeronave fez um pouso forçado.

Após o acidente, o neto de Sarney ainda fez pose sobre a asa da aeronave que caiu no campo alagado em Carutapera, interior do Maranhão.
Em seu Facebook, Adriano agradeceu ao resgate da equipe do GTA e o atendimento do 190.
Adriano Sarney 2


quarta-feira, 25 de setembro de 2013

ONU acusa Brasil de desalojar pessoas à força por conta da Copa e Olimpíadas

Imagem: EFE
A relatora especial da ONU para a Moradia Adequada, Raquel Rolnik, acusou nesta terça-feira as autoridades de várias cidades-sede da Copa do Mundo e do Rio de Janeiro, que receberá as Olimpíadas, de praticar desalojamentos e deslocamentos forçados que poderiam constituir violações dos direitos humanos.
"Estou particularmente preocupada com o que parece ser um padrão de atuação, de falta de transparência e de consulta, de falta de diálogo, de falta de negociação justa e de participação das comunidades afetadas em processos de desalojamentos executados ou planejados em conexão com a Copa e os Jogos Olímpicos", avaliou.

Raquel destacou que os casos denunciados se produziram em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Recife, Natal e Fortaleza.

A relatora explicou que já foram feitos múltiplos despejos de inquilinos sem que se tenha dado às famílias tempo para propor e discutir alternativas.

"Foi dada insuficiente atenção ao acesso às infraestruturas, serviços e meios de subsistência nos lugares onde essas pessoas foram realojadas", afirmou Raquel.

"Também estou muito preocupada com a pouca compensação oferecida às comunidades afetadas, o que é ainda mais grave dado o aumento do valor dos terrenos nos lugares onde se construirá para estes eventos", acrescentou a relatora.

Raquel citou vários exemplos, como o de São Paulo, onde "milhares de famílias já foram evacuadas por conta do projeto conhecido como 'Água Espraiada', onde outras dez mil estão enfrentando o mesmo destino".

"Com a atual falta de diálogo, negociação e participação genuína na elaboração e implementação dos projetos para a Copa e as Olimpíadas, as autoridades de todos os níveis deveriam parar os desalojamentos planejados até que o diálogo e a negociação possam ser assegurados".

Além disso, a relatora solicitou ao Governo Federal que adote um "Plano de Legado" para garantir que os eventos esportivos tenham um impacto social e ambiental positivo e que sejam evitadas as violações dos direitos humanos, incluindo o direito a um alojamento digno.

"Isto é um requerimento fundamental para garantir que estes dois megaeventos promovam o respeito pelos direitos humanos e deixem um legado positivo no Brasil", finalizou.


VEJA O VÍDEO DE PROTESTO CRIADO POR DIVERSAS ENTIDADES INTERNACIONAIS:




EFE

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Jornalista consegue vencer o câncer e conta sua história aos colegas

Deosdete Pêgo (FOTO) passou meses internado em São Paulo e agora está no município, onde reside com a família.


Susto. Essa é a única palavra que vem à mente quando nos deparamos com o colega de imprensa Deosdete Pêgo, que “sumiu” desde o início do ano e reapareceu 57 kg mais magro, abatido, caminhando lentamente sob os cuidados do filho, Ithalo Carlos Pêgo, no Centro de Tradições Gaúchas (CTG) na última visita do Governador Confúcio Moura a Vilhena.

Ele estava sentado nas primeiras fileiras e acompanhava toda a movimentação dos colegas de imprensa, assessores e até mesmo os próprios políticos, que outrora não deixavam de lhe cumprimentar por conta do trabalho prestado, sem ser reconhecido.

Com os braços e pernas cruzados abusava do seu anonimato temporário e fitava a todo o momento os amigos, bem como as pessoas que passavam por ele, como se estivesse experimentando, novamente, os pontos positivos de ser mais uma pessoa em meio à multidão, ou mesmo indignado por ninguém o reconhecer. Ao final da solenidade, o susto.

Quando começou a se reapresentar, as pessoas simplesmente se recusavam a crer que aquele magricela era o mesmo gordinho sorridente e conversador de meses atrás (FOTO ABAIXO); os Jornalistas ficaram abismados, por não o reconhecer e até mesmo não acreditar que aquele era o Deosdete.

Duas viagens seguidas (uma no final de dezembro de 2012, outra em janeiro do ano seguinte) resultaram em uma série de exames, três cirurgias e a partir de agora pelo menos cinco anos de acompanhamento médico, e recuperação total. “Quando cheguei em casa em janeiro, depois da viagem, estava travado. Para sair do carro tive que ser carregado”, relembra Deosdete sobre a manifestação de um sintoma que o levou a procurar um médico. Um Câncer no intestino foi a causa de tudo.

Os primeiros sintomas vieram através das fezes (esbranquiçadas) e urina (muito avermelhada), e em seguida o susto toma conta quando chega ao município de Cacoal, e é transferido com urgência para a Unidade do Hospital do Câncer de Barretos, em Porto Velho.

Lá novamente, e mais um, susto. Desta vez quando recebe a notícia de que tem que fazer uma cirurgia urgente por conta de um desvio da bílis para a corrente sanguínea. “Me deram três dias de vida”, relembra.

A cirurgia fora um sucesso. Porém, dias depois quando já estava em casa, foi notificado pelo hospital a retornar. “A prótese colocada para trazer a bílis ao lugar correto era pequena, e não daria certo. Fui encaminhado novamente às pressas à sede do Hospital, em Barretos (SP)”, conta o Jornalista.

No município paulistano Deosdete começa a sentir uma série de sintomas e, segundo ele, sofria com inchaços constantes, que lhe rendiam muitos quilos extras.

No dia 11 de junho ele foi submetido a uma cirurgia de Videolaparoscopia (quando o procedimento é realizado sem cortes, e através de câmeras) e 11 horas depois o tumor, que havia tampado todo o canal da vesícula, parte do intestino, parte do pâncreas, a própria vesícula e um pedaço do estômago foram retirados do corpo de Deosdete, que ficou três dias em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e posteriormente 15 dias internado sob observação. “Depois da cirurgia fiquei dois meses de cama, sem conseguir andar”, relembra o Jornalista.

Depois de nove doses diárias de antibióticos, durante pouco mais de quatro meses, e um susto tremendo, Deosdete retorna a Vilhena e se emociona ao relembrar do caso, e diz que o momento mais duro de toda essa briga foi quando estava no hospital de Cacoal, e os médicos pediram que ele chamasse a família. “Meus filhos saíram de Vilhena e ficaram sabendo da gravidade do problema primeiro que eu. Foi muito difícil”, relembra às lágrimas.

Deosdete tem três filhos (além de Ithalo, Debora Pêgo e Rebeca Pêgo), atua na imprensa desde 1997 e já passou pelos jornais Tribuna Popular, O Observador, Folha do Vale e Folha do Guaporé, jornal que é proprietário há 10 anos. Deosdete está com 58 anos e deve retornar a Barretos a cada três meses para acompanhamento por pelo menos cinco anos.

“Eu gostaria de agradecer pela ajuda do Deputado Estadual Luizinho Goebel, e também de Maurão de Carvalo, sem os quais não estaria aqui hoje para falar sobre esse assunto”, arremata o Jornalista. O caso de Deosdete é um dos muitos que às vezes passam despercebidos no cotidiano das pessoas. Vale lembrar que é de suma importância fazer exames periódicos para evitar esse tipo de susto.

A foto abaixo mostra o Jornalista durante a cobertura de um evento em outubro de 2012 em Vilhena. Acima, como está atualmente.




FONTE: EXTRA DE RONDÔNIA
TEXTO: DA REDAÇÃO
FOTOS: RÔMULO

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Milionário brasileiro é destratado por jornalista portuguesa em programa

Lorenzo gastou mais de 900 mil reais em sua festa de 22 anos

Lorenzo Carvalho, 22 anos, filho de um multimilionário do setor de jóias, que vive atualmente em Portugal há um ano, ficou conhecido recentemente no Brasil depois que foi duramente criticado em um telejornal português ao dar uma entrevista para falar de sua vida e do luxo em que vive. 


Judite de Sousa, a âncora, parece um pouquinho descompensada para alguém que está a frente de um programa de televisão.

Lorenzo gastou mais de 900 mil reais em sua festa de 22 anos, que contou inclusive com a presença de Pamela Anderson, o que parece ter desatado a fúria de parte da mídia que não concorda em ver alguém rasgando dinheiro quando o país passa por uma crise.

Evidente que Lorenzo é um playboy, mas, como dizem, está gastando o que é dele e algo que verdadeiramente chama a atenção é que em nenhum momento ele sai do centro e cai na esparrela da entrevistadora. Não mostra deselegância em momento algum, ao contrário é cortês, educado e não deixa nenhuma pergunta sem resposta.

PAINEL POLÍTICA

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Pai de Naiara: ”este caso não foi resolvido ainda porque sou um pobre”

 

Pai de Naiara: ”este caso não foi resolvido ainda porque sou um pobre”

No último fim de semana o secretário de Defesa Marcelo Bessa declarou, em postagem na rede social Facebook, que “a decisão de deixar o Estado foi da própria família e não cabe à Polícia responsabilidade sobre isso”, falando sobre a família da jovem Naiara Carine, morta no dia 24 de janeiro deste ano em circunstâncias ainda não esclarecidas pela policia. A decisão de ir embora, segundo a família, se deu em virtude de ameaças que vinham sofrendo. Bessa declarou que “em contato com o delegado que preside a investigação este informou que não houve nenhuma ameaça concreta contra a família da vítima”.

Paulo César Silveira Freitas discordou publicamente do secretário

Paulo César Silveira Freitas discordou publicamente do secretário

Mas o pai da vítima, Paulo César Silveira Freitas discordou publicamente do secretário e em postagem também no Facebook declarou, “o senhor e o delegado Nestor (responsável pelo caso) estão esperando morrer mais um da minha família?”.

Na mesma postagem o pai de Naiara desabafa, “este caso não foi resolvido ainda porque sou um pobre se tivesse dinheiro ou poder politico já teria sido resolvido”.

O crime

Naiara Carine foi morta com 22 facadas no dia 24 de janeiro deste ano no ramal 15 de Novembro, próximo ao presídio Urso Branco, após ter sido violentada. A polícia prendeu um suspeito, Marcos Antônio Chaves da Silva, 38 anos, que em depoimento afirmou não ter agido sozinho. As investigações continuam e os indícios apontam para uma morte por encomenda, já que se sabe até o momento que pelo menos três homens participaram da ação.

Naiara Karine da Costa tinha 18 anos e foi encontrada no ramal 15 de Novembro

Naiara Karine da Costa tinha 18 anos e foi encontrada no ramal 15 de Novembro

O que se sabe

De acordo com as investigações da polícia a jovem havia saído de casa para fazer aulas em uma auto-escola e não retornou . Ela foi levada até o ramal 15 de Novembro onde foi violentada. Seu telefone celular, encontrado próximo ao corpo teria sido usado pelos criminosos para filmar algumas cenas, o que facilitou a identificação de Marcos Antônio Chaves da Silva. Antes dele, um suspeito havia sido preso em Guajará-Mirim, mas foi posto em liberdade por falta de indícios. Há  cerca de dois meses a polícia prendeu um policial militar acusado de estupro e chegou a anunciar que ele teria tido participação na morte de Naiara, o que não foi provado. Ele continua preso, mas por outros crimes.

Marcos Antônio Chaves da Silva foi identificado por imagens no celular da vítima

Marcos Antônio Chaves da Silva foi identificado por imagens no celular da vítima

Nas últimas semanas passou a circular a informação que a morte da jovem teria sido encomendada por conta de uma suposta relação amorosa envolvendo pessoas conhecidas da sociedade rondoniense. Essas informações ganharam força com o depoimento de Marcos Antônio Chaves, que vem se negando a entregar os demais envolvidos no crime, mas afirmou que não agiu sozinho e confirmou que a morte da jovem teria sido encomendada.

A polícia não se manifestou oficialmente sobre o caso, e o secretário Marcelo Bessa informou na mesma postagem no Facebook que “em relação à possível coautoria ou participação de outras pessoas no crime a Polícia prossegue com as investigações a fim de apurar todo e qualquer envolvimento de outras pessoas. Nenhuma informação ou hipótese está sendo descartada.” E finalizou, “toda investigação possui seu tempo, e a demora em solucionar o caso não significa desídia e, muito menos, conivência com o crime. A complexidade da investigação impõe procedimentos e cautelas que, lamentavelmente, requerem tempo”.

PAINEL POLÍTICO

Rogério Flausino chama bahianos de preguiçosos em Salvador e é vaiado por milhares de pessoas

Temos o direito de pensarmos o que quisermos, agora, falar… Isso é outra coisa.

E foi por falar demais que o vocalista da banda Jota Quest, Rogério Flausino, acabou vaiado no último sábado, dia 31/08.

Ele foi cair na besteira – e na injustiça também – de falar que os baianos não gostam de trabalhar e não só no domingo, mas em qualquer dia da semana. E falou isso adivinha onde? Num show em Salvador! Depois da chuva de vaias, ele viu que pegou mal e se desculpou: ”Eu queria que vocês me perdoassem. Eu amo isso aqui, venho sempre no carnaval. Estou sempre aqui e foi só uma brincadeira”, disse.

O fato aconteceu durante a apresentação da banda no Circuito Banco do Brasil.

Os baianos e os nordestinos em geral são o povo mais trabalhador que existe. Rogério, você que é um homem público não deveria contribuir com um estigma carregado por anos e que só ofende a honra dos baianos.

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ESTOU EM PAZ, E VOCÊ ?

Um Diploma ou um Sacerdócio?

Que respostas podemos dar à indagação sobre os motivos de se exigir que o profissional de Jornalismo seja formado por uma faculdade?

Digamos, desde logo, que a faculdade não vai "fazer" um jornalista. Ela não lhe dá técnica se não houver aptidão, que denominamos de vocação.

A questão é mais séria e mais conseqüente. A faculdade, além das técnicas de trabalho, permite ao aluno a experiência de uma reflexão teórica e, principalmente, ética.

Não achamos absurdo que um médico deva fazer uma faculdade. É que vamos a ele entregar o nosso corpo, se necessário, para que ele corte, interfira dentro de seu funcionamento, etc.

Contudo, por vezes discutimos se existe necessidade de faculdade para a formação do jornalista, e nos esquecemos que ele faz uma intervenção muito mais radical sobre a comunidade, porque ele interfere, com seus artigos, suas informações e suas opiniões, diretamente dentro de nosso cérebro.

Acho que, pelo aspecto de cotidianidade que assumiu o Jornalismo, a maioria das pessoas esquece que o Jornalismo não é uma prática natural.

O Jornalismo é uma prática cultural, que não reflete a realidade, mas cria realidades, as chamadas representações sociais que interferem diretamente na formulação de nossas imagens sobre a realidade, em nossos valores, em nossos costumes e nossos hábitos, em nossa maneira de ver o mundo e de nos relacionar com os demais.

A função do Jornalismo, assim, é, socialmente, uma função extremamente importante e, dada a sua cotidianidade, até mais importante que a da medicina, pois, se não estamos doentes, em geral não temos necessidade de um médico, mas nossa necessidade de Jornalismo é constante, faz parte de nossas ações mais simples e, ao mesmo tempo mais decisivas, precisamos conhecer o que pensam e fazem nossos governantes, para podermos decidir sobre as atividades de nossa empresa; ou devemos buscar no Jornalismo a informação a respeito do comportamento do tempo, nas próximas horas, para decidirmos como sair de casa, quando plantar, ou se manter determinada programação festiva.

Buscamos o Jornalismo para consultar sobre uma sessão de cinema, sobre farmácias abertas em um feriadão, mas também para conhecermos a opinião de determinadas lideranças públicas a respeito de determinado tema, etc.

Tudo isso envolve a tecnologia e a técnica, o nível das aptidões, capacidades e domínio de rotinas de produção de um resultado final, que é a notícia.

Mas há coisas mais importantes: um bom jornalista precisa ter uma ampla visão de mundo, um conjunto imenso de informações, uma determinada sensibilidade para os acontecimentos e, sobretudo, o sentimento de responsabilidade diante da tarefa que realiza, diretamente dirigida aos outros, mais do que a si mesmo.

Quando discuto com meus colegas a respeito da responsabilidade que eu, como profissional tenho, com minha formação, resumo tudo dizendo: não quero depender de um colega de profissão, "transformado" em "jornalista profissional", que eventualmente eu não tenha preparado corretamente para a sua função.

A faculdade nos ajuda, justamente, a capacitar o profissional quanto às conseqüências de suas ações.

Mais que isso, dá ao jornalista, a responsabilidade de sua profissionalização, o que o leva a melhor compreender o sentido da tarefa social que realiza e, por isso mesmo, desenvolver não apenas um espírito de corpo, traduzido na associação, genericamente falando, e na sindicalização, mais especificamente, mas um sentimento de co-participação social, tarefa política (não partidária) das mais significativas.

Faça-se uma pergunta aos juízes do STF a quem compete agora julgar a questão, mais uma vez, questão que não deveria nem mais estar em discussão: eles gostariam, de ser mal informados?

Eles gostariam de não ter acesso a um conjunto de informações que, muitas vezes, são por eles buscadas até mesmo para bem decidirem sobre uma causa que lhes é apresentada através dos autos de um processo?

E eles gostariam de consultar uma fonte, sempre desconfiando dela?

Porque a responsabilidade do jornalista reside neste tensionamento que caracteriza o Jornalismo contemporâneo de nossa sociedade capitalista: transformada em objeto de consumo, traduzido enquanto um produto que é vendido, comercializado e industrializado, a notícia está muito mais dependente da responsabilidade do profissional da informação, que é o jornalista, do que da própria empresa jornalística que tem, nela, a necessidade do lucro.

Assim sendo, é da consciência aprofundada e conscientizada do jornalista quanto a seu trabalho, que depende a boa informação.

E tal posicionamento só se adquire nos bancos escolares, no debate aberto, no confronto de idéias, no debate sério e conseqüente que se desenvolve na faculdade.

Eis, em rápidos traços, alguns dos motivos pelos quais é fundamental que se continue a exigir a formação acadêmica para o jornalista profissional.

A academia não vai fazer um jornalista, mas vai, certamente, diminuir significativamente, a existência de maus profissionais que transformam a informação, traduzida na notícia, em simples mercadoria.

Danny Bueno
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