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sábado, 12 de março de 2016

URGENTE - Presidente da CUT/RO, Itamar Ferreira, fomenta a violência e ameaça invadir manifestação do dia 13 com bandeiras vermelhas.

Mesmo a CUT nacional tendo emitido um comunicado recomendando a não participação das centrais regionais nas manifestações deste domingo, o dirigente da CUT/RO convocou de última hora para o mesmo dia 13, declarando que: A coordenação da Frente Brasil Popular que coordena as manifestações em favor da democracia e pelo respeito aos direitos dos trabalhadores ainda não definiu uma posição oficial. Eu e alguns companheiros e companheiras já definimos a nossa: vamos pra rua de camisetas vermelhas e bandeiras, quem não gostar que não goste; como dizia Zagalo "vão ter que nos engolir""


A matéria ameaçadora, foi publicada de forma aberta em pelo menos 3 sites de notícias do Estado de Rondônia, logo após a condução coercitiva do ex-presidente Lula, num explícito gesto de provocação Itamar Ferreira deixa claro que: "Não será fácil conseguir um golpe branco, se quiserem tomar o poder na marra vão ter que sujar as mãos, inclusive de sangue: Golpe Paraguaio aqui não!!!"

LINKS DAS MATÉRIAS:





Nos últimos dias, Itamar Ferreira vem hostilizando sistematicamente e agredindo verbalmente, nas redes sociais, generalizando a toda e qualquer pessoa que seja a 
favor das manifestações, chegando a ponto de xingá-los de "Imbecis", "alienados", "corruptos", "golpistas", "babacas", "canalhas" e "falsos moralistas".






Num rompante de total descontrole emocional e desequilíbrio mental, Itamar Ferreira, ou Itamar da CUT, como prefere ser conhecido por todos, cita em sua matéria dirigida aos membros sindicais as palavras "Sangue", "sujar as mãos" e "vão ter que nos engolir", bem diferente quando num passado era conhecido como um hábil moderador de crises e ávido negociador de grandes acordos salariais entre empresas do porte da Camargo Corrêa e Norberto Odebrecht, as quais foram responsáveis pela execução das obras nas usinas de Santo Antônio e Jirau.

Quando então participava em nome dos sindicatos das rodadas de negociação com as empresas perante o MPT e TRT/RO, aparecendo e se pronunciando em diversas matérias jornalísticas ladeado com as lideranças patronais, e em alguns casos, tendo sido surpreendido em negociações escusas de demissões de trabalhadores em hotéis de luxuosos em Porto Velho, demonstrando uma clara intimidade de  junto aos dirigentes das obras.

VÍDEO DE SINDICALISTAS NEGOCIANDO A DEMISSÃO DE TRABALHADORES EM HOTEL DE LUXO COM DIRIGENTES DAS USINAS DE SANTO ANTÔNIO:


Como se não bastasse, o dirigente da CUT resolveu declarar guerra a colunistas e jornalistas que publicam qualquer tipo de irregularidade ocorrida durante as suas fracassadas campanhas eleitorais, quando este foi candidato a deputado federal pelo PT, onde foram constatadas que seus recursos de campanha foram coptados em parte desta empresa que está diretamente envolvida na Operação Lava Jato, e que abasteceram com propinas os cofres das candidatos da estatura de Eduardo Cunha, que se encontra em processo de cassação de mandato por ter mentido sobre a titularidade de contas milionárias na Suíça que ocultavam o dinheiro recebido das propinas negociadas em campanha e apoios políticos.



O mais intrigante dessa história toda é que, mesmo após ter sido divulgado pela imprensa estadual que o dirigente sindical fez uso de dinheiro doado pelas empresa citada na Lava Jato, que por conseguinte é a mesmas que na época de 2014, quando disputou a eleição, afligiam as vidas dos trabalhadores das usinas do Madeira a quem Itamar dizia defender, o mesmo faz de tudo para esquivar-se de esclarecer os "porquês" de ter sido tão generosamente agraciado com quantias vultuosas pelas empresas contrárias aos interesses de seus defendidos.

Estranhamente, Itamar Ferreira silencia-se quando é perguntado e apenas atribuia a legalidade das doações perante a legislação eleitoral, deixando de lado a moralidade de tais surpreendentes favores, até então desconhecidos de seus eleitores que emergem das classes trabalhadoras.

O mais difícil de se entender é o fato de que em um universo de milhares de candidatos das mais variadas tendências econômicas, políticas e sociais, a escolha da Norberto Odebrecht para Rondônia tenha sido justamente pelo presidente estadual da CUT/RO, a qual tantas dores de cabeça causou ao andamento das obras que só em 2013 à 2014 tiveram mais de 4 paralisações com prejuízos estratosféricos para os cofres das empresas.

Itamar Ferreira foi candidato a deputado federal em 2014 pelo PT em Rondônia e recebeu como ‘doação de campanha’ R$ 95 mil da construtora Norberto Odebrecht, via Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores. Também chama a atenção uma doação feita pela Mineração Corumbaense Reunida S/A (MCR), no valor de R$ 100 mil, feita nominalmente ao candidato petista. A MCR aparece como uma das principais doadoras para a campanha eleitoral do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), com R$ 700 mil. A doação foi para o diretório do PMDB, que repassou a verba para o candidato. Ele também recebeu, igualmente por meio do diretório, R$ 1 milhão da CRBS, empresa especializada em prospecção mineral que investiu R$ 32,35 milhões na campanha de 2014, dos quais R$ 4 milhões para o Diretório Nacional do PMDB e R$ 600 mil para a direção fluminense do partido.(PAINEL POLÍTICO - http://painelpolitico.com/coluna-candidato-do-pt-em-ro-recebeu-doacao-de-empresa-que-tambem-financiou-cunha/).

Será que além de Cunha, Itamar Ferreira compartilha da mesma sensação de impunidade quanto as satisfações que qualquer político deve ao seu eleitorado?

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ESTOU EM PAZ, E VOCÊ ?

Um Diploma ou um Sacerdócio?

Que respostas podemos dar à indagação sobre os motivos de se exigir que o profissional de Jornalismo seja formado por uma faculdade?

Digamos, desde logo, que a faculdade não vai "fazer" um jornalista. Ela não lhe dá técnica se não houver aptidão, que denominamos de vocação.

A questão é mais séria e mais conseqüente. A faculdade, além das técnicas de trabalho, permite ao aluno a experiência de uma reflexão teórica e, principalmente, ética.

Não achamos absurdo que um médico deva fazer uma faculdade. É que vamos a ele entregar o nosso corpo, se necessário, para que ele corte, interfira dentro de seu funcionamento, etc.

Contudo, por vezes discutimos se existe necessidade de faculdade para a formação do jornalista, e nos esquecemos que ele faz uma intervenção muito mais radical sobre a comunidade, porque ele interfere, com seus artigos, suas informações e suas opiniões, diretamente dentro de nosso cérebro.

Acho que, pelo aspecto de cotidianidade que assumiu o Jornalismo, a maioria das pessoas esquece que o Jornalismo não é uma prática natural.

O Jornalismo é uma prática cultural, que não reflete a realidade, mas cria realidades, as chamadas representações sociais que interferem diretamente na formulação de nossas imagens sobre a realidade, em nossos valores, em nossos costumes e nossos hábitos, em nossa maneira de ver o mundo e de nos relacionar com os demais.

A função do Jornalismo, assim, é, socialmente, uma função extremamente importante e, dada a sua cotidianidade, até mais importante que a da medicina, pois, se não estamos doentes, em geral não temos necessidade de um médico, mas nossa necessidade de Jornalismo é constante, faz parte de nossas ações mais simples e, ao mesmo tempo mais decisivas, precisamos conhecer o que pensam e fazem nossos governantes, para podermos decidir sobre as atividades de nossa empresa; ou devemos buscar no Jornalismo a informação a respeito do comportamento do tempo, nas próximas horas, para decidirmos como sair de casa, quando plantar, ou se manter determinada programação festiva.

Buscamos o Jornalismo para consultar sobre uma sessão de cinema, sobre farmácias abertas em um feriadão, mas também para conhecermos a opinião de determinadas lideranças públicas a respeito de determinado tema, etc.

Tudo isso envolve a tecnologia e a técnica, o nível das aptidões, capacidades e domínio de rotinas de produção de um resultado final, que é a notícia.

Mas há coisas mais importantes: um bom jornalista precisa ter uma ampla visão de mundo, um conjunto imenso de informações, uma determinada sensibilidade para os acontecimentos e, sobretudo, o sentimento de responsabilidade diante da tarefa que realiza, diretamente dirigida aos outros, mais do que a si mesmo.

Quando discuto com meus colegas a respeito da responsabilidade que eu, como profissional tenho, com minha formação, resumo tudo dizendo: não quero depender de um colega de profissão, "transformado" em "jornalista profissional", que eventualmente eu não tenha preparado corretamente para a sua função.

A faculdade nos ajuda, justamente, a capacitar o profissional quanto às conseqüências de suas ações.

Mais que isso, dá ao jornalista, a responsabilidade de sua profissionalização, o que o leva a melhor compreender o sentido da tarefa social que realiza e, por isso mesmo, desenvolver não apenas um espírito de corpo, traduzido na associação, genericamente falando, e na sindicalização, mais especificamente, mas um sentimento de co-participação social, tarefa política (não partidária) das mais significativas.

Faça-se uma pergunta aos juízes do STF a quem compete agora julgar a questão, mais uma vez, questão que não deveria nem mais estar em discussão: eles gostariam, de ser mal informados?

Eles gostariam de não ter acesso a um conjunto de informações que, muitas vezes, são por eles buscadas até mesmo para bem decidirem sobre uma causa que lhes é apresentada através dos autos de um processo?

E eles gostariam de consultar uma fonte, sempre desconfiando dela?

Porque a responsabilidade do jornalista reside neste tensionamento que caracteriza o Jornalismo contemporâneo de nossa sociedade capitalista: transformada em objeto de consumo, traduzido enquanto um produto que é vendido, comercializado e industrializado, a notícia está muito mais dependente da responsabilidade do profissional da informação, que é o jornalista, do que da própria empresa jornalística que tem, nela, a necessidade do lucro.

Assim sendo, é da consciência aprofundada e conscientizada do jornalista quanto a seu trabalho, que depende a boa informação.

E tal posicionamento só se adquire nos bancos escolares, no debate aberto, no confronto de idéias, no debate sério e conseqüente que se desenvolve na faculdade.

Eis, em rápidos traços, alguns dos motivos pelos quais é fundamental que se continue a exigir a formação acadêmica para o jornalista profissional.

A academia não vai fazer um jornalista, mas vai, certamente, diminuir significativamente, a existência de maus profissionais que transformam a informação, traduzida na notícia, em simples mercadoria.

Danny Bueno
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