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terça-feira, 21 de maio de 2019

Prefeito de Alta Floresta veta revogação que destituía teto de um salário mínimo para servidores e projeto volta para votação na Câmara


Alegando invasão de competência, o prefeito de Alta Floresta não sancionou a revogação votada na Câmara que traria de volta a estabilidade salarial ao quadro funcional de servidores da administração pública municipal.

Com o veto a revogação aprovada o prefeito racha sua base aliada e agrava mais ainda a desarmonia com a Câmara Municipal.

Mesmo após a revogação ter sido votada por unanimidade pelos 13 vereadores, bastava apenas que o prefeito sancionasse o projeto para trazer de volta a contratação de servidores por salários mais justos e compatíveis com as categorias, e assim, tentar harmonizar os setores basilares da prefeitura que são os maiores responsáveis pelo bom funcionamento operacional da máquina pública, que são o setor de obras, saúde e educação.

Mas, contrariando as expectativas dos servidores mais otimistas, Aziel Bezerra não só vetou a revogação aprovada pela Câmara, como ainda acusou os vereadores de estarem querendo fazer o serviço do executivo, ou seja, alegou a “invasão de competência”, que estabelece os limites que cada poder tem para desempenhar seu papel na ordem administrativa do município.

Com isso, além de não mexer um milímetro nos valores dos salários de contratação de servidores, aqueles que detém qualificações que possibilitam ganhos mais dignos, o prefeito de Alta Floresta dá um duro golpe na relação de harmonia com a Câmara de Vereadores, coisa que já não estava lá aquelas coisas.

O projeto que revogava os valores dos salários, de autoria do vereador Dida Pires (PPS), crítico ferrenho da cambaleante administração Aziel Bezerra (MDB), volta agora para a Câmara Municipal, aonde será novamente votado para a quebra do veto do prefeito ou a continuidade dos valores de um salário mínimo, como teto para a contratação de servidores com salários de mercado profissional bem acima de R$ 998,00.

Sem dúvidas alguma a administração Aziel Bezerra ficará marcada como a mais controversa e impopular de todas, superando até mesmo a sua administração anterior que já vinha marcada por dissabores com a maioria dos servidores, que não conseguiram a realização de um segundo concurso público prometido desde a primeira gestão.

Bastasse agora que o prefeito Aziel Bezerra acatasse a revogação da Câmara e desse uma enxugada nos cargos comissionados de alguns apadrinhados pela classe política, com salários exorbitantes em funções que pouco fazem além esperar cumprir o horário de ir pra casa, e não adianta ratear comigo que se bobear acabo colocando aqui na coluna uma lista de nomes de pessoas que ganham por 5 servidores de um salário mínimo e servem pra praticamente nada no quadro administrativo da prefeitura, além de não possuírem a qualificação necessária para o posto que ocupam.

Se fizessem isso, sobraria sim um bom dinheiro para contratar pessoas que realmente servirão com esteio para o município, mas, se não fez agora é ver aonde fica o “bril” dos vereadores que foram afrontados com o “passa moleque” do chefe do executivo, que os acusou de estarem metendo o nariz na roça dele.

 Na verdade, o blefe do prefeito só serve mesmo de pura cortina de fumaça, pois ele bem sabe que, legislativamente, os vereadores tem sim todo o poder de desfazer aquilo que eles mesmo criaram, apenas pretende ganhar tempo para chegar perto do prazo, em que obrigatoriamente, já assumiu junto ao TCE e Ministério Público a realização de um novo concurso público nos próximos 90 dias, e com isso dar uma aparência de que ainda tem fôlego administrativo pra cantar de galo em sua cozinha.

Como sempre, o povo e a classe trabalhadora do município que deveria ser a mais respeitada e valorizada fica no meio da queda de braços e astúcias dos políticos que guiados por delinquentes cegos, caminham em direção ao abismo da ignorância e concordância de que de tanto mentir a si mesmos acabam por acreditar que estão fazendo o bem, quando na verdade estão fazendo o mal.

OUÇA O ÁUDIO DA SESSÃO ORDINÁRIA DESTA TERÇA (21/05/2019):

Prefeito de Alta Floresta veta revogação que destituía teto de um salário mínimo para servidores e projeto volta para votação na Câmara

Alegando invasão de competência, o prefeito de Alta Floresta não sancionou a revogação votada na Câmara que traria de volta a estabilidade salarial ao quadro funcional de servidores da administração pública municipal.

Com o veto a revogação aprovada o prefeito racha sua base aliada e agrava mais ainda a desarmonia com a Câmara Municipal.

Mesmo após a revogação ter sido votada por unanimidade pelos 13 vereadores, bastava apenas que o prefeito sancionasse o projeto para trazer de volta a contratação de servidores por salários mais justos e compatíveis com as categorias, e assim, tentar harmonizar os setores basilares da prefeitura que são os maiores responsáveis pelo bom funcionamento operacional da máquina pública, que são o setor de obras, saúde e educação.

Mas, contrariando as expectativas dos servidores mais otimistas, Aziel Bezerra não só vetou a revogação aprovada pela Câmara, como ainda acusou os vereadores de estarem querendo fazer o serviço do executivo, ou seja, alegou a “invasão de competência”, que estabelece os limites que cada poder tem para desempenhar seu papel na ordem administrativa do município.

Com isso, além de não mexer um milímetro nos valores dos salários de contratação de servidores, aqueles que detém qualificações que possibilitam ganhos mais dignos, o prefeito de Alta Floresta dá um duro golpe na relação de harmonia com a Câmara de Vereadores, coisa que já não estava lá aquelas coisas.

O projeto que revogava os valores dos salários, de autoria do vereador Dida Pires (PPS), crítico ferrenho da cambaleante administração Aziel Bezerra (MDB), volta agora para a Câmara Municipal, aonde será novamente votado para a quebra do veto do prefeito ou a continuidade dos valores de um salário mínimo, como teto para a contratação de servidores com salários de mercado profissional bem acima de R$ 998,00.

Sem dúvidas alguma a administração Aziel Bezerra ficará marcada como a mais controversa e impopular de todas, superando até mesmo a sua administração anterior que já vinha marcada por dissabores com a maioria dos servidores, que não conseguiram a realização de um segundo concurso público prometido desde a primeira gestão.

Bastasse agora que o prefeito Aziel Bezerra acatasse a revogação da Câmara e desse uma enxugada nos cargos comissionados de alguns apadrinhados pela classe política, com salários exorbitantes em funções que pouco fazem além esperar cumprir o horário de ir pra casa, e não adianta ratear comigo que se bobear acabo colocando aqui na coluna uma lista de nomes de pessoas que ganham por 5 servidores de um salário mínimo e servem pra praticamente nada no quadro administrativo da prefeitura, além de não possuírem a qualificação necessária para o posto que ocupam.

Se fizessem isso, sobraria sim um bom dinheiro para contratar pessoas que realmente servirão com esteio para o município, mas, se não fez agora é ver aonde fica o “bril” dos vereadores que foram afrontados com o “passa moleque” do chefe do executivo, que os acusou de estarem metendo o nariz na roça dele.

 Na verdade, o blefe do prefeito só serve mesmo de pura cortina de fumaça, pois ele bem sabe que, legislativamente, os vereadores tem sim todo o poder de desfazer aquilo que eles mesmo criaram, apenas pretende ganhar tempo para chegar perto do prazo, em que obrigatoriamente, já assumiu junto ao TCE e Ministério Público a realização de um novo concurso público nos próximos 90 dias, e com isso dar uma aparência de que ainda tem fôlego administrativo pra cantar de galo em sua cozinha.

Como sempre, o povo e a classe trabalhadora do município que deveria ser a mais respeitada e valorizada fica no meio da queda de braços e astúcias dos políticos que guiados por delinquentes cegos, caminham em direção ao abismo da ignorância e concordância de que de tanto mentir a si mesmos acabam por acreditar que estão fazendo o bem, quando na verdade estão fazendo o mal.

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Prefeito de Alta Floresta veta revogação que destituía teto de um salário mínimo para servidores e projeto volta para votação na Câmara

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Com o veto a revogação aprovada o prefeito racha sua base aliada e agrava mais ainda a desarmonia com a Câmara Municipal.

Mesmo após a revogação ter sido votada por unanimidade pelos 13 vereadores, bastava apenas que o prefeito sancionasse o projeto para trazer de volta a contratação de servidores por salários mais justos e compatíveis com as categorias, e assim, tentar harmonizar os setores basilares da prefeitura que são os maiores responsáveis pelo bom funcionamento operacional da máquina pública, que são o setor de obras, saúde e educação.

Mas, contrariando as expectativas dos servidores mais otimistas, Aziel Bezerra não só vetou a revogação aprovada pela Câmara, como ainda acusou os vereadores de estarem querendo fazer o serviço do executivo, ou seja, alegou a “invasão de competência”, que estabelece os limites que cada poder tem para desempenhar seu papel na ordem administrativa do município.

Com isso, além de não mexer um milímetro nos valores dos salários de contratação de servidores, aqueles que detém qualificações que possibilitam ganhos mais dignos, o prefeito de Alta Floresta dá um duro golpe na relação de harmonia com a Câmara de Vereadores, coisa que já não estava lá aquelas coisas.

O projeto que revogava os valores dos salários, de autoria do vereador Dida Pires (PPS), crítico ferrenho da cambaleante administração Aziel Bezerra (MDB), volta agora para a Câmara Municipal, aonde será novamente votado para a quebra do veto do prefeito ou a continuidade dos valores de um salário mínimo, como teto para a contratação de servidores com salários de mercado profissional bem acima de R$ 998,00.

Sem dúvidas alguma a administração Aziel Bezerra ficará marcada como a mais controversa e impopular de todas, superando até mesmo a sua administração anterior que já vinha marcada por dissabores com a maioria dos servidores, que não conseguiram a realização de um segundo concurso público prometido desde a primeira gestão.

Bastasse agora que o prefeito Aziel Bezerra acatasse a revogação da Câmara e desse uma enxugada nos cargos comissionados de alguns apadrinhados pela classe política, com salários exorbitantes em funções que pouco fazem além esperar cumprir o horário de ir pra casa, e não adianta ratear comigo que se bobear acabo colocando aqui na coluna uma lista de nomes de pessoas que ganham por 5 servidores de um salário mínimo e servem pra praticamente nada no quadro administrativo da prefeitura, além de não possuírem a qualificação necessária para o posto que ocupam.

Se fizessem isso, sobraria sim um bom dinheiro para contratar pessoas que realmente servirão com esteio para o município, mas, se não fez agora é ver aonde fica o “bril” dos vereadores que foram afrontados com o “passa moleque” do chefe do executivo, que os acusou de estarem metendo o nariz na roça dele.

 Na verdade, o blefe do prefeito só serve mesmo de pura cortina de fumaça, pois ele bem sabe que, legislativamente, os vereadores tem sim todo o poder de desfazer aquilo que eles mesmo criaram, apenas pretende ganhar tempo para chegar perto do prazo, em que obrigatoriamente, já assumiu junto ao TCE e Ministério Público a realização de um novo concurso público nos próximos 90 dias, e com isso dar uma aparência de que ainda tem fôlego administrativo pra cantar de galo em sua cozinha.

Como sempre, o povo e a classe trabalhadora do município que deveria ser a mais respeitada e valorizada fica no meio da queda de braços e astúcias dos políticos que guiados por delinquentes cegos, caminham em direção ao abismo da ignorância e concordância de que de tanto mentir a si mesmos acabam por acreditar que estão fazendo o bem, quando na verdade estão fazendo o mal.

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Prefeito de Alta Floresta veta revogação que destituía teto de um salário mínimo para servidores e projeto volta para votação na Câmara

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Com o veto a revogação aprovada o prefeito racha sua base aliada e agrava mais ainda a desarmonia com a Câmara Municipal.

Mesmo após a revogação ter sido votada por unanimidade pelos 13 vereadores, bastava apenas que o prefeito sancionasse o projeto para trazer de volta a contratação de servidores por salários mais justos e compatíveis com as categorias, e assim, tentar harmonizar os setores basilares da prefeitura que são os maiores responsáveis pelo bom funcionamento operacional da máquina pública, que são o setor de obras, saúde e educação.

Mas, contrariando as expectativas dos servidores mais otimistas, Aziel Bezerra não só vetou a revogação aprovada pela Câmara, como ainda acusou os vereadores de estarem querendo fazer o serviço do executivo, ou seja, alegou a “invasão de competência”, que estabelece os limites que cada poder tem para desempenhar seu papel na ordem administrativa do município.

Com isso, além de não mexer um milímetro nos valores dos salários de contratação de servidores, aqueles que detém qualificações que possibilitam ganhos mais dignos, o prefeito de Alta Floresta dá um duro golpe na relação de harmonia com a Câmara de Vereadores, coisa que já não estava lá aquelas coisas.

O projeto que revogava os valores dos salários, de autoria do vereador Dida Pires (PPS), crítico ferrenho da cambaleante administração Aziel Bezerra (MDB), volta agora para a Câmara Municipal, aonde será novamente votado para a quebra do veto do prefeito ou a continuidade dos valores de um salário mínimo, como teto para a contratação de servidores com salários de mercado profissional bem acima de R$ 998,00.

Sem dúvidas alguma a administração Aziel Bezerra ficará marcada como a mais controversa e impopular de todas, superando até mesmo a sua administração anterior que já vinha marcada por dissabores com a maioria dos servidores, que não conseguiram a realização de um segundo concurso público prometido desde a primeira gestão.

Bastasse agora que o prefeito Aziel Bezerra acatasse a revogação da Câmara e desse uma enxugada nos cargos comissionados de alguns apadrinhados pela classe política, com salários exorbitantes em funções que pouco fazem além esperar cumprir o horário de ir pra casa, e não adianta ratear comigo que se bobear acabo colocando aqui na coluna uma lista de nomes de pessoas que ganham por 5 servidores de um salário mínimo e servem pra praticamente nada no quadro administrativo da prefeitura, além de não possuírem a qualificação necessária para o posto que ocupam.

Se fizessem isso, sobraria sim um bom dinheiro para contratar pessoas que realmente servirão com esteio para o município, mas, se não fez agora é ver aonde fica o “bril” dos vereadores que foram afrontados com o “passa moleque” do chefe do executivo, que os acusou de estarem metendo o nariz na roça dele.

 Na verdade, o blefe do prefeito só serve mesmo de pura cortina de fumaça, pois ele bem sabe que, legislativamente, os vereadores tem sim todo o poder de desfazer aquilo que eles mesmo criaram, apenas pretende ganhar tempo para chegar perto do prazo, em que obrigatoriamente, já assumiu junto ao TCE e Ministério Público a realização de um novo concurso público nos próximos 90 dias, e com isso dar uma aparência de que ainda tem fôlego administrativo pra cantar de galo em sua cozinha.

Como sempre, o povo e a classe trabalhadora do município que deveria ser a mais respeitada e valorizada fica no meio da queda de braços e astúcias dos políticos que guiados por delinquentes cegos, caminham em direção ao abismo da ignorância e concordância de que de tanto mentir a si mesmos acabam por acreditar que estão fazendo o bem, quando na verdade estão fazendo o mal.

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Prefeito de Alta Floresta veta revogação que destituía teto de um salário mínimo para servidores e projeto volta para votação na Câmara

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Com o veto a revogação aprovada o prefeito racha sua base aliada e agrava mais ainda a desarmonia com a Câmara Municipal.

Mesmo após a revogação ter sido votada por unanimidade pelos 13 vereadores, bastava apenas que o prefeito sancionasse o projeto para trazer de volta a contratação de servidores por salários mais justos e compatíveis com as categorias, e assim, tentar harmonizar os setores basilares da prefeitura que são os maiores responsáveis pelo bom funcionamento operacional da máquina pública, que são o setor de obras, saúde e educação.

Mas, contrariando as expectativas dos servidores mais otimistas, Aziel Bezerra não só vetou a revogação aprovada pela Câmara, como ainda acusou os vereadores de estarem querendo fazer o serviço do executivo, ou seja, alegou a “invasão de competência”, que estabelece os limites que cada poder tem para desempenhar seu papel na ordem administrativa do município.

Com isso, além de não mexer um milímetro nos valores dos salários de contratação de servidores, aqueles que detém qualificações que possibilitam ganhos mais dignos, o prefeito de Alta Floresta dá um duro golpe na relação de harmonia com a Câmara de Vereadores, coisa que já não estava lá aquelas coisas.

O projeto que revogava os valores dos salários, de autoria do vereador Dida Pires (PPS), crítico ferrenho da cambaleante administração Aziel Bezerra (MDB), volta agora para a Câmara Municipal, aonde será novamente votado para a quebra do veto do prefeito ou a continuidade dos valores de um salário mínimo, como teto para a contratação de servidores com salários de mercado profissional bem acima de R$ 998,00.

Sem dúvidas alguma a administração Aziel Bezerra ficará marcada como a mais controversa e impopular de todas, superando até mesmo a sua administração anterior que já vinha marcada por dissabores com a maioria dos servidores, que não conseguiram a realização de um segundo concurso público prometido desde a primeira gestão.

Bastasse agora que o prefeito Aziel Bezerra acatasse a revogação da Câmara e desse uma enxugada nos cargos comissionados de alguns apadrinhados pela classe política, com salários exorbitantes em funções que pouco fazem além esperar cumprir o horário de ir pra casa, e não adianta ratear comigo que se bobear acabo colocando aqui na coluna uma lista de nomes de pessoas que ganham por 5 servidores de um salário mínimo e servem pra praticamente nada no quadro administrativo da prefeitura, além de não possuírem a qualificação necessária para o posto que ocupam.

Se fizessem isso, sobraria sim um bom dinheiro para contratar pessoas que realmente servirão com esteio para o município, mas, se não fez agora é ver aonde fica o “bril” dos vereadores que foram afrontados com o “passa moleque” do chefe do executivo, que os acusou de estarem metendo o nariz na roça dele.

 Na verdade, o blefe do prefeito só serve mesmo de pura cortina de fumaça, pois ele bem sabe que, legislativamente, os vereadores tem sim todo o poder de desfazer aquilo que eles mesmo criaram, apenas pretende ganhar tempo para chegar perto do prazo, em que obrigatoriamente, já assumiu junto ao TCE e Ministério Público a realização de um novo concurso público nos próximos 90 dias, e com isso dar uma aparência de que ainda tem fôlego administrativo pra cantar de galo em sua cozinha.

Como sempre, o povo e a classe trabalhadora do município que deveria ser a mais respeitada e valorizada fica no meio da queda de braços e astúcias dos políticos que guiados por delinquentes cegos, caminham em direção ao abismo da ignorância e concordância de que de tanto mentir a si mesmos acabam por acreditar que estão fazendo o bem, quando na verdade estão fazendo o mal.

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Prefeito de Alta Floresta veta revogação que destituía teto de um salário mínimo para servidores e projeto volta para votação na Câmara

Alegando invasão de competência, o prefeito de Alta Floresta não sancionou a revogação votada na Câmara que traria de volta a estabilidade salarial ao quadro funcional de servidores da administração pública municipal.

Com o veto a revogação aprovada o prefeito racha sua base aliada e agrava mais ainda a desarmonia com a Câmara Municipal.

Mesmo após a revogação ter sido votada por unanimidade pelos 13 vereadores, bastava apenas que o prefeito sancionasse o projeto para trazer de volta a contratação de servidores por salários mais justos e compatíveis com as categorias, e assim, tentar harmonizar os setores basilares da prefeitura que são os maiores responsáveis pelo bom funcionamento operacional da máquina pública, que são o setor de obras, saúde e educação.

Mas, contrariando as expectativas dos servidores mais otimistas, Aziel Bezerra não só vetou a revogação aprovada pela Câmara, como ainda acusou os vereadores de estarem querendo fazer o serviço do executivo, ou seja, alegou a “invasão de competência”, que estabelece os limites que cada poder tem para desempenhar seu papel na ordem administrativa do município.

Com isso, além de não mexer um milímetro nos valores dos salários de contratação de servidores, aqueles que detém qualificações que possibilitam ganhos mais dignos, o prefeito de Alta Floresta dá um duro golpe na relação de harmonia com a Câmara de Vereadores, coisa que já não estava lá aquelas coisas.

O projeto que revogava os valores dos salários, de autoria do vereador Dida Pires (PPS), crítico ferrenho da cambaleante administração Aziel Bezerra (MDB), volta agora para a Câmara Municipal, aonde será novamente votado para a quebra do veto do prefeito ou a continuidade dos valores de um salário mínimo, como teto para a contratação de servidores com salários de mercado profissional bem acima de R$ 998,00.

Sem dúvidas alguma a administração Aziel Bezerra ficará marcada como a mais controversa e impopular de todas, superando até mesmo a sua administração anterior que já vinha marcada por dissabores com a maioria dos servidores, que não conseguiram a realização de um segundo concurso público prometido desde a primeira gestão.

Bastasse agora que o prefeito Aziel Bezerra acatasse a revogação da Câmara e desse uma enxugada nos cargos comissionados de alguns apadrinhados pela classe política, com salários exorbitantes em funções que pouco fazem além esperar cumprir o horário de ir pra casa, e não adianta ratear comigo que se bobear acabo colocando aqui na coluna uma lista de nomes de pessoas que ganham por 5 servidores de um salário mínimo e servem pra praticamente nada no quadro administrativo da prefeitura, além de não possuírem a qualificação necessária para o posto que ocupam.

Se fizessem isso, sobraria sim um bom dinheiro para contratar pessoas que realmente servirão com esteio para o município, mas, se não fez agora é ver aonde fica o “bril” dos vereadores que foram afrontados com o “passa moleque” do chefe do executivo, que os acusou de estarem metendo o nariz na roça dele.

 Na verdade, o blefe do prefeito só serve mesmo de pura cortina de fumaça, pois ele bem sabe que, legislativamente, os vereadores tem sim todo o poder de desfazer aquilo que eles mesmo criaram, apenas pretende ganhar tempo para chegar perto do prazo, em que obrigatoriamente, já assumiu junto ao TCE e Ministério Público a realização de um novo concurso público nos próximos 90 dias, e com isso dar uma aparência de que ainda tem fôlego administrativo pra cantar de galo em sua cozinha.

Como sempre, o povo e a classe trabalhadora do município que deveria ser a mais respeitada e valorizada fica no meio da queda de braços e astúcias dos políticos que guiados por delinquentes cegos, caminham em direção ao abismo da ignorância e concordância de que de tanto mentir a si mesmos acabam por acreditar que estão fazendo o bem, quando na verdade estão fazendo o mal.

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Com o veto a revogação aprovada o prefeito racha sua base aliada e agrava mais ainda a desarmonia com a Câmara Municipal.

Mesmo após a revogação ter sido votada por unanimidade pelos 13 vereadores, bastava apenas que o prefeito sancionasse o projeto para trazer de volta a contratação de servidores por salários mais justos e compatíveis com as categorias, e assim, tentar harmonizar os setores basilares da prefeitura que são os maiores responsáveis pelo bom funcionamento operacional da máquina pública, que são o setor de obras, saúde e educação.

Mas, contrariando as expectativas dos servidores mais otimistas, Aziel Bezerra não só vetou a revogação aprovada pela Câmara, como ainda acusou os vereadores de estarem querendo fazer o serviço do executivo, ou seja, alegou a “invasão de competência”, que estabelece os limites que cada poder tem para desempenhar seu papel na ordem administrativa do município.

Com isso, além de não mexer um milímetro nos valores dos salários de contratação de servidores, aqueles que detém qualificações que possibilitam ganhos mais dignos, o prefeito de Alta Floresta dá um duro golpe na relação de harmonia com a Câmara de Vereadores, coisa que já não estava lá aquelas coisas.

O projeto que revogava os valores dos salários, de autoria do vereador Dida Pires (PPS), crítico ferrenho da cambaleante administração Aziel Bezerra (MDB), volta agora para a Câmara Municipal, aonde será novamente votado para a quebra do veto do prefeito ou a continuidade dos valores de um salário mínimo, como teto para a contratação de servidores com salários de mercado profissional bem acima de R$ 998,00.

Sem dúvidas alguma a administração Aziel Bezerra ficará marcada como a mais controversa e impopular de todas, superando até mesmo a sua administração anterior que já vinha marcada por dissabores com a maioria dos servidores, que não conseguiram a realização de um segundo concurso público prometido desde a primeira gestão.

Bastasse agora que o prefeito Aziel Bezerra acatasse a revogação da Câmara e desse uma enxugada nos cargos comissionados de alguns apadrinhados pela classe política, com salários exorbitantes em funções que pouco fazem além esperar cumprir o horário de ir pra casa, e não adianta ratear comigo que se bobear acabo colocando aqui na coluna uma lista de nomes de pessoas que ganham por 5 servidores de um salário mínimo e servem pra praticamente nada no quadro administrativo da prefeitura, além de não possuírem a qualificação necessária para o posto que ocupam.

Se fizessem isso, sobraria sim um bom dinheiro para contratar pessoas que realmente servirão com esteio para o município, mas, se não fez agora é ver aonde fica o “bril” dos vereadores que foram afrontados com o “passa moleque” do chefe do executivo, que os acusou de estarem metendo o nariz na roça dele.

 Na verdade, o blefe do prefeito só serve mesmo de pura cortina de fumaça, pois ele bem sabe que, legislativamente, os vereadores tem sim todo o poder de desfazer aquilo que eles mesmo criaram, apenas pretende ganhar tempo para chegar perto do prazo, em que obrigatoriamente, já assumiu junto ao TCE e Ministério Público a realização de um novo concurso público nos próximos 90 dias, e com isso dar uma aparência de que ainda tem fôlego administrativo pra cantar de galo em sua cozinha.

Como sempre, o povo e a classe trabalhadora do município que deveria ser a mais respeitada e valorizada fica no meio da queda de braços e astúcias dos políticos que guiados por delinquentes cegos, caminham em direção ao abismo da ignorância e concordância de que de tanto mentir a si mesmos acabam por acreditar que estão fazendo o bem, quando na verdade estão fazendo o mal.

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Mas, contrariando as expectativas dos servidores mais otimistas, Aziel Bezerra não só vetou a revogação aprovada pela Câmara, como ainda acusou os vereadores de estarem querendo fazer o serviço do executivo, ou seja, alegou a “invasão de competência”, que estabelece os limites que cada poder tem para desempenhar seu papel na ordem administrativa do município.

Com isso, além de não mexer um milímetro nos valores dos salários de contratação de servidores, aqueles que detém qualificações que possibilitam ganhos mais dignos, o prefeito de Alta Floresta dá um duro golpe na relação de harmonia com a Câmara de Vereadores, coisa que já não estava lá aquelas coisas.

O projeto que revogava os valores dos salários, de autoria do vereador Dida Pires (PPS), crítico ferrenho da cambaleante administração Aziel Bezerra (MDB), volta agora para a Câmara Municipal, aonde será novamente votado para a quebra do veto do prefeito ou a continuidade dos valores de um salário mínimo, como teto para a contratação de servidores com salários de mercado profissional bem acima de R$ 998,00.

Sem dúvidas alguma a administração Aziel Bezerra ficará marcada como a mais controversa e impopular de todas, superando até mesmo a sua administração anterior que já vinha marcada por dissabores com a maioria dos servidores, que não conseguiram a realização de um segundo concurso público prometido desde a primeira gestão.

Bastasse agora que o prefeito Aziel Bezerra acatasse a revogação da Câmara e desse uma enxugada nos cargos comissionados de alguns apadrinhados pela classe política, com salários exorbitantes em funções que pouco fazem além esperar cumprir o horário de ir pra casa, e não adianta ratear comigo que se bobear acabo colocando aqui na coluna uma lista de nomes de pessoas que ganham por 5 servidores de um salário mínimo e servem pra praticamente nada no quadro administrativo da prefeitura, além de não possuírem a qualificação necessária para o posto que ocupam.

Se fizessem isso, sobraria sim um bom dinheiro para contratar pessoas que realmente servirão com esteio para o município, mas, se não fez agora é ver aonde fica o “bril” dos vereadores que foram afrontados com o “passa moleque” do chefe do executivo, que os acusou de estarem metendo o nariz na roça dele.

 Na verdade, o blefe do prefeito só serve mesmo de pura cortina de fumaça, pois ele bem sabe que, legislativamente, os vereadores tem sim todo o poder de desfazer aquilo que eles mesmo criaram, apenas pretende ganhar tempo para chegar perto do prazo, em que obrigatoriamente, já assumiu junto ao TCE e Ministério Público a realização de um novo concurso público nos próximos 90 dias, e com isso dar uma aparência de que ainda tem fôlego administrativo pra cantar de galo em sua cozinha.

Como sempre, o povo e a classe trabalhadora do município que deveria ser a mais respeitada e valorizada fica no meio da queda de braços e astúcias dos políticos que guiados por delinquentes cegos, caminham em direção ao abismo da ignorância e concordância de que de tanto mentir a si mesmos acabam por acreditar que estão fazendo o bem, quando na verdade estão fazendo o mal.

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Prefeito de Alta Floresta veta revogação que destituía teto de um salário mínimo para servidores e projeto volta para votação na Câmara

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Com o veto a revogação aprovada o prefeito racha sua base aliada e agrava mais ainda a desarmonia com a Câmara Municipal.

Mesmo após a revogação ter sido votada por unanimidade pelos 13 vereadores, bastava apenas que o prefeito sancionasse o projeto para trazer de volta a contratação de servidores por salários mais justos e compatíveis com as categorias, e assim, tentar harmonizar os setores basilares da prefeitura que são os maiores responsáveis pelo bom funcionamento operacional da máquina pública, que são o setor de obras, saúde e educação.

Mas, contrariando as expectativas dos servidores mais otimistas, Aziel Bezerra não só vetou a revogação aprovada pela Câmara, como ainda acusou os vereadores de estarem querendo fazer o serviço do executivo, ou seja, alegou a “invasão de competência”, que estabelece os limites que cada poder tem para desempenhar seu papel na ordem administrativa do município.

Com isso, além de não mexer um milímetro nos valores dos salários de contratação de servidores, aqueles que detém qualificações que possibilitam ganhos mais dignos, o prefeito de Alta Floresta dá um duro golpe na relação de harmonia com a Câmara de Vereadores, coisa que já não estava lá aquelas coisas.

O projeto que revogava os valores dos salários, de autoria do vereador Dida Pires (PPS), crítico ferrenho da cambaleante administração Aziel Bezerra (MDB), volta agora para a Câmara Municipal, aonde será novamente votado para a quebra do veto do prefeito ou a continuidade dos valores de um salário mínimo, como teto para a contratação de servidores com salários de mercado profissional bem acima de R$ 998,00.

Sem dúvidas alguma a administração Aziel Bezerra ficará marcada como a mais controversa e impopular de todas, superando até mesmo a sua administração anterior que já vinha marcada por dissabores com a maioria dos servidores, que não conseguiram a realização de um segundo concurso público prometido desde a primeira gestão.

Bastasse agora que o prefeito Aziel Bezerra acatasse a revogação da Câmara e desse uma enxugada nos cargos comissionados de alguns apadrinhados pela classe política, com salários exorbitantes em funções que pouco fazem além esperar cumprir o horário de ir pra casa, e não adianta ratear comigo que se bobear acabo colocando aqui na coluna uma lista de nomes de pessoas que ganham por 5 servidores de um salário mínimo e servem pra praticamente nada no quadro administrativo da prefeitura, além de não possuírem a qualificação necessária para o posto que ocupam.

Se fizessem isso, sobraria sim um bom dinheiro para contratar pessoas que realmente servirão com esteio para o município, mas, se não fez agora é ver aonde fica o “bril” dos vereadores que foram afrontados com o “passa moleque” do chefe do executivo, que os acusou de estarem metendo o nariz na roça dele.

 Na verdade, o blefe do prefeito só serve mesmo de pura cortina de fumaça, pois ele bem sabe que, legislativamente, os vereadores tem sim todo o poder de desfazer aquilo que eles mesmo criaram, apenas pretende ganhar tempo para chegar perto do prazo, em que obrigatoriamente, já assumiu junto ao TCE e Ministério Público a realização de um novo concurso público nos próximos 90 dias, e com isso dar uma aparência de que ainda tem fôlego administrativo pra cantar de galo em sua cozinha.

Como sempre, o povo e a classe trabalhadora do município que deveria ser a mais respeitada e valorizada fica no meio da queda de braços e astúcias dos políticos que guiados por delinquentes cegos, caminham em direção ao abismo da ignorância e concordância de que de tanto mentir a si mesmos acabam por acreditar que estão fazendo o bem, quando na verdade estão fazendo o mal.

OUÇA O ÁUDIO DA SESSÃO ORDINÁRIA DESTA TERÇA (21/05/2019):

Prefeito de Alta Floresta veta revogação que destituía teto de um salário mínimo para servidores e projeto volta para votação na Câmara

Alegando invasão de competência, o prefeito de Alta Floresta não sancionou a revogação votada na Câmara que traria de volta a estabilidade salarial ao quadro funcional de servidores da administração pública municipal.

Com o veto a revogação aprovada o prefeito racha sua base aliada e agrava mais ainda a desarmonia com a Câmara Municipal.

Mesmo após a revogação ter sido votada por unanimidade pelos 13 vereadores, bastava apenas que o prefeito sancionasse o projeto para trazer de volta a contratação de servidores por salários mais justos e compatíveis com as categorias, e assim, tentar harmonizar os setores basilares da prefeitura que são os maiores responsáveis pelo bom funcionamento operacional da máquina pública, que são o setor de obras, saúde e educação.

Mas, contrariando as expectativas dos servidores mais otimistas, Aziel Bezerra não só vetou a revogação aprovada pela Câmara, como ainda acusou os vereadores de estarem querendo fazer o serviço do executivo, ou seja, alegou a “invasão de competência”, que estabelece os limites que cada poder tem para desempenhar seu papel na ordem administrativa do município.

Com isso, além de não mexer um milímetro nos valores dos salários de contratação de servidores, aqueles que detém qualificações que possibilitam ganhos mais dignos, o prefeito de Alta Floresta dá um duro golpe na relação de harmonia com a Câmara de Vereadores, coisa que já não estava lá aquelas coisas.

O projeto que revogava os valores dos salários, de autoria do vereador Dida Pires (PPS), crítico ferrenho da cambaleante administração Aziel Bezerra (MDB), volta agora para a Câmara Municipal, aonde será novamente votado para a quebra do veto do prefeito ou a continuidade dos valores de um salário mínimo, como teto para a contratação de servidores com salários de mercado profissional bem acima de R$ 998,00.

Sem dúvidas alguma a administração Aziel Bezerra ficará marcada como a mais controversa e impopular de todas, superando até mesmo a sua administração anterior que já vinha marcada por dissabores com a maioria dos servidores, que não conseguiram a realização de um segundo concurso público prometido desde a primeira gestão.

Bastasse agora que o prefeito Aziel Bezerra acatasse a revogação da Câmara e desse uma enxugada nos cargos comissionados de alguns apadrinhados pela classe política, com salários exorbitantes em funções que pouco fazem além esperar cumprir o horário de ir pra casa, e não adianta ratear comigo que se bobear acabo colocando aqui na coluna uma lista de nomes de pessoas que ganham por 5 servidores de um salário mínimo e servem pra praticamente nada no quadro administrativo da prefeitura, além de não possuírem a qualificação necessária para o posto que ocupam.

Se fizessem isso, sobraria sim um bom dinheiro para contratar pessoas que realmente servirão com esteio para o município, mas, se não fez agora é ver aonde fica o “bril” dos vereadores que foram afrontados com o “passa moleque” do chefe do executivo, que os acusou de estarem metendo o nariz na roça dele.

 Na verdade, o blefe do prefeito só serve mesmo de pura cortina de fumaça, pois ele bem sabe que, legislativamente, os vereadores tem sim todo o poder de desfazer aquilo que eles mesmo criaram, apenas pretende ganhar tempo para chegar perto do prazo, em que obrigatoriamente, já assumiu junto ao TCE e Ministério Público a realização de um novo concurso público nos próximos 90 dias, e com isso dar uma aparência de que ainda tem fôlego administrativo pra cantar de galo em sua cozinha.

Como sempre, o povo e a classe trabalhadora do município que deveria ser a mais respeitada e valorizada fica no meio da queda de braços e astúcias dos políticos que guiados por delinquentes cegos, caminham em direção ao abismo da ignorância e concordância de que de tanto mentir a si mesmos acabam por acreditar que estão fazendo o bem, quando na verdade estão fazendo o mal.

OUÇA O ÁUDIO DA SESSÃO ORDINÁRIA DESTA TERÇA (21/05/2019):

terça-feira, 14 de maio de 2019

Após escancarar problemas na saúde de Alta Floresta, Secretária de Saúde é exonerada sumariamente pelo prefeito


Publicado em 14/05/2019 – 

A ex-secretária de Saúde, Roberta Cordeiro, afirma que foi surpreendida pela notícia de sua saída do quadro administrativo do município, simplesmente recebeu um comunicado de que não era mais a titular da pasta, no último dia 10/05.

Secretária exonerada por falar a verdade é considerada por todos vereadores como um exemplo profissional e de extrema boa vontade para com a população.

Cai de vez uma por todas a áurea de “bom moço” do prefeito Aziel Bezerra, que segundo alguns defensores ferrenhos é uma homem de “bom senso”, calmo e tranquilo e que não toma decisões levado pela emoção, pois ao fazer uso de suas atribuições executivas e exonerar, da forma mais fria e sumária possível, a secretária municipal de saúde, Roberta Cordeiro, revela a todos o nível de stress em que se encontra sua gestão e a mais completa falta de reconhecimento e consideração por aqueles que estão tentando ajudá-lo a salvar o município, chafurdado no desgoverno.

Fica cada dia mais difícil de se entender o que se passa de fato pela cabeça do chefe de executivo de Alta Floresta, pois quando a gente pensa que pelo fato dos secretários estarem trazendo a público as principais mazelas do município, aparentemente, como uma forma de dar o mínimo de transparência as parcas informações repassadas pela prefeitura, tanto aos vereadores como a população em geral, e que isso seria um lampejo de lucidez administrativa da parte do senhor prefeito e sua equipe, ele simplesmente assume o papel de sabotador de sí mesmo, e deixa claro que prefere adotar a vingança cega como regra máxima de sua gestão, e punir da pior forma possível, aqueles que tentam dar o seu melhor.

Há uns tempos atrás, ouvi da boca de um vereador que aqueles da imprensa que só criticam as ações de governo da prefeitura e o apoio dado a esta pela Câmara Municipal jogavam no time do “quanto pior, melhor”, pois bem, os fatos falam por sí mesmo, não há o que se acusar a imprensa local de jogar contra a prefeitura e os vereadores que apoiam esta gestão, pois o próprio prefeito  e seus asseclas demonstram com maestria que quando a gente pensa que a coisa está ruim, ele ainda consegue dar pincelada de mestre e deixar pior do que já estava.

Pelo menos, ao que parece, a cada sessão da Câmara os vereadores da base do prefeito vão se rendendo a razão e percebendo que a coisa do jeito que vai acabará que nem Nero deixou Roma.

Será que, esses vereadores criarão coragem suficiente para se unir aqueles que estão dispostos a criar uma Comissão Parlamentar de Inquérito – CPI, e promover uma devassa na administração pública executiva? Ou vão esperar para esfaqueá-lo apenas na última hora, como Brutus fez a César?

Uma coisa eu tenho certeza, morrer abraçado no precipício que o prefeito está caindo é que não vão.

Eu, sinceramente, ainda confio mais no Ministério Público que demonstrou por várias vezes que se importa com a povo de Alta Floresta, e já recebeu, só  na última semana, pelo menos duas denúncias consistentes que podem sim levar o senhor prefeito, Aziel Bezerra a ser afastado da prefeitura, e isso, estamos falando só da parte da saúde, que deveria ser a sua principal marca administrativa, por se tratar de um profissional da área, mas, ainda bem que não está mais atuando, pois se fazia no campo profissional o que está fazendo na saúde de Alta Floresta, era melhor que nunca tivesse se formado.

Digo isso, por que todos sabemos que os médicos fazem um juramento de salvar vidas e honrar a sua medicina com as melhores praticas de saúde, esse juramento, chamado de juramento de Hipócrates é um voto sagrado que deveria servir como regra de vida para cada profissional da medicina moderna, mas, na prática não é nada disso que se vê nas ações da gestão do prefeito e médico Aziel Bezerra.

Vamos aguardar o desenrolar dos próximos capítulos desta tragédia grega e ver o que vem pela frente, de uma coisa eu tenho certeza, seja qual for o final dessa história, o povo sofrido e batalhador de Alta Floresta será sempre o mais prejudicado e esquecido pelos personagens principais, só sei que eu estarei aqui pra contar a história e mostrar o perfil de cada um, e dar a chance desse povo sofrido a julgar com mais prudencia na hora de escolher seus representantes políticos nas urnas das próximas eleições

COLUNA AF – ANÁLISE DOS FATOS (Danny Bueno).

 

Após escancarar problemas na saúde de Alta Floresta, Secretária de Saúde é exonerada sumariamente pelo prefeito

Publicado em 14/05/2019 – 

A ex-secretária de Saúde, Roberta Cordeiro, afirma que foi surpreendida pela notícia de sua saída do quadro administrativo do município, simplesmente recebeu um comunicado de que não era mais a titular da pasta, no último dia 10/05.

Secretária exonerada por falar a verdade é considerada por todos vereadores como um exemplo profissional e de extrema boa vontade para com a população.

Cai de vez uma por todas a áurea de “bom moço” do prefeito Aziel Bezerra, que segundo alguns defensores ferrenhos é uma homem de “bom senso”, calmo e tranquilo e que não toma decisões levado pela emoção, pois ao fazer uso de suas atribuições executivas e exonerar, da forma mais fria e sumária possível, a secretária municipal de saúde, Roberta Cordeiro, revela a todos o nível de stress em que se encontra sua gestão e a mais completa falta de reconhecimento e consideração por aqueles que estão tentando ajudá-lo a salvar o município, chafurdado no desgoverno.

Fica cada dia mais difícil de se entender o que se passa de fato pela cabeça do chefe de executivo de Alta Floresta, pois quando a gente pensa que pelo fato dos secretários estarem trazendo a público as principais mazelas do município, aparentemente, como uma forma de dar o mínimo de transparência as parcas informações repassadas pela prefeitura, tanto aos vereadores como a população em geral, e que isso seria um lampejo de lucidez administrativa da parte do senhor prefeito e sua equipe, ele simplesmente assume o papel de sabotador de sí mesmo, e deixa claro que prefere adotar a vingança cega como regra máxima de sua gestão, e punir da pior forma possível, aqueles que tentam dar o seu melhor.

Há uns tempos atrás, ouvi da boca de um vereador que aqueles da imprensa que só criticam as ações de governo da prefeitura e o apoio dado a esta pela Câmara Municipal jogavam no time do “quanto pior, melhor”, pois bem, os fatos falam por sí mesmo, não há o que se acusar a imprensa local de jogar contra a prefeitura e os vereadores que apoiam esta gestão, pois o próprio prefeito  e seus asseclas demonstram com maestria que quando a gente pensa que a coisa está ruim, ele ainda consegue dar pincelada de mestre e deixar pior do que já estava.

Pelo menos, ao que parece, a cada sessão da Câmara os vereadores da base do prefeito vão se rendendo a razão e percebendo que a coisa do jeito que vai acabará que nem Nero deixou Roma.

Será que, esses vereadores criarão coragem suficiente para se unir aqueles que estão dispostos a criar uma Comissão Parlamentar de Inquérito – CPI, e promover uma devassa na administração pública executiva? Ou vão esperar para esfaqueá-lo apenas na última hora, como Brutus fez a César?

Uma coisa eu tenho certeza, morrer abraçado no precipício que o prefeito está caindo é que não vão.

Eu, sinceramente, ainda confio mais no Ministério Público que demonstrou por várias vezes que se importa com a povo de Alta Floresta, e já recebeu, só  na última semana, pelo menos duas denúncias consistentes que podem sim levar o senhor prefeito, Aziel Bezerra a ser afastado da prefeitura, e isso, estamos falando só da parte da saúde, que deveria ser a sua principal marca administrativa, por se tratar de um profissional da área, mas, ainda bem que não está mais atuando, pois se fazia no campo profissional o que está fazendo na saúde de Alta Floresta, era melhor que nunca tivesse se formado.

Digo isso, por que todos sabemos que os médicos fazem um juramento de salvar vidas e honrar a sua medicina com as melhores praticas de saúde, esse juramento, chamado de juramento de Hipócrates é um voto sagrado que deveria servir como regra de vida para cada profissional da medicina moderna, mas, na prática não é nada disso que se vê nas ações da gestão do prefeito e médico Aziel Bezerra.

Vamos aguardar o desenrolar dos próximos capítulos desta tragédia grega e ver o que vem pela frente, de uma coisa eu tenho certeza, seja qual for o final dessa história, o povo sofrido e batalhador de Alta Floresta será sempre o mais prejudicado e esquecido pelos personagens principais, só sei que eu estarei aqui pra contar a história e mostrar o perfil de cada um, e dar a chance desse povo sofrido a julgar com mais prudencia na hora de escolher seus representantes políticos nas urnas das próximas eleições

COLUNA AF – ANÁLISE DOS FATOS (Danny Bueno).