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segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Entrevista histórica do procurador da República Deltan Dallagnol ao Prog...

domingo, 18 de setembro de 2016

Aloízio Mercadante toma vaia em aeroporto de Portugal por tentar furar a...

Aloizio Mercadante foi vaiado no aeroporto de Lisboa por um grupo de brasileiros. 
Aparentemente, o petista queria ser atendido primeiro em uma fila, mas foi logo "convencido" a ir para o seu lugar:



sábado, 17 de setembro de 2016

Secretário Municipal de Saúde acusa o Estado pela insegurança generaliza...

Secretário Municipal de Saúde acusa o Estado pela insegurança generalizada na capital de Rondônia.

Revoltado com os constante assaltos nas unidades de saúde do município de Porto Velho, o secretário municipal de sáude, Domingos Sávio, concedeu entrevista à uma emissora de televisão declarando abertamente a precariedade com que o Estado tem tratado a questão e destacando a falta providências por parte do governo estadual que não tem, segundo ele, "cumprido a sua obrigação constitucional", através da Polícia militar do Estado de Rondônia e com isso contribuindo para que continue se agravando um quadro caótico na segurança pública.

Apesar de compreender as dificuldades apresentadas pela corporação da Polícia Militar, o secretário foi duro em suas declarações e literalmente jogou toda responsabilidade pela falta de segurança nas Unidades de Saúde do município e as duas Unidades de Pronto Atendimento - UPAs, nas costa do governo Estadual, e citou uma "reunião" realizada com o comando da Polícia Militar, a qual alegou às autoridades municipais que as razões que 
promovem a insegurança pública no Estado seria a falta de contingente efetivo de policiais que hoje detém um número de apenas 4 mil policiais disponíveis em todo Estado para promover a segurança, mas que, segundo o estado, esse contingente deveria ser de no mínimo o dobro, 8 mil policiais, para satisfazer as diligências necessárias que aplacariam a grande onda de violência que vem se instalando em todos as cidades de Rondônia.

Na lista das Unidades de Saúde e UPAs assaltadas por marginais na capital de Rondônia nos últimos 60 dias, o secretário listou as unidades de Terra Santa, a Unidade móvel do SAMU, as 2 UPAs e por fim a Unidade do Caladinho, na última segunda feira (12/09), onde os bandidos renderam os vigilantes, que tiveram suas armas levadas, assaltaram as pessoas que ali estavam para serem atendidas e hostilizaram os servidores.

Ainda segundo o secretário Domingos Sávio, além das unidades e UPAs citadas, cerca de 40% das unidades de saúde, dos cerca de 82 postos de saúde do município, já passaram pelo triste drama de serem assaltadas com objetos levados e em alguns casos pacientes, servidores e vigilantes são violentamente ameaçadas e agredidas pelos marginais.


Pra piorar ainda mais a situação da Unidade de Saúde, no bairro Caladinho, assaltado na última segunda feira, o governo do Estado ordenou a desativação da Base de Operações da Polícia Militar que ali operava, ao lado do posto de Saúde, agravando ainda mais as atividades criminosas que já existia na região.


Para exemplificar a "fragilidade da Polícia Militar", nas palavras do secretário, ele lembrou que a única solução apresentada pela polícia foi "passar uma ou duas vezes por dia lá nas unidades", revelando assim a mais completa falta de condições logísticas  e financeira do Estado em ampliar o nível de segurança.

O secretário fez questão ainda de lembrar em suas palavras, dos impostos pagos pelos munícipes e frisou que, apesar das dificuldades apresentadas: "é extremamente importante que o governo do Estado faça a sua parte", para só assim trazer tranquilidade a toda população de Rondônia.

Pra concluir, o secretário destacou que não são apenas os órgãos públicos que estão expostos a tanta violência, mas, a sociedade em geral que para ele, "não estão mais seguras em lugar nenhum, nem nas unidades, nem nas rua e nem nas nossas casas", e fez uso do microfone da emissora para enviar um recado direto aos assaltantes que vem atuando contra as unidades de saúde, lembrando que eles também fazem parte da comunidade, assim como seus familiares e a própria mãe deles pode a qualquer momento ter uma crise de hipertensão e vir a precisar do atendimento médico oferecido pelas unidades de saúde, e aí talvez a unidade de saúde talvez não venha a atende-la como deveria, em razão dos prejuízos causados pelos constantes assaltos, ao que disparou indignado a inconformada declaração: "então seu vagabundo procure outro lugar pra roubar, vai roubar em outro lugar.. cê não tem vergonha na sua cara de roubar uma unidade de saúde não rapaz".




terça-feira, 13 de setembro de 2016

COMPLETA - Marcos Valério fala à Moro e confirma chantagem feita à Lula ...

O publicitário depôs sobre operação para comprar o silêncio de empresário que ameaçava implicar Lula no crime.

Condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 38 anos de prisão por ser o operador financeiro do mensalão, o empresário Marcos Valério narrou nesta segunda-feira ao juiz federal Sergio Moro o que sabe sobre a operação petista para comprar o silêncio do empresário Ronan Maria Pinto, que ameaçava envolver o ex-presidente Lula no assassinato do ex-prefeito de Santo André Celso Daniel. Ao ser perguntado sobre o dinheiro pago a Ronan mediante a chantagem, Valério se virou para Moro, confirmou que tomou conhecimento do suborno, mas não quis entrar em detalhes: disse apenas que era algo “muito grave” e que temia pela sua vida no presídio.

“O que eu descobri é muito sério e eu não queria me envolver. E vou pedir para não responder essa pergunta porque é um assunto muito grave. Eu não quero correr riscos e eu estou preso em uma penitenciária”, afirmou ele.

Na esteira de sua condenação pelo Supremo Tribunal Federal em 2012, por envolvimento no esquema do mensalão, o publicitário Marcos Valério prestou um depoimento ao Ministério Público Federal naquele ano em que citava o caso do assassinato de Celso Daniel.

Valério indicou ao STF seu desejo de prestar novas declarações ao tribunal sobre o esquema. Um acordo de delação, contudo, nunca chegou a ser firmado. Na ocasião, o publicitário disse que um empréstimo concedido pelo Banco Schahin ao empresário José Carlos Bumlai em 2004 tinha como finalidade pagar uma extorsão a que eram submetidos Lula e o ex-ministro Gilberto Carvalho.

No depoimento de hoje, Valério explicou que foi Silvio Pereira, o Silvinho, ex-secretário-geral do PT, quem lhe contou sobre a extorsão e o procurou para transferir 6 milhões de reais a Ronan.“O termo certo é chantagem. Ouvi de Silvio Pereira na primeira conversa dentro do hotel Sofitel. Foi explícito isso, o ministro José Dirceu, o presidente Lula e Gilberto Carvalho estavam sendo chantageados”, afirmou Valério a Moro. Por fim, o publicitário contou que, ao descobrir quem era o empresário do ABC paulista, desistiu do negócio.

Com isso, o empréstimo foi assumido por Bumlai que conseguiu o dinheiro com o Banco Schahin em troca do contrato de operação do navio-sonda Vitória 10.000 da Petrobras. Ao juiz da Lava Jato, Valério disse que soube dessa história pelo presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto.

“Vou revelar para o senhor como é que eu fiquei sabendo desse assunto. O PT tem a mania de montar comitê de crise e, durante o processo do mensalão, montaram o comitê de crise, que era toda segunda-feira dentro do Palácio. Nesse comitê, no meu primeiro depoimento na CPI do mensalão, apareceu uma pessoa que eu nunca vi na minha vida. Chama-se Paulo Okamotto. Eu nunca o tinha visto. Ele se apresentou, conversamos sobre o escândalo e foi se passando o tempo. Esse Paulo Okamotto é que ficou me pajeando o tempo todo. Encontrei com ele ‘n’ vezes e, numa dessas, eu fiquei sabendo que o senhor José Carlos Bumlai tinha feito o empréstimo e eles tinham pago o empréstimo com o financiamento da sonda”, completou.

O advogado Fernando Augusto Fernandes, que defende o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, diz que com relação ao depoimento de Marcos Valério, hoje, em que Okamotto é citado “os depoimentos da Lava Jato, iniciados com fatos, descambaram para mentiras e invenções de condenados que querem se beneficiar com as delações premiadas”.




quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Geração "Não me toque" - Eis o retrato fiel do legado educacional deixad...

Em menos de 15 anos as normas e os padrões que regem a sistema educacional foram amplamente contaminados pelos conceitos do "Não me toque" , introduzidos pelos educadores petistas, que garantem a todo custo as mais absurdas manifestações de agressividade, hostilidade e vandalismo por parte dos alunos nas escola, enquanto os professores e até mesmo os pais se vêem reféns de atos criminosos violentos sem poder se quer conter a criança que está, por assim dizer, protegida pelo Estado, pelo simples fato de ser menor de idade, que pune severamente qualquer educador em tomar providências necessárias contra os menores infratores.




terça-feira, 6 de setembro de 2016

CUIABÁ - Homem pula da ponte de barriga e morre na hora

Identificado apenas como “Leandro da Lixeira”, um homem morreu ao pular da ponte Sérgio Motta, que passa sobre o Rio Cuiabá, entre Cuiabá e Várzea Grande, no estado do Mato Grosso. Outras pessoas estavam junto com a vítima e a polícia já está investigando o caso, que gerou bastante comentários nas redes sociais.

Nas imagens é possível ver que pelo menos quatro homens estão na beira da ponte, inclusive a vítima, quando está se pendura para pular e, provavelmente o rapaz que filma, diz para ele pular em pé, pois o rio é fundo. Em seguida Leandro pula e bate de barriga na água, vindo a ficar desacordado. Os amigos ficaram paralisados e esperaram na ponte para que alguém aparecesse e eles pedissem ajuda. Suspeita-se que todos os envolvidos na situação estavam sob efeito de bebidas alcoólicas e até mesmo substância entorpecentes.

Uma equipe do Corpo de Bombeiros foi ao local, mas devido já estar anoitecendo as buscas só iniciaram na manhã do dia seguinte. O afogamento será analisado com cautela e estudada.




sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Magno "Mito" Malta - Silencia o Brasil através de discurso histórico que...

As inúmeras peças de eloquente discursos do senador Magno Malta sempre tem o costume de arrancar o fôlego dos ouvintes inclusive dos opositores e dos demais senadores da república que não conseguem esconder a cara de admiração por tão grande habilidade linguística demonstrada pelo senador.

Mas, em sua fala diante de todo país, por ocasião do julgamento da ex-presidente-Dilma Roussef, desafiou todos os recordes já estabelecidos pelos maiores oradores que já ocuparam aquela tribuna nos mais de 125 anos de república estabelecida no Brasil.




Deputado federal "enrolado" pede voto para candidato a vereador Cagado e...

Lúcio Mosquini gravou vídeo de apoio ao vereador candidato à reeleição

Nomes bizarros na política brasileira não são nenhuma novidade, mas tem alguns que conseguem se superar. Um desses casos escatológicos é do candidato Hilton Emerick de Paiva, mais conhecido como “Cagado”, do PRP, de Mirante da Serra, em Rondônia.

Para dar uma ajuda ao “cagado”o deputado federal Lúcio Mosquini, esse sim bem “cagado” com a justiça após ter sido preso na Operação Ludus, por uma série de crimes cometidos quando era diretor do DER de Rondônia, resolveu dar “uma força” ao amigo. Vida de político, às vezes, não é fácil mesmo…




quinta-feira, 1 de setembro de 2016

JANAÍNA PASCHOAL - FAZ DISCURSO IMPECÁVEL E APONTA CRIME A CRIME DO GOVE...

Para resumir, bastaria dizer que a Dra, Janaína Paschoal simplesmente lavou a alma do povo brasileiro e expressou com exatidão, em palavras certeiras, toda indescritível dor, vergonha e revolta daqueles que foram às ruas para exigir a saída imediata do governo petista que destruiu a economia e a moral do Brasil perante o mundo.




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ESTOU EM PAZ, E VOCÊ ?

Um Diploma ou um Sacerdócio?

Que respostas podemos dar à indagação sobre os motivos de se exigir que o profissional de Jornalismo seja formado por uma faculdade?

Digamos, desde logo, que a faculdade não vai "fazer" um jornalista. Ela não lhe dá técnica se não houver aptidão, que denominamos de vocação.

A questão é mais séria e mais conseqüente. A faculdade, além das técnicas de trabalho, permite ao aluno a experiência de uma reflexão teórica e, principalmente, ética.

Não achamos absurdo que um médico deva fazer uma faculdade. É que vamos a ele entregar o nosso corpo, se necessário, para que ele corte, interfira dentro de seu funcionamento, etc.

Contudo, por vezes discutimos se existe necessidade de faculdade para a formação do jornalista, e nos esquecemos que ele faz uma intervenção muito mais radical sobre a comunidade, porque ele interfere, com seus artigos, suas informações e suas opiniões, diretamente dentro de nosso cérebro.

Acho que, pelo aspecto de cotidianidade que assumiu o Jornalismo, a maioria das pessoas esquece que o Jornalismo não é uma prática natural.

O Jornalismo é uma prática cultural, que não reflete a realidade, mas cria realidades, as chamadas representações sociais que interferem diretamente na formulação de nossas imagens sobre a realidade, em nossos valores, em nossos costumes e nossos hábitos, em nossa maneira de ver o mundo e de nos relacionar com os demais.

A função do Jornalismo, assim, é, socialmente, uma função extremamente importante e, dada a sua cotidianidade, até mais importante que a da medicina, pois, se não estamos doentes, em geral não temos necessidade de um médico, mas nossa necessidade de Jornalismo é constante, faz parte de nossas ações mais simples e, ao mesmo tempo mais decisivas, precisamos conhecer o que pensam e fazem nossos governantes, para podermos decidir sobre as atividades de nossa empresa; ou devemos buscar no Jornalismo a informação a respeito do comportamento do tempo, nas próximas horas, para decidirmos como sair de casa, quando plantar, ou se manter determinada programação festiva.

Buscamos o Jornalismo para consultar sobre uma sessão de cinema, sobre farmácias abertas em um feriadão, mas também para conhecermos a opinião de determinadas lideranças públicas a respeito de determinado tema, etc.

Tudo isso envolve a tecnologia e a técnica, o nível das aptidões, capacidades e domínio de rotinas de produção de um resultado final, que é a notícia.

Mas há coisas mais importantes: um bom jornalista precisa ter uma ampla visão de mundo, um conjunto imenso de informações, uma determinada sensibilidade para os acontecimentos e, sobretudo, o sentimento de responsabilidade diante da tarefa que realiza, diretamente dirigida aos outros, mais do que a si mesmo.

Quando discuto com meus colegas a respeito da responsabilidade que eu, como profissional tenho, com minha formação, resumo tudo dizendo: não quero depender de um colega de profissão, "transformado" em "jornalista profissional", que eventualmente eu não tenha preparado corretamente para a sua função.

A faculdade nos ajuda, justamente, a capacitar o profissional quanto às conseqüências de suas ações.

Mais que isso, dá ao jornalista, a responsabilidade de sua profissionalização, o que o leva a melhor compreender o sentido da tarefa social que realiza e, por isso mesmo, desenvolver não apenas um espírito de corpo, traduzido na associação, genericamente falando, e na sindicalização, mais especificamente, mas um sentimento de co-participação social, tarefa política (não partidária) das mais significativas.

Faça-se uma pergunta aos juízes do STF a quem compete agora julgar a questão, mais uma vez, questão que não deveria nem mais estar em discussão: eles gostariam, de ser mal informados?

Eles gostariam de não ter acesso a um conjunto de informações que, muitas vezes, são por eles buscadas até mesmo para bem decidirem sobre uma causa que lhes é apresentada através dos autos de um processo?

E eles gostariam de consultar uma fonte, sempre desconfiando dela?

Porque a responsabilidade do jornalista reside neste tensionamento que caracteriza o Jornalismo contemporâneo de nossa sociedade capitalista: transformada em objeto de consumo, traduzido enquanto um produto que é vendido, comercializado e industrializado, a notícia está muito mais dependente da responsabilidade do profissional da informação, que é o jornalista, do que da própria empresa jornalística que tem, nela, a necessidade do lucro.

Assim sendo, é da consciência aprofundada e conscientizada do jornalista quanto a seu trabalho, que depende a boa informação.

E tal posicionamento só se adquire nos bancos escolares, no debate aberto, no confronto de idéias, no debate sério e conseqüente que se desenvolve na faculdade.

Eis, em rápidos traços, alguns dos motivos pelos quais é fundamental que se continue a exigir a formação acadêmica para o jornalista profissional.

A academia não vai fazer um jornalista, mas vai, certamente, diminuir significativamente, a existência de maus profissionais que transformam a informação, traduzida na notícia, em simples mercadoria.

Danny Bueno
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