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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020
MP volta a investigar Romoaldo Jr. por venda de terreno a 15 mil reais, quando foi prefeito de Alta Floresta
Uma nova acusação feita pelo Ministério Público de Alta Floresta, coloca em foco novamente os atos do deputado Romoaldo Junior, durante sua gestão no município, no período de 2001 à 2004.
A nova peça processual movida pela 2ª Promotoria de Justiça de Alta Floresta, na pessoa da Promotora Carina Sfredo Dal Molin, acusa o atual deputado do estado de Mato Grosso, Romoaldo Aloisio Boraczynski Junior (MDB), de ter se valido do cargo de prefeito do município para promover a venda de um imóvel de 450 Mt2, pelo valor de R$ 15.00,00, em seu último ano de mandato, em 2004. O Ministério Público aponta que o terreno foi “barganhado”, por meio de Concorrência Pública, apesar disso, nenhum documento referente ao processo de doação ou venda foi localizado no acervo de documentos do município, tendo sido encontrado apenas o “Edital de licitação, a minuta do contrato e Publicação de Aviso da Concorrência nº 001/2014, não sendo constatado em anexo a proposta de pagamento da aquisição do imóvel pelos interessados, como por exemplo o valor da entrada e o Parcelamento do Saldo”, diz trecho da fundamentação que embasou a instauração do inquérito”. Também não foi encontrado no edital do processo o lote ao qual pertence o imóvel e, além disso, não foi possível localizar comprovantes de depósito bancário nos anos de 2004 e 2005 que fossem referentes à venda do imóvel. Por não lograr êxito nas buscas dos documentos solicitados a Procuradoria Geral do Município, a Promotora de Justiça, Carina Sfredo Dal Molin, determinou mais 15 dias para que tais documentos sobre o caso atípico sejam localizados, bem como uma cópia legível do processo licitatório que resultou na venda do lote, já que a documentação encaminhada estava ilegível; informações sobre a validade do contrato firmado para a venda do imóvel; outros documentos referentes ao processo, principalmente do que se refere à informação de que o lote não existia na licitação. A época da negociação, Ney Garcia Teles, era o secretário de finanças do município, e também participou da transação, e ambos, Romoaldo e Ney, foram recentemente condenados pelo pleno do Tribunal de Justiça de Mato Grosso justamente pela alienação de um lote urbano em favor do empresário Paulo César Moretti, no ano de 2001, início de mandato. Ambos foram condenados a 02 anos e 03 meses de reclusão em regime semi aberto, e a inabilitação de exercer cargo ou função pública, sendo esta a terceira condenação do ex-prefeito de Alta Floresta aplicada pela justiça de Mato Grosso nos últimos seis meses. O deputado já havia sido condenado a devolver valores ao erário público municipal, por desvio de dinheiro público quando da não execução de um refeitório em escola pública do município e por desvio de verbas do setor de transporte escolar, na zona rural de Alta Floresta. O QUE DIZ O DEPUTADO Em contato telefônico com o deputado Romoaldo Junior, o mesmo afirmou que “faria tudo de novo“, pois não enxerga ilegalidades nos atos de sua gestão, em período algum. O deputado aproveitou também para alfinetar o MP quanto ao atraso nas investigações, que estão sendo promovidas “20 anos após o ocorrido”, e que, como gestor, para qualquer um, seria “humanamente impossível” acompanhar a venda e desafetação de cerca de 1.300 lotes que foram repassados na época. Na conta do deputado, o Ministério Público o acusa de ter tratado pelo menos 20 terrenos do município sem o devido processo licitatório, porém, como justificativa, alega que tudo faz parte de um rito administrativo natural onde nenhum prefeito do país tem o hábito de promover licitação nesses casos, e que o próprio Ministério Público na época foi convocado a acompanhar os leilões dos imóveis, tendo parte dos processos de doação aprovados pela Câmara Municipal de Alta Floresta. O deputado concluiu dizendo que respeita o papel do Ministério Público, por ser um órgão fiscalizador, mas, que se sente seguro pois tudo o que fez está correto e certo, dentro da concepção de seu mandato que, segundo ele, promoveu “magníficas obras” no município, como a doação das áreas verdes para a população, a venda dos terrenos mais nobres, a Praça do avião, o Fórum, a Promotoria, “aonde a Promotora tá lá hoje trabalhando”, a feira livre e compra de maquinários.
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MP volta a investigar Romoaldo Jr. por venda de terreno a 15 mil reais, quando foi prefeito de Alta Floresta
Uma nova acusação feita pelo Ministério Público de Alta Floresta, coloca em foco novamente os atos do deputado Romoaldo Junior, durante sua gestão no município, no período de 2001 à 2004.

A nova peça processual movida pela 2ª Promotoria de Justiça de Alta Floresta, na pessoa da Promotora Carina Sfredo Dal Molin, acusa o atual deputado do estado de Mato Grosso, Romoaldo Aloisio Boraczynski Junior (MDB), de ter se valido do cargo de prefeito do município para promover a venda de um imóvel de 450 Mt2, pelo valor de R$ 15.00,00, em seu último ano de mandato, em 2004. O Ministério Público aponta que o terreno foi “barganhado”, por meio de Concorrência Pública, apesar disso, nenhum documento referente ao processo de doação ou venda foi localizado no acervo de documentos do município, tendo sido encontrado apenas o “Edital de licitação, a minuta do contrato e Publicação de Aviso da Concorrência nº 001/2014, não sendo constatado em anexo a proposta de pagamento da aquisição do imóvel pelos interessados, como por exemplo o valor da entrada e o Parcelamento do Saldo”, diz trecho da fundamentação que embasou a instauração do inquérito”. Também não foi encontrado no edital do processo o lote ao qual pertence o imóvel e, além disso, não foi possível localizar comprovantes de depósito bancário nos anos de 2004 e 2005 que fossem referentes à venda do imóvel. Por não lograr êxito nas buscas dos documentos solicitados a Procuradoria Geral do Município, a Promotora de Justiça, Carina Sfredo Dal Molin, determinou mais 15 dias para que tais documentos sobre o caso atípico sejam localizados, bem como uma cópia legível do processo licitatório que resultou na venda do lote, já que a documentação encaminhada estava ilegível; informações sobre a validade do contrato firmado para a venda do imóvel; outros documentos referentes ao processo, principalmente do que se refere à informação de que o lote não existia na licitação. A época da negociação, Ney Garcia Teles, era o secretário de finanças do município, e também participou da transação, e ambos, Romoaldo e Ney, foram recentemente condenados pelo pleno do Tribunal de Justiça de Mato Grosso justamente pela alienação de um lote urbano em favor do empresário Paulo César Moretti, no ano de 2001, início de mandato. Ambos foram condenados a 02 anos e 03 meses de reclusão em regime semi aberto, e a inabilitação de exercer cargo ou função pública, sendo esta a terceira condenação do ex-prefeito de Alta Floresta aplicada pela justiça de Mato Grosso nos últimos seis meses. O deputado já havia sido condenado a devolver valores ao erário público municipal, por desvio de dinheiro público quando da não execução de um refeitório em escola pública do município e por desvio de verbas do setor de transporte escolar, na zona rural de Alta Floresta. O QUE DIZ O DEPUTADO Em contato telefônico com o deputado Romoaldo Junior, o mesmo afirmou que “faria tudo de novo“, pois não enxerga ilegalidades nos atos de sua gestão, em período algum. O deputado aproveitou também para alfinetar o MP quanto ao atraso nas investigações, que estão sendo promovidas “20 anos após o ocorrido”, e que, como gestor, para qualquer um, seria “humanamente impossível” acompanhar a venda e desafetação de cerca de 1.300 lotes que foram repassados na época. Na conta do deputado, o Ministério Público o acusa de ter tratado pelo menos 20 terrenos do município sem o devido processo licitatório, porém, como justificativa, alega que tudo faz parte de um rito administrativo natural onde nenhum prefeito do país tem o hábito de promover licitação nesses casos, e que o próprio Ministério Público na época foi convocado a acompanhar os leilões dos imóveis, tendo parte dos processos de doação aprovados pela Câmara Municipal de Alta Floresta. O deputado concluiu dizendo que respeita o papel do Ministério Público, por ser um órgão fiscalizador, mas, que se sente seguro pois tudo o que fez está correto e certo, dentro da concepção de seu mandato que, segundo ele, promoveu “magníficas obras” no município, como a doação das áreas verdes para a população, a venda dos terrenos mais nobres, a Praça do avião, o Fórum, a Promotoria, “aonde a Promotora tá lá hoje trabalhando”, a feira livre e compra de maquinários.
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MP volta a investigar Romoaldo Jr. por venda de terreno a 15 mil reais, quando foi prefeito de Alta Floresta
Uma nova acusação feita pelo Ministério Público de Alta Floresta, coloca em foco novamente os atos do deputado Romoaldo Junior, durante sua gestão no município, no período de 2001 à 2004.

A nova peça processual movida pela 2ª Promotoria de Justiça de Alta Floresta, na pessoa da Promotora Carina Sfredo Dal Molin, acusa o atual deputado do estado de Mato Grosso, Romoaldo Aloisio Boraczynski Junior (MDB), de ter se valido do cargo de prefeito do município para promover a venda de um imóvel de 450 Mt2, pelo valor de R$ 15.00,00, em seu último ano de mandato, em 2004. O Ministério Público aponta que o terreno foi “barganhado”, por meio de Concorrência Pública, apesar disso, nenhum documento referente ao processo de doação ou venda foi localizado no acervo de documentos do município, tendo sido encontrado apenas o “Edital de licitação, a minuta do contrato e Publicação de Aviso da Concorrência nº 001/2014, não sendo constatado em anexo a proposta de pagamento da aquisição do imóvel pelos interessados, como por exemplo o valor da entrada e o Parcelamento do Saldo”, diz trecho da fundamentação que embasou a instauração do inquérito”. Também não foi encontrado no edital do processo o lote ao qual pertence o imóvel e, além disso, não foi possível localizar comprovantes de depósito bancário nos anos de 2004 e 2005 que fossem referentes à venda do imóvel. Por não lograr êxito nas buscas dos documentos solicitados a Procuradoria Geral do Município, a Promotora de Justiça, Carina Sfredo Dal Molin, determinou mais 15 dias para que tais documentos sobre o caso atípico sejam localizados, bem como uma cópia legível do processo licitatório que resultou na venda do lote, já que a documentação encaminhada estava ilegível; informações sobre a validade do contrato firmado para a venda do imóvel; outros documentos referentes ao processo, principalmente do que se refere à informação de que o lote não existia na licitação. A época da negociação, Ney Garcia Teles, era o secretário de finanças do município, e também participou da transação, e ambos, Romoaldo e Ney, foram recentemente condenados pelo pleno do Tribunal de Justiça de Mato Grosso justamente pela alienação de um lote urbano em favor do empresário Paulo César Moretti, no ano de 2001, início de mandato. Ambos foram condenados a 02 anos e 03 meses de reclusão em regime semi aberto, e a inabilitação de exercer cargo ou função pública, sendo esta a terceira condenação do ex-prefeito de Alta Floresta aplicada pela justiça de Mato Grosso nos últimos seis meses. O deputado já havia sido condenado a devolver valores ao erário público municipal, por desvio de dinheiro público quando da não execução de um refeitório em escola pública do município e por desvio de verbas do setor de transporte escolar, na zona rural de Alta Floresta. O QUE DIZ O DEPUTADO Em contato telefônico com o deputado Romoaldo Junior, o mesmo afirmou que “faria tudo de novo“, pois não enxerga ilegalidades nos atos de sua gestão, em período algum. O deputado aproveitou também para alfinetar o MP quanto ao atraso nas investigações, que estão sendo promovidas “20 anos após o ocorrido”, e que, como gestor, para qualquer um, seria “humanamente impossível” acompanhar a venda e desafetação de cerca de 1.300 lotes que foram repassados na época. Na conta do deputado, o Ministério Público o acusa de ter tratado pelo menos 20 terrenos do município sem o devido processo licitatório, porém, como justificativa, alega que tudo faz parte de um rito administrativo natural onde nenhum prefeito do país tem o hábito de promover licitação nesses casos, e que o próprio Ministério Público na época foi convocado a acompanhar os leilões dos imóveis, tendo parte dos processos de doação aprovados pela Câmara Municipal de Alta Floresta. O deputado concluiu dizendo que respeita o papel do Ministério Público, por ser um órgão fiscalizador, mas, que se sente seguro pois tudo o que fez está correto e certo, dentro da concepção de seu mandato que, segundo ele, promoveu “magníficas obras” no município, como a doação das áreas verdes para a população, a venda dos terrenos mais nobres, a Praça do avião, o Fórum, a Promotoria, “aonde a Promotora tá lá hoje trabalhando”, a feira livre e compra de maquinários.
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MP volta a investigar Romoaldo Jr. por venda de terreno a 15 mil reais, quando foi prefeito de Alta Floresta
Uma nova acusação feita pelo Ministério Público de Alta Floresta, coloca em foco novamente os atos do deputado Romoaldo Junior, durante sua gestão no município, no período de 2001 à 2004.

A nova peça processual movida pela 2ª Promotoria de Justiça de Alta Floresta, na pessoa da Promotora Carina Sfredo Dal Molin, acusa o atual deputado do estado de Mato Grosso, Romoaldo Aloisio Boraczynski Junior (MDB), de ter se valido do cargo de prefeito do município para promover a venda de um imóvel de 450 Mt2, pelo valor de R$ 15.00,00, em seu último ano de mandato, em 2004. O Ministério Público aponta que o terreno foi “barganhado”, por meio de Concorrência Pública, apesar disso, nenhum documento referente ao processo de doação ou venda foi localizado no acervo de documentos do município, tendo sido encontrado apenas o “Edital de licitação, a minuta do contrato e Publicação de Aviso da Concorrência nº 001/2014, não sendo constatado em anexo a proposta de pagamento da aquisição do imóvel pelos interessados, como por exemplo o valor da entrada e o Parcelamento do Saldo”, diz trecho da fundamentação que embasou a instauração do inquérito”. Também não foi encontrado no edital do processo o lote ao qual pertence o imóvel e, além disso, não foi possível localizar comprovantes de depósito bancário nos anos de 2004 e 2005 que fossem referentes à venda do imóvel. Por não lograr êxito nas buscas dos documentos solicitados a Procuradoria Geral do Município, a Promotora de Justiça, Carina Sfredo Dal Molin, determinou mais 15 dias para que tais documentos sobre o caso atípico sejam localizados, bem como uma cópia legível do processo licitatório que resultou na venda do lote, já que a documentação encaminhada estava ilegível; informações sobre a validade do contrato firmado para a venda do imóvel; outros documentos referentes ao processo, principalmente do que se refere à informação de que o lote não existia na licitação. A época da negociação, Ney Garcia Teles, era o secretário de finanças do município, e também participou da transação, e ambos, Romoaldo e Ney, foram recentemente condenados pelo pleno do Tribunal de Justiça de Mato Grosso justamente pela alienação de um lote urbano em favor do empresário Paulo César Moretti, no ano de 2001, início de mandato. Ambos foram condenados a 02 anos e 03 meses de reclusão em regime semi aberto, e a inabilitação de exercer cargo ou função pública, sendo esta a terceira condenação do ex-prefeito de Alta Floresta aplicada pela justiça de Mato Grosso nos últimos seis meses. O deputado já havia sido condenado a devolver valores ao erário público municipal, por desvio de dinheiro público quando da não execução de um refeitório em escola pública do município e por desvio de verbas do setor de transporte escolar, na zona rural de Alta Floresta. O QUE DIZ O DEPUTADO Em contato telefônico com o deputado Romoaldo Junior, o mesmo afirmou que “faria tudo de novo“, pois não enxerga ilegalidades nos atos de sua gestão, em período algum. O deputado aproveitou também para alfinetar o MP quanto ao atraso nas investigações, que estão sendo promovidas “20 anos após o ocorrido”, e que, como gestor, para qualquer um, seria “humanamente impossível” acompanhar a venda e desafetação de cerca de 1.300 lotes que foram repassados na época. Na conta do deputado, o Ministério Público o acusa de ter tratado pelo menos 20 terrenos do município sem o devido processo licitatório, porém, como justificativa, alega que tudo faz parte de um rito administrativo natural onde nenhum prefeito do país tem o hábito de promover licitação nesses casos, e que o próprio Ministério Público na época foi convocado a acompanhar os leilões dos imóveis, tendo parte dos processos de doação aprovados pela Câmara Municipal de Alta Floresta. O deputado concluiu dizendo que respeita o papel do Ministério Público, por ser um órgão fiscalizador, mas, que se sente seguro pois tudo o que fez está correto e certo, dentro da concepção de seu mandato que, segundo ele, promoveu “magníficas obras” no município, como a doação das áreas verdes para a população, a venda dos terrenos mais nobres, a Praça do avião, o Fórum, a Promotoria, “aonde a Promotora tá lá hoje trabalhando”, a feira livre e compra de maquinários.
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MP volta a investigar Romoaldo Jr. por venda de terreno a 15 mil reais, quando foi prefeito de Alta Floresta
Uma nova acusação feita pelo Ministério Público de Alta Floresta, coloca em foco novamente os atos do deputado Romoaldo Junior, durante sua gestão no município, no período de 2001 à 2004.

A nova peça processual movida pela 2ª Promotoria de Justiça de Alta Floresta, na pessoa da Promotora Carina Sfredo Dal Molin, acusa o atual deputado do estado de Mato Grosso, Romoaldo Aloisio Boraczynski Junior (MDB), de ter se valido do cargo de prefeito do município para promover a venda de um imóvel de 450 Mt2, pelo valor de R$ 15.00,00, em seu último ano de mandato, em 2004. O Ministério Público aponta que o terreno foi “barganhado”, por meio de Concorrência Pública, apesar disso, nenhum documento referente ao processo de doação ou venda foi localizado no acervo de documentos do município, tendo sido encontrado apenas o “Edital de licitação, a minuta do contrato e Publicação de Aviso da Concorrência nº 001/2014, não sendo constatado em anexo a proposta de pagamento da aquisição do imóvel pelos interessados, como por exemplo o valor da entrada e o Parcelamento do Saldo”, diz trecho da fundamentação que embasou a instauração do inquérito”. Também não foi encontrado no edital do processo o lote ao qual pertence o imóvel e, além disso, não foi possível localizar comprovantes de depósito bancário nos anos de 2004 e 2005 que fossem referentes à venda do imóvel. Por não lograr êxito nas buscas dos documentos solicitados a Procuradoria Geral do Município, a Promotora de Justiça, Carina Sfredo Dal Molin, determinou mais 15 dias para que tais documentos sobre o caso atípico sejam localizados, bem como uma cópia legível do processo licitatório que resultou na venda do lote, já que a documentação encaminhada estava ilegível; informações sobre a validade do contrato firmado para a venda do imóvel; outros documentos referentes ao processo, principalmente do que se refere à informação de que o lote não existia na licitação. A época da negociação, Ney Garcia Teles, era o secretário de finanças do município, e também participou da transação, e ambos, Romoaldo e Ney, foram recentemente condenados pelo pleno do Tribunal de Justiça de Mato Grosso justamente pela alienação de um lote urbano em favor do empresário Paulo César Moretti, no ano de 2001, início de mandato. Ambos foram condenados a 02 anos e 03 meses de reclusão em regime semi aberto, e a inabilitação de exercer cargo ou função pública, sendo esta a terceira condenação do ex-prefeito de Alta Floresta aplicada pela justiça de Mato Grosso nos últimos seis meses. O deputado já havia sido condenado a devolver valores ao erário público municipal, por desvio de dinheiro público quando da não execução de um refeitório em escola pública do município e por desvio de verbas do setor de transporte escolar, na zona rural de Alta Floresta. O QUE DIZ O DEPUTADO Em contato telefônico com o deputado Romoaldo Junior, o mesmo afirmou que “faria tudo de novo“, pois não enxerga ilegalidades nos atos de sua gestão, em período algum. O deputado aproveitou também para alfinetar o MP quanto ao atraso nas investigações, que estão sendo promovidas “20 anos após o ocorrido”, e que, como gestor, para qualquer um, seria “humanamente impossível” acompanhar a venda e desafetação de cerca de 1.300 lotes que foram repassados na época. Na conta do deputado, o Ministério Público o acusa de ter tratado pelo menos 20 terrenos do município sem o devido processo licitatório, porém, como justificativa, alega que tudo faz parte de um rito administrativo natural onde nenhum prefeito do país tem o hábito de promover licitação nesses casos, e que o próprio Ministério Público na época foi convocado a acompanhar os leilões dos imóveis, tendo parte dos processos de doação aprovados pela Câmara Municipal de Alta Floresta. O deputado concluiu dizendo que respeita o papel do Ministério Público, por ser um órgão fiscalizador, mas, que se sente seguro pois tudo o que fez está correto e certo, dentro da concepção de seu mandato que, segundo ele, promoveu “magníficas obras” no município, como a doação das áreas verdes para a população, a venda dos terrenos mais nobres, a Praça do avião, o Fórum, a Promotoria, “aonde a Promotora tá lá hoje trabalhando”, a feira livre e compra de maquinários.
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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020
Pais rebatem Nota de Esclarecimento de empresária e vítima do acidente passa por cirurgia de alto risco
Em entrevista gravada, os pais da jovem que se encontra hospitalizada se mostram indignados pela Nota emitida pela empresária e afirmam que as declarações não condizem com a verdade dos fatos.
A jovem Yane Suenia, de 20 anos, que se envolveu em uma acidente com a empresária Abgail Carlini, ocorrido no último dia 08 de Fevereiro (Sábado), teve que ser submetida na manhã de hoje (26/02), a uma complexa cirurgia no centro Hospital Regional de Albert Sabin, em Alta Floresta, sendo que esta é a primeira cirurgia, após ficar 18 dias em estado de observação preparando-se para uma série de cirurgias reparadoras e estéticas que terá que passar para que seu corpo volte a ficar, a longo prazo, o mais próximo da normalidade possível. A jovem entrou no centro cirúrgico por volta das 8:00 hs da manhã e saiu às 13:30 hs da tarde, sendo ao todo cinco horas e meia de operação, que segundo os pais foi muito bem sucedida e a equipe médica executou um trabalho de extrema competência. Segundo os pais a jovem sofreu intervenção cirúrgica para reparar os ossos da bacia, dos dois lados, dos dois femurs e do braço, que seriam os traumas mais graves provocados pelo acidente. Após a publicação de uma Nota de Esclarecimento emitida e enviada pela própria empresária, Abgail Carlini, em várias redes sociais e a nossa redação, os pais da vítima que se encontra impossibilitada de falar, se manifestaram por meio de um entrevista exclusiva, concedida ao portal MatoGrossoAoVivo no último Sábado (22/02). Em tom de revolta, tanto o pai como a mãe da jovem desmentiram as afirmações da empresária e contaram a sua versão da reunião ocorrida nas dependências da Delegacia de Polícia de Alta Floresta, quatro dias após o acidente, sob acompanhamento do Delegado Vinícius Nazário, citado na Nota de Esclarecimento emitida pela empresária, como sendo a testemunha chave do que foi ali conversado. Nas duas versões, tanto o lado da vítima quanto da empresária alegam a parte oposta está faltando com a verdade, porém, o pai da vítima diz ter como “provar” que tudo o que foi dito na ocasião da reunião é exatamente o contrário do que a empresária declara em sua Nota à sociedade. |
ASSISTAM A ENTREVISTA DOS PAIS DA VÍTIMA YANE SUENIA CONCEDIDA AO MATOGROSSOAOVIVO:


Pais rebatem Nota de Esclarecimento de empresária e vítima do acidente passa por cirurgia de alto risco
Em entrevista gravada, os pais da jovem que se encontra hospitalizada se mostram indignados pela Nota emitida pela empresária e afirmam que as declarações não condizem com a verdade dos fatos.

A jovem Yane Suenia, de 20 anos, que se envolveu em uma acidente com a empresária Abgail Carlini, ocorrido no último dia 08 de Fevereiro (Sábado), teve que ser submetida na manhã de hoje (26/02), a uma complexa cirurgia no centro Hospital Regional de Albert Sabin, em Alta Floresta, sendo que esta é a primeira cirurgia, após ficar 18 dias em estado de observação preparando-se para uma série de cirurgias reparadoras e estéticas que terá que passar para que seu corpo volte a ficar, a longo prazo, o mais próximo da normalidade possível. A jovem entrou no centro cirúrgico por volta das 8:00 hs da manhã e saiu às 13:30 hs da tarde, sendo ao todo cinco horas e meia de operação, que segundo os pais foi muito bem sucedida e a equipe médica executou um trabalho de extrema competência. Segundo os pais a jovem sofreu intervenção cirúrgica para reparar os ossos da bacia, dos dois lados, dos dois femurs e do braço, que seriam os traumas mais graves provocados pelo acidente. Após a publicação de uma Nota de Esclarecimento emitida e enviada pela própria empresária, Abgail Carlini, em várias redes sociais e a nossa redação, os pais da vítima que se encontra impossibilitada de falar, se manifestaram por meio de um entrevista exclusiva, concedida ao portal MatoGrossoAoVivo no último Sábado (22/02). Em tom de revolta, tanto o pai como a mãe da jovem desmentiram as afirmações da empresária e contaram a sua versão da reunião ocorrida nas dependências da Delegacia de Polícia de Alta Floresta, quatro dias após o acidente, sob acompanhamento do Delegado Vinícius Nazário, citado na Nota de Esclarecimento emitida pela empresária, como sendo a testemunha chave do que foi ali conversado. Nas duas versões, tanto o lado da vítima quanto da empresária alegam a parte oposta está faltando com a verdade, porém, o pai da vítima diz ter como “provar” que tudo o que foi dito na ocasião da reunião é exatamente o contrário do que a empresária declara em sua Nota à sociedade. |
ASSISTAM A ENTREVISTA DOS PAIS DA VÍTIMA YANE SUENIA CONCEDIDA AO MATOGROSSOAOVIVO:


Pais rebatem Nota de Esclarecimento de empresária e vítima do acidente passa por cirurgia de alto risco
Em entrevista gravada, os pais da jovem que se encontra hospitalizada se mostram indignados pela Nota emitida pela empresária e afirmam que as declarações não condizem com a verdade dos fatos.

A jovem Yane Suenia, de 20 anos, que se envolveu em uma acidente com a empresária Abgail Carlini, ocorrido no último dia 08 de Fevereiro (Sábado), teve que ser submetida na manhã de hoje (26/02), a uma complexa cirurgia no centro Hospital Regional de Albert Sabin, em Alta Floresta, sendo que esta é a primeira cirurgia, após ficar 18 dias em estado de observação preparando-se para uma série de cirurgias reparadoras e estéticas que terá que passar para que seu corpo volte a ficar, a longo prazo, o mais próximo da normalidade possível. A jovem entrou no centro cirúrgico por volta das 8:00 hs da manhã e saiu às 13:30 hs da tarde, sendo ao todo cinco horas e meia de operação, que segundo os pais foi muito bem sucedida e a equipe médica executou um trabalho de extrema competência. Segundo os pais a jovem sofreu intervenção cirúrgica para reparar os ossos da bacia, dos dois lados, dos dois femurs e do braço, que seriam os traumas mais graves provocados pelo acidente. Após a publicação de uma Nota de Esclarecimento emitida e enviada pela própria empresária, Abgail Carlini, em várias redes sociais e a nossa redação, os pais da vítima que se encontra impossibilitada de falar, se manifestaram por meio de um entrevista exclusiva, concedida ao portal MatoGrossoAoVivo no último Sábado (22/02). Em tom de revolta, tanto o pai como a mãe da jovem desmentiram as afirmações da empresária e contaram a sua versão da reunião ocorrida nas dependências da Delegacia de Polícia de Alta Floresta, quatro dias após o acidente, sob acompanhamento do Delegado Vinícius Nazário, citado na Nota de Esclarecimento emitida pela empresária, como sendo a testemunha chave do que foi ali conversado. Nas duas versões, tanto o lado da vítima quanto da empresária alegam a parte oposta está faltando com a verdade, porém, o pai da vítima diz ter como “provar” que tudo o que foi dito na ocasião da reunião é exatamente o contrário do que a empresária declara em sua Nota à sociedade. |
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Pais rebatem Nota de Esclarecimento de empresária e vítima do acidente passa por cirurgia de alto risco
Em entrevista gravada, os pais da jovem que se encontra hospitalizada se mostram indignados pela Nota emitida pela empresária e afirmam que as declarações não condizem com a verdade dos fatos.

A jovem Yane Suenia, de 20 anos, que se envolveu em uma acidente com a empresária Abgail Carlini, ocorrido no último dia 08 de Fevereiro (Sábado), teve que ser submetida na manhã de hoje (26/02), a uma complexa cirurgia no centro Hospital Regional de Albert Sabin, em Alta Floresta, sendo que esta é a primeira cirurgia, após ficar 18 dias em estado de observação preparando-se para uma série de cirurgias reparadoras e estéticas que terá que passar para que seu corpo volte a ficar, a longo prazo, o mais próximo da normalidade possível. A jovem entrou no centro cirúrgico por volta das 8:00 hs da manhã e saiu às 13:30 hs da tarde, sendo ao todo cinco horas e meia de operação, que segundo os pais foi muito bem sucedida e a equipe médica executou um trabalho de extrema competência. Segundo os pais a jovem sofreu intervenção cirúrgica para reparar os ossos da bacia, dos dois lados, dos dois femurs e do braço, que seriam os traumas mais graves provocados pelo acidente. Após a publicação de uma Nota de Esclarecimento emitida e enviada pela própria empresária, Abgail Carlini, em várias redes sociais e a nossa redação, os pais da vítima que se encontra impossibilitada de falar, se manifestaram por meio de um entrevista exclusiva, concedida ao portal MatoGrossoAoVivo no último Sábado (22/02). Em tom de revolta, tanto o pai como a mãe da jovem desmentiram as afirmações da empresária e contaram a sua versão da reunião ocorrida nas dependências da Delegacia de Polícia de Alta Floresta, quatro dias após o acidente, sob acompanhamento do Delegado Vinícius Nazário, citado na Nota de Esclarecimento emitida pela empresária, como sendo a testemunha chave do que foi ali conversado. Nas duas versões, tanto o lado da vítima quanto da empresária alegam a parte oposta está faltando com a verdade, porém, o pai da vítima diz ter como “provar” que tudo o que foi dito na ocasião da reunião é exatamente o contrário do que a empresária declara em sua Nota à sociedade. |
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Pais rebatem Nota de Esclarecimento de empresária e vítima do acidente passa por cirurgia de alto risco
Em entrevista gravada, os pais da jovem que se encontra hospitalizada se mostram indignados pela Nota emitida pela empresária e afirmam que as declarações não condizem com a verdade dos fatos.

A jovem Yane Suenia, de 20 anos, que se envolveu em uma acidente com a empresária Abgail Carlini, ocorrido no último dia 08 de Fevereiro (Sábado), teve que ser submetida na manhã de hoje (26/02), a uma complexa cirurgia no centro Hospital Regional de Albert Sabin, em Alta Floresta, sendo que esta é a primeira cirurgia, após ficar 18 dias em estado de observação preparando-se para uma série de cirurgias reparadoras e estéticas que terá que passar para que seu corpo volte a ficar, a longo prazo, o mais próximo da normalidade possível. A jovem entrou no centro cirúrgico por volta das 8:00 hs da manhã e saiu às 13:30 hs da tarde, sendo ao todo cinco horas e meia de operação, que segundo os pais foi muito bem sucedida e a equipe médica executou um trabalho de extrema competência. Segundo os pais a jovem sofreu intervenção cirúrgica para reparar os ossos da bacia, dos dois lados, dos dois femurs e do braço, que seriam os traumas mais graves provocados pelo acidente. Após a publicação de uma Nota de Esclarecimento emitida e enviada pela própria empresária, Abgail Carlini, em várias redes sociais e a nossa redação, os pais da vítima que se encontra impossibilitada de falar, se manifestaram por meio de um entrevista exclusiva, concedida ao portal MatoGrossoAoVivo no último Sábado (22/02). Em tom de revolta, tanto o pai como a mãe da jovem desmentiram as afirmações da empresária e contaram a sua versão da reunião ocorrida nas dependências da Delegacia de Polícia de Alta Floresta, quatro dias após o acidente, sob acompanhamento do Delegado Vinícius Nazário, citado na Nota de Esclarecimento emitida pela empresária, como sendo a testemunha chave do que foi ali conversado. Nas duas versões, tanto o lado da vítima quanto da empresária alegam a parte oposta está faltando com a verdade, porém, o pai da vítima diz ter como “provar” que tudo o que foi dito na ocasião da reunião é exatamente o contrário do que a empresária declara em sua Nota à sociedade. |
ASSISTAM A ENTREVISTA DOS PAIS DA VÍTIMA YANE SUENIA CONCEDIDA AO MATOGROSSOAOVIVO:

