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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

ONS manda desligar as 24 turbinas de Santo Antônio para evitar tragédia iminente

PERIGO DE MORTE

Informações fornecidas a redação da Gazeta de Rondônia na manhã desta quinta feira por fontes Administrativas ligadas as duas obras das usinas do rio Madeira, não quiseram se expor publicamente, Mas, estão muito apreensivas com a iminente possibilidade de ocorrer um desastre de proporções irreparáveis na capital de Rondônia.

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Segundo as fontes, o Operadora Nacional Sistema Elétrico- ONS, órgão responsável que regula as atividades das fontes geradoras de energia em todo território nacional, ordenou a imediata suspensão do funcionamento das 24 turbinas da usina de Santo Antônio, diante do sério risco ocorrer um rompimento das barragens devido o aumento da vazão do rio nos últimos dias.

Com o desligamento das turbinas, o fluxo de água pode vazar sem maiores comprometimentos para a estrutura da barragem. Mas, as informações internas mais alarmantes obtidas com exclusividade pela redação da Gazetaderondonia.com.br, afirmam que o maior risco de rompimento está ocorrendo na usina de Jirau, que já possui uma rachadura de proporções preocupantes que estão apavorando grande parte dos funcionários da obra.

Na verdade, o fato se dá por que a barragem de Jirau é a que absorve com maior impacto as enxurradas monumentais que estão se deslocando diariamente do peru em função do derretimento das geleiras daquele país.

Apesar das criticas massivas de alguns orgãos de comunicação contra informações anteriores de um possível incidentes de proporções catastróficas, e a insistente negação por parte dos responsáveis pelas duas usinas do complexo do Madeira, caso venha a se romper qualquer umas das duas barragens, muita gente vai ter que se explicar com as autoridades competentes e com a população de Porto velho que será a maior atingida pela irresponsabilidade destes dirigentes.

Com a palavra a ONS e o Ministério Público de Rondônia e da União.

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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Crônicas de Rondônia | Enquanto uns se iludem outros abandonam o barco

Ninguém

percebeu a passagem o do inexpressivo deputado estadual Jacques Testoni nos últimos 3 anos e dois meses de assento em uma das 24 vagas concedidas pela população de Rondônia para o período de 2010 à 2014. E, antes mesmo de alguém se lembrar de perguntar: “quem foi mesmo Jacques Testoni?”, o próprio se pronunciou essa semana através de seus aspones que estará fora da disputa para a reeleição no próximo mandato da Assembleia Legislativa que será decidido em Outubro próximo.

Para ele,

o seu papel já está cumprido, e através de conversas com a família decidiu que já basta de atuar na vida pública, logicamente entendendo que muito já foi feito por Rondônia apesar de seus parcos dias de legislador. Com certeza, 99,99% da população agradecerá ao nobre deputado por tão sábia decisão, e quem sabe seja essa a mais virtuosa ação política que poderá prestar em homenagem ao povo de Rondônia e talvez por isso seja grande mente lembrado… Vá com Deus deputado e desfrute de seus dias junto a sua afortunada família.

O Outro,

que poderia muito bem ter a lucidez de abandonar o seu cargo, enquanto há tempo de sair com a cabeça erguida na política, e prestar um enorme favor à população, em reconhecimento a sua total inoperância é o nosso governador Confúcio Moura que ao longo dos mesmo 3 anos e dois meses até agora não mostrou a que veio sentar-se na cadeira do executivo estadual e por isso mesmo começa a ganhar fama de maior embuste já aplicado em campanha eleitoral, de Jorge Teixeira à Ivo Cassol, da curta existência de governos eleitos no Estado de Rondônia dos últimos 32 anos de mandatos democráticos.

Mas,

parece que a teimosia, coisa que não é muito característica dos sábios, como o lendário filósofo chinês Confúcio, tendo sua existência datada de 551 a.c. , tornando célebre o nome também atribuído ao cidadão que governa o Estado de Rondônia, hoje autoridade máxima que detém todas as vantagens políticas de se reeleger, se autodeprecia cada dia mais com suas omissões ou ações mal aplicadas como atos insanos de perseguir inimigos políticos exercendo o uso da força policial, sob o comando de personagens tão obscuros quanto seu próprio governo, essencialmente interessados em projeção política eleitoreira às custas do cofres públicos e desvarios administrativos que em nada resultaram até a presente data em benfeitorias ou desenvolvimento do Estado como um todo.

Por último,

nosso já folclórico governador, que adotou o tema da “cooperação”, decide aplicar a “esculhambação final” a uma das figuras mais maltratadas e humilhadas por esse governo através de seu cunhado e sua equipe em sua campanha eleitoral, quando então aceitou se prestar aos serviços de Coordenador da equipe de jornalismo do então candidato Confúcio Moura. Paulo Queiroz, renomado jornalista rondoniense e nem por isso abastado em suas economias teve seus últimos anos de vida que literalmente se arrastar pelas ruas de Porto Velho para conseguir sanar suas dívidas adquiridas durante os meses de trabalho dedicados a vitoriosa campanha de Confúcio Moura.

Dado o calote,

logo após os primeiros 30 dias de eleito, vieram as retaliações, e o próprio Paulo Queiroz teve que publicar um apelo público com direito a uma vexatória medida de desespero em pedir dinheiro aos leitores e amigos que pudessem depositar a seu favor. Resultado, 3 meses após Confúcio ter assumido o governo, no dia 08 de março de 2011, Paulo Queiroz foi encontrado, 48 horas depois de morto, aos 63 anos acometido de um fulminante ataque cardíaco, sozinho, abandonado, esquecido e pobre numa saleta de 20 metros quadrados, tendo como consolo apenas uma nota de pesar assinada pelo governador que entrincheirado pelo destino reconheceu que:“Seu caráter e honradez se misturavam ao indiscutível talento”…

Agora,

torna-se público que esse mesmo governo que de certa forma contribuiu para desfalecer ainda mais a já debilitada saúde do consagrado jornalista, pretende atribuir o nome de uma premiação jornalística promovida pelo seu governo, daquelas sacadas de véspera de eleições, sob a cínica alegação de premiar novos jornalistas se sentiriam inspirados com o nome do profissional homenageado. É o cúmulo da cara de pau, e olha que em 24 anos de jornalismo eu já conheci políticos que transcenderam a linha ridículo a ponto de entrarem para a história, como o repugnante Irandir Oliveira, ex-prefeito de Ouro Preto do Oeste, que chegou a receber ordem de prisão de uma juíza federal, dentro da sede da STF em Brasília por se apresentar como advogado de si mesmo em uma causa em que defendia os interesses de sua empresa de ônibus, durante a sua condução ao presídio Irandir ainda teve a desfaçatez de dizer que decidiu assumir o risco de ser preso por falsidade ideológica por possuir maior conhecimento jurídico que os próprios ministros do supremo, quem pode com esses caras?

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ESTOU EM PAZ, E VOCÊ ?

Um Diploma ou um Sacerdócio?

Que respostas podemos dar à indagação sobre os motivos de se exigir que o profissional de Jornalismo seja formado por uma faculdade?

Digamos, desde logo, que a faculdade não vai "fazer" um jornalista. Ela não lhe dá técnica se não houver aptidão, que denominamos de vocação.

A questão é mais séria e mais conseqüente. A faculdade, além das técnicas de trabalho, permite ao aluno a experiência de uma reflexão teórica e, principalmente, ética.

Não achamos absurdo que um médico deva fazer uma faculdade. É que vamos a ele entregar o nosso corpo, se necessário, para que ele corte, interfira dentro de seu funcionamento, etc.

Contudo, por vezes discutimos se existe necessidade de faculdade para a formação do jornalista, e nos esquecemos que ele faz uma intervenção muito mais radical sobre a comunidade, porque ele interfere, com seus artigos, suas informações e suas opiniões, diretamente dentro de nosso cérebro.

Acho que, pelo aspecto de cotidianidade que assumiu o Jornalismo, a maioria das pessoas esquece que o Jornalismo não é uma prática natural.

O Jornalismo é uma prática cultural, que não reflete a realidade, mas cria realidades, as chamadas representações sociais que interferem diretamente na formulação de nossas imagens sobre a realidade, em nossos valores, em nossos costumes e nossos hábitos, em nossa maneira de ver o mundo e de nos relacionar com os demais.

A função do Jornalismo, assim, é, socialmente, uma função extremamente importante e, dada a sua cotidianidade, até mais importante que a da medicina, pois, se não estamos doentes, em geral não temos necessidade de um médico, mas nossa necessidade de Jornalismo é constante, faz parte de nossas ações mais simples e, ao mesmo tempo mais decisivas, precisamos conhecer o que pensam e fazem nossos governantes, para podermos decidir sobre as atividades de nossa empresa; ou devemos buscar no Jornalismo a informação a respeito do comportamento do tempo, nas próximas horas, para decidirmos como sair de casa, quando plantar, ou se manter determinada programação festiva.

Buscamos o Jornalismo para consultar sobre uma sessão de cinema, sobre farmácias abertas em um feriadão, mas também para conhecermos a opinião de determinadas lideranças públicas a respeito de determinado tema, etc.

Tudo isso envolve a tecnologia e a técnica, o nível das aptidões, capacidades e domínio de rotinas de produção de um resultado final, que é a notícia.

Mas há coisas mais importantes: um bom jornalista precisa ter uma ampla visão de mundo, um conjunto imenso de informações, uma determinada sensibilidade para os acontecimentos e, sobretudo, o sentimento de responsabilidade diante da tarefa que realiza, diretamente dirigida aos outros, mais do que a si mesmo.

Quando discuto com meus colegas a respeito da responsabilidade que eu, como profissional tenho, com minha formação, resumo tudo dizendo: não quero depender de um colega de profissão, "transformado" em "jornalista profissional", que eventualmente eu não tenha preparado corretamente para a sua função.

A faculdade nos ajuda, justamente, a capacitar o profissional quanto às conseqüências de suas ações.

Mais que isso, dá ao jornalista, a responsabilidade de sua profissionalização, o que o leva a melhor compreender o sentido da tarefa social que realiza e, por isso mesmo, desenvolver não apenas um espírito de corpo, traduzido na associação, genericamente falando, e na sindicalização, mais especificamente, mas um sentimento de co-participação social, tarefa política (não partidária) das mais significativas.

Faça-se uma pergunta aos juízes do STF a quem compete agora julgar a questão, mais uma vez, questão que não deveria nem mais estar em discussão: eles gostariam, de ser mal informados?

Eles gostariam de não ter acesso a um conjunto de informações que, muitas vezes, são por eles buscadas até mesmo para bem decidirem sobre uma causa que lhes é apresentada através dos autos de um processo?

E eles gostariam de consultar uma fonte, sempre desconfiando dela?

Porque a responsabilidade do jornalista reside neste tensionamento que caracteriza o Jornalismo contemporâneo de nossa sociedade capitalista: transformada em objeto de consumo, traduzido enquanto um produto que é vendido, comercializado e industrializado, a notícia está muito mais dependente da responsabilidade do profissional da informação, que é o jornalista, do que da própria empresa jornalística que tem, nela, a necessidade do lucro.

Assim sendo, é da consciência aprofundada e conscientizada do jornalista quanto a seu trabalho, que depende a boa informação.

E tal posicionamento só se adquire nos bancos escolares, no debate aberto, no confronto de idéias, no debate sério e conseqüente que se desenvolve na faculdade.

Eis, em rápidos traços, alguns dos motivos pelos quais é fundamental que se continue a exigir a formação acadêmica para o jornalista profissional.

A academia não vai fazer um jornalista, mas vai, certamente, diminuir significativamente, a existência de maus profissionais que transformam a informação, traduzida na notícia, em simples mercadoria.

Danny Bueno
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