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sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

CRÔNICAS DE RONDÔNIA – Os verdadeiros Guerreiros de Cristo sabem que crimes perfeitos não existem

Rondônia assiste estarrecida o cortejo de operações policiais nos últimos 3 meses que nem se dá tempo de decorar cada uma, se fossemos olhar pelo lado didático, estariamos de fato recebendo um verdadeiro doutorado em história greco romana, o que seria ótimo, já que a falta ou preguiça em se adquirir cultura e educação adequada con certeza é um dos grandes fatores que contribui com a formação deformada de caráter criminosos, sempre ávidos a debandar para o mundo obscuro da corrupção.

Em um desses casos recentes, e este eu posso falar com propriedade, pois vivi na pele a formação deste jovem, é o caso do jovem Rodrigo “Guerreiro” Mota de Jesus, pois bem, aspirante a empresário bem sucedido e assessor emérito dos principais cabeças envolvidos em todo sistema montado para desviar e fraudar os cofres público de Rondônia, Rodrigo na verdade não passa de um sub-produto do meio em que foi criado, sempre anelando merecer as amizades e as beneces dos poderosos de sua cidade.

Desde cedo, digo isso por que o conheço de 10 anos pra cá, ainda menino, transitava pelas ruas da cidade tentando chamar a atenção daquele que um dia o iria envolver na pior tragédia moral que uma pessoa possa deseja em vida, o de ter seu nome e o nome de sua família atirado na lama da proscrição, fazia de tudo para agradar e atrair olhares dos “donos” de Ouro Preto do Oeste, que para si eram a maior expressão da dignidade humana, leso engano.

O fortalecimento da união entre Alex Testoni e Rodrigo Guerreiro se deu justamente na época em que cheguei ao município de Ouro Preto, nos idos de 2005, muita coisa acontecia naquela época, Cassol era governador e estava em pé de guerra com a Assembleia, e Testoni, pretenso candidatos a uma cadeira de deputado estadual, aliado incondicional de Cassol na época precisava formar uma equipe de agentes que pudesse confiar e ao mesmo tempo manipular incessantemente, e essa foi a chance que Rodrigo teria pedido à Deus.

Mesmo contrariando os próprios pais, obreiros dedicados da igreja Assembleia de Deus, onde fora criado, Rodrigo ingressou nas fileiras testonicas como se fosse um plano de carreira para toda vida.

Sabia com certeza que seus ídolos humanos não eram perfeitos, mas, queria aprender de toda forma com o grande Capo da cidade  e mandatário econômico como caminhar entre as malhas do poder e principalmente como superar e vencer as investidas dos piores inimigos, ainda que fosse do judiciário, pois via sequentes vitórias de seu líder perante toda cidade, o que lhe auferia uma áurea de incondenável, ou mestre das impunidades se assim preferir.

Pois bem, de lá prá cá, hoje esse jovem que poderia ter escolhido os maais brilhante dos caminhos está onde está por pura ilusão de ser seguidor dos piores tipos de pessoas que possam existir na sociedades, mas, é muito jovem ainda e pode sim ver superado, talvez até bem longe daqui, todos esses traumas e pesadelos que hoje colhe.

Porém, já que está onde está, seria a hora deste rapaz fazer de fato algo grande em sua vida e dessa vez, com isso, corrigir grande parte dos estragos causados à milhares de cidadãos do Estado em que nasceu.

Com a Delação Premiada em suas mãos, pode mostrar a todos que na verdade esta lição serviu pra mostrar finalmente a si mesmo que não existem crimes perfeitos, e portanto, não pretende contiunar na carreira e muito menos poupar ou continuar a esconder da sociedade os nomes, os valores, as práticas e principalmente, o que todos esperam ver, é os grandes Barões da corrupção no Estado respondendo e reparando com penas capitais pelas desgraças atraída a toda população.

Fazendo isso, Rodrigo retomaria seu posto de mero instrumento na teia montada para induzí-lo as piores aptidões praticadas, seria com certeza motivo de grande orgulho pra seu abnegado Pai e Mãe, ao vê-lo entregar todos aqueles que o colocaram em tamanho opróbrio e por fim teria que ser  notadamente reconhecido respeitado por toda sociedade por sua coragem e grandeza de enfrentar sozinho todos aqueles que nós já sabemos que merecem estar muito mais do que ele aonde está hoje.

A Hora da Verdade chegou, se é que um dia ele realmente considerou ser um Guerreiro de Cristo, esta é a hora de mostrar a todos os seus verdadeiros Amigos que um dia  conheceu, na cidade onde nasceu e no Estado que declarou Amor por sua própria natureza. Confie em Deus e faça o que precisa ser feito.

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ESTOU EM PAZ, E VOCÊ ?

Um Diploma ou um Sacerdócio?

Que respostas podemos dar à indagação sobre os motivos de se exigir que o profissional de Jornalismo seja formado por uma faculdade?

Digamos, desde logo, que a faculdade não vai "fazer" um jornalista. Ela não lhe dá técnica se não houver aptidão, que denominamos de vocação.

A questão é mais séria e mais conseqüente. A faculdade, além das técnicas de trabalho, permite ao aluno a experiência de uma reflexão teórica e, principalmente, ética.

Não achamos absurdo que um médico deva fazer uma faculdade. É que vamos a ele entregar o nosso corpo, se necessário, para que ele corte, interfira dentro de seu funcionamento, etc.

Contudo, por vezes discutimos se existe necessidade de faculdade para a formação do jornalista, e nos esquecemos que ele faz uma intervenção muito mais radical sobre a comunidade, porque ele interfere, com seus artigos, suas informações e suas opiniões, diretamente dentro de nosso cérebro.

Acho que, pelo aspecto de cotidianidade que assumiu o Jornalismo, a maioria das pessoas esquece que o Jornalismo não é uma prática natural.

O Jornalismo é uma prática cultural, que não reflete a realidade, mas cria realidades, as chamadas representações sociais que interferem diretamente na formulação de nossas imagens sobre a realidade, em nossos valores, em nossos costumes e nossos hábitos, em nossa maneira de ver o mundo e de nos relacionar com os demais.

A função do Jornalismo, assim, é, socialmente, uma função extremamente importante e, dada a sua cotidianidade, até mais importante que a da medicina, pois, se não estamos doentes, em geral não temos necessidade de um médico, mas nossa necessidade de Jornalismo é constante, faz parte de nossas ações mais simples e, ao mesmo tempo mais decisivas, precisamos conhecer o que pensam e fazem nossos governantes, para podermos decidir sobre as atividades de nossa empresa; ou devemos buscar no Jornalismo a informação a respeito do comportamento do tempo, nas próximas horas, para decidirmos como sair de casa, quando plantar, ou se manter determinada programação festiva.

Buscamos o Jornalismo para consultar sobre uma sessão de cinema, sobre farmácias abertas em um feriadão, mas também para conhecermos a opinião de determinadas lideranças públicas a respeito de determinado tema, etc.

Tudo isso envolve a tecnologia e a técnica, o nível das aptidões, capacidades e domínio de rotinas de produção de um resultado final, que é a notícia.

Mas há coisas mais importantes: um bom jornalista precisa ter uma ampla visão de mundo, um conjunto imenso de informações, uma determinada sensibilidade para os acontecimentos e, sobretudo, o sentimento de responsabilidade diante da tarefa que realiza, diretamente dirigida aos outros, mais do que a si mesmo.

Quando discuto com meus colegas a respeito da responsabilidade que eu, como profissional tenho, com minha formação, resumo tudo dizendo: não quero depender de um colega de profissão, "transformado" em "jornalista profissional", que eventualmente eu não tenha preparado corretamente para a sua função.

A faculdade nos ajuda, justamente, a capacitar o profissional quanto às conseqüências de suas ações.

Mais que isso, dá ao jornalista, a responsabilidade de sua profissionalização, o que o leva a melhor compreender o sentido da tarefa social que realiza e, por isso mesmo, desenvolver não apenas um espírito de corpo, traduzido na associação, genericamente falando, e na sindicalização, mais especificamente, mas um sentimento de co-participação social, tarefa política (não partidária) das mais significativas.

Faça-se uma pergunta aos juízes do STF a quem compete agora julgar a questão, mais uma vez, questão que não deveria nem mais estar em discussão: eles gostariam, de ser mal informados?

Eles gostariam de não ter acesso a um conjunto de informações que, muitas vezes, são por eles buscadas até mesmo para bem decidirem sobre uma causa que lhes é apresentada através dos autos de um processo?

E eles gostariam de consultar uma fonte, sempre desconfiando dela?

Porque a responsabilidade do jornalista reside neste tensionamento que caracteriza o Jornalismo contemporâneo de nossa sociedade capitalista: transformada em objeto de consumo, traduzido enquanto um produto que é vendido, comercializado e industrializado, a notícia está muito mais dependente da responsabilidade do profissional da informação, que é o jornalista, do que da própria empresa jornalística que tem, nela, a necessidade do lucro.

Assim sendo, é da consciência aprofundada e conscientizada do jornalista quanto a seu trabalho, que depende a boa informação.

E tal posicionamento só se adquire nos bancos escolares, no debate aberto, no confronto de idéias, no debate sério e conseqüente que se desenvolve na faculdade.

Eis, em rápidos traços, alguns dos motivos pelos quais é fundamental que se continue a exigir a formação acadêmica para o jornalista profissional.

A academia não vai fazer um jornalista, mas vai, certamente, diminuir significativamente, a existência de maus profissionais que transformam a informação, traduzida na notícia, em simples mercadoria.

Danny Bueno
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