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quarta-feira, 11 de novembro de 2009
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Sessão de Descarrego:

Pai Arnápio, primeiramente o senhor tem que curar a "cogestão" do "demoneo" que traz o marido de volta, senão ele vai deixar de ser corno.

Essa ai foi uma facada da esposa no uso do cartão de crédito e, logo depois ela com certeza se arrependeu e devolveu o dinheiro pra igreja que eles dirigem.

Com uma cara desta esqueceram que ele deve ser um ex-telionatário de primeira.

Só mesmo um cão perdido pra ir se consultar com um charlatão desses.

Bom, pelo menos bronquite, coluna e levanta a moral eu sei que ele não errou, o resto, acho que nem o telefone escapa.
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Artigo: A imprensa marginalizada e a justiça de cristal
A cada dia que passa me convenço que é quase improvável que algum dia a justiça e a imprensa andem finalmente lado a lado na manutenção dos interesses da sociedade, enquanto uma confronta abertamente os problemas sociais e desnuda a realidade nua e crua a todo o momento, a justiça, cega por concepção, em vários casos, vira as costas para o papel destemido e muitas vezes até mesmo suicida da imprensa.
Seria tão mais fácil se os nossos ilustríssimos juristas de todo país bebessem da fonte dos trucidantes telefonemas, cartas e emails das fontes, e que houvesse um canal direto de comunicação que pudesse ajustar as duas funções em um só objetivo, impedir prováveis despautérios sociais, que quase sempre são anunciados, mas só combatidos quando já é tarde demais.
Não raro, muitas vezes, alguns promotores se omitem por confiar não nas palavras descritas nas matérias compostas com todo esmero por profissionais comprometidos com a verdade, antes preferem aguardar maiores acontecimentos para só então, sob o julgo da pressão popular arregaçar as mangas em prol do bem maior.
Não raro é, ver a credibilidade de um profissional da comunicação ser questionada até mesmo por aqueles que deveriam estar fazendo o trabalho pesado que o comunicador entregou de mãos beijadas, se possível fosse, tais profissionais seriam seriamente atirados ao desconsolo e a decepção depressiva de que a justiça não existe.
Mas, tais homens não são forjados na mesma cerne dos juristas de aluguel, mas são temperados com o escaldante sol que arde ao meio dia, quando um corrupto se encontra com seus comparsas para lesar mais uma comunidade ou são resfriados com os frios olhares dos capangas que precisam apenas de um deslize para executar para chegar as vias de fato em nome da “honra” do patrão.
Eu sei que sou um sonhador, e nunca tive dúvidas disso, pois vivo a todo momento percebendo os sorrisinhos de sarcasmo, os olhares mensageiros e meias palavras soltas pelos corredores do poder, em todas as instâncias, sei também que milhares de colegas já jogaram a toalha e renderam-se aos gordos convites de uma vida sem processos, ou seja em “paz” com os poderosos.
Sei também que muitos deles tentarão me taxar com termos piegas, pois já se encontram sedados pela desmotivação, mas no fundo somos todos iguais na essência de nossa infância profissional, quando tínhamos apenas um objetivo maior, salvar vidas através da escrita.
Mas, todos os dias quando acordo, faço questão de ir ao quarto dos meus filhos, mesmo os que estão distantes (vou em pensamento), e ao assistir aquele sono de sonhos, sem consciência da vida real que lá fora corre como uma locomotiva desgovernada, me revigoro e decido mais uma vez assumir, enquanto eles existirem, o papel de guardião de suas vidas e não consigo pensar em outra forma de cumprir o meu papel sem exercer a minha profissão com a devida ética e competência que esse sacerdócio (o jornalismo) exige.
Sei lá, a vida é uma grande ilusão, mas tenho a certeza que muitos pais fazem pelos seus filhos o que eu faço pelos meus.
Seria tão mais fácil se os nossos ilustríssimos juristas de todo país bebessem da fonte dos trucidantes telefonemas, cartas e emails das fontes, e que houvesse um canal direto de comunicação que pudesse ajustar as duas funções em um só objetivo, impedir prováveis despautérios sociais, que quase sempre são anunciados, mas só combatidos quando já é tarde demais.
Não raro, muitas vezes, alguns promotores se omitem por confiar não nas palavras descritas nas matérias compostas com todo esmero por profissionais comprometidos com a verdade, antes preferem aguardar maiores acontecimentos para só então, sob o julgo da pressão popular arregaçar as mangas em prol do bem maior.
Não raro é, ver a credibilidade de um profissional da comunicação ser questionada até mesmo por aqueles que deveriam estar fazendo o trabalho pesado que o comunicador entregou de mãos beijadas, se possível fosse, tais profissionais seriam seriamente atirados ao desconsolo e a decepção depressiva de que a justiça não existe.
Mas, tais homens não são forjados na mesma cerne dos juristas de aluguel, mas são temperados com o escaldante sol que arde ao meio dia, quando um corrupto se encontra com seus comparsas para lesar mais uma comunidade ou são resfriados com os frios olhares dos capangas que precisam apenas de um deslize para executar para chegar as vias de fato em nome da “honra” do patrão.
Eu sei que sou um sonhador, e nunca tive dúvidas disso, pois vivo a todo momento percebendo os sorrisinhos de sarcasmo, os olhares mensageiros e meias palavras soltas pelos corredores do poder, em todas as instâncias, sei também que milhares de colegas já jogaram a toalha e renderam-se aos gordos convites de uma vida sem processos, ou seja em “paz” com os poderosos.
Sei também que muitos deles tentarão me taxar com termos piegas, pois já se encontram sedados pela desmotivação, mas no fundo somos todos iguais na essência de nossa infância profissional, quando tínhamos apenas um objetivo maior, salvar vidas através da escrita.
Mas, todos os dias quando acordo, faço questão de ir ao quarto dos meus filhos, mesmo os que estão distantes (vou em pensamento), e ao assistir aquele sono de sonhos, sem consciência da vida real que lá fora corre como uma locomotiva desgovernada, me revigoro e decido mais uma vez assumir, enquanto eles existirem, o papel de guardião de suas vidas e não consigo pensar em outra forma de cumprir o meu papel sem exercer a minha profissão com a devida ética e competência que esse sacerdócio (o jornalismo) exige.
Sei lá, a vida é uma grande ilusão, mas tenho a certeza que muitos pais fazem pelos seus filhos o que eu faço pelos meus.
Aécio Neves: notícia de agressão à namorada é calúnia

Começou. A possível primeira vítima da internet, nesta pré-campanha, acaba de ser alvejada. Circula desde ontem com força avassaladora pela blogosfera, pelo twitter e pelas demais ramificações da rede a notícia de que o governador Aécio Neves, de Minas, teria empurrado e dado um tapa na namorada, Letícia, em uma festa no Rio. A moça nega com veemência a história. Teria apenas levado um tombo, depois de engatar o salto numa fresta do deck.
Em menos de 24 horas, não há desmentido que interrompa a corrente veritiginosa da notícia, seja ela falsa ou verdadeira. Assessores do governador declaram que se trata de uma calúnia. E afirmam em nota: “A Assessoria de Imprensa lamenta a reprodução de falsas e graves afirmações sem o cumprimento da prática jornalística de ouvir o outro lado, transformando-as, assim, de mera especulação em ataque à reputação e imagem do governador de Minas Gerais”.
Aécio, solteiro, 49 anos, namora Letícia há dois anos e não abre mão da sua condição de “homem de seu tempo”, como afirma. Frequenta festas, e circula com desenvoltura na esfera social. O episódio o atinge numa peculiaridade: não tem um casamento de 20 anos para exibir no meio político. Aos ultra-conservadores, a solteirice do governador não inspira confiança.
A história é exemplar no que diz respeito ao poder da internet. A liberdade na rede é inerente a este instrumento, que vem revolucionando a rotina da sociedade. Mas o prejuízo a reputações por ela provocado tem consequências ainda imprevisíveis. E nesta campanha eleitoral não será diferente.
A história, ainda que venha a ser reduzida a boato de internet, ou a noticiário não comprovado, pode provocar prejuízo grave para o governador tucano, que disputa com Serra a preferência pela candidatura à Presidência da República. Se responder diretamente a ela, Aécio dará visibilidade a um fato altamente negativo. Se deixá-la sem resposta, o episódio ganhará a força das lendas digitais. Que sirva de aviso aos navegantes: a internet é incontrolável e pode ser devastadora. Se você não pode com ela, não arrisque.


