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quinta-feira, 29 de outubro de 2020

Justiça Eleitoral manda retirar postagem ilegal publicada por candidato Robson Silva

A decisão partiu da 24ª Zona Eleitoral, por ordem do Juiz eleitoral Antônio Fábio Marquezini, que determinou ao candidato que retirasse do ar alusões que associavam a UNEMAT, na forma de símbolos, imagens ou frases.

A Justiça reconheceu que o candidato estava contrariando a legislação eleitoral

A campanha do candidato Robson Silva, foi desautorizada pela Justiça Eleitoral a fazer uso das imagens e menções em suas páginas de redes sociais sobre a participação de uma reunião promovida pela UNEMAT, que se denominava  “Roda de Conversa”, ainda que o mesmo estivesse incluído como convidado a debater suas propostas junto aos demais candidatos ao cargo de prefeito do município de Alta Floresta.

Na decisão, expedida e assinada, no último dia 27/10 (Terça), pelo Juíz eleitoral, Antônio Fábio Marquezini, deferiu o pedido de liminar interposto pela Coligação ” UM NOVO TEMPO”, encabeçada pelo candidato Delegado Vinícius Nazário, representada pelo Podemos, Republicanos e PSL, que acusou o candidato da Coligação “ALTA FLORESTA RUMO AO FUTURO”, Robson Silva que está a frente da coligação entre os partidos MDB, PTB, PSB e Democratas.

 O Juíz Antônio Fábio Marquezini, é também encarregado de julgar as demandas de crimes eleitorais e atividades irregulares do pleito de 2020 em Alta Floresta, e o magistrado concluiu que as alusões ao evento feriram de pronto o Artigo 40, da Lei das eleições, aonde é vedados aos candidatos em campanha, de fazerem uso de qualquer tipo de propaganda eleitoral aonde sejam apresentados símbolos, imagens e ou frases de referências a órgãos públicos, de caráter nacional, estadual ou municipal.

Para efeito de multa, caso o candidato insistisse em permanecer com a postagem ou fazer a transmissão do evento em qualquer uma de suas páginas sociais, teria que pagar o valor de R$ 10.000 (Dez mil reais), ao dia de descumprimento da decisão.

Após ser comunicado da decisão, o candidato retirou as postagens de suas páginas e evento foi assistido apenas pelo canal oficial da UNEMAT.

SEGUE ABAIXO A DECISÃO EMITIDA PELA JUSTIÇA ELEITORAL DE ALTA FLORESTA:

Decisão retirada de materia fake

Justiça Eleitoral manda retirar postagem ilegal publicada por candidato Robson Silva

A decisão partiu da 24ª Zona Eleitoral, por ordem do Juiz eleitoral Antônio Fábio Marquezini, que determinou ao candidato que retirasse do ar alusões que associavam a UNEMAT, na forma de símbolos, imagens ou frases.

A Justiça reconheceu que o candidato estava contrariando a legislação eleitoral

A campanha do candidato Robson Silva, foi desautorizada pela Justiça Eleitoral a fazer uso das imagens e menções em suas páginas de redes sociais sobre a participação de uma reunião promovida pela UNEMAT, que se denominava  “Roda de Conversa”, ainda que o mesmo estivesse incluído como convidado a debater suas propostas junto aos demais candidatos ao cargo de prefeito do município de Alta Floresta.

Na decisão, expedida e assinada, no último dia 27/10 (Terça), pelo Juíz eleitoral, Antônio Fábio Marquezini, deferiu o pedido de liminar interposto pela Coligação ” UM NOVO TEMPO”, encabeçada pelo candidato Delegado Vinícius Nazário, representada pelo Podemos, Republicanos e PSL, que acusou o candidato da Coligação “ALTA FLORESTA RUMO AO FUTURO”, Robson Silva que está a frente da coligação entre os partidos MDB, PTB, PSB e Democratas.

 O Juíz Antônio Fábio Marquezini, é também encarregado de julgar as demandas de crimes eleitorais e atividades irregulares do pleito de 2020 em Alta Floresta, e o magistrado concluiu que as alusões ao evento feriram de pronto o Artigo 40, da Lei das eleições, aonde é vedados aos candidatos em campanha, de fazerem uso de qualquer tipo de propaganda eleitoral aonde sejam apresentados símbolos, imagens e ou frases de referências a órgãos públicos, de caráter nacional, estadual ou municipal.

Para efeito de multa, caso o candidato insistisse em permanecer com a postagem ou fazer a transmissão do evento em qualquer uma de suas páginas sociais, teria que pagar o valor de R$ 10.000 (Dez mil reais), ao dia de descumprimento da decisão.

Após ser comunicado da decisão, o candidato retirou as postagens de suas páginas e evento foi assistido apenas pelo canal oficial da UNEMAT.

SEGUE ABAIXO A DECISÃO EMITIDA PELA JUSTIÇA ELEITORAL DE ALTA FLORESTA:

Decisão retirada de materia fake

Justiça Eleitoral manda retirar postagem ilegal publicada por candidato Robson Silva

A decisão partiu da 24ª Zona Eleitoral, por ordem do Juiz eleitoral Antônio Fábio Marquezini, que determinou ao candidato que retirasse do ar alusões que associavam a UNEMAT, na forma de símbolos, imagens ou frases.

A Justiça reconheceu que o candidato estava contrariando a legislação eleitoral

A campanha do candidato Robson Silva, foi desautorizada pela Justiça Eleitoral a fazer uso das imagens e menções em suas páginas de redes sociais sobre a participação de uma reunião promovida pela UNEMAT, que se denominava  “Roda de Conversa”, ainda que o mesmo estivesse incluído como convidado a debater suas propostas junto aos demais candidatos ao cargo de prefeito do município de Alta Floresta.

Na decisão, expedida e assinada, no último dia 27/10 (Terça), pelo Juíz eleitoral, Antônio Fábio Marquezini, deferiu o pedido de liminar interposto pela Coligação ” UM NOVO TEMPO”, encabeçada pelo candidato Delegado Vinícius Nazário, representada pelo Podemos, Republicanos e PSL, que acusou o candidato da Coligação “ALTA FLORESTA RUMO AO FUTURO”, Robson Silva que está a frente da coligação entre os partidos MDB, PTB, PSB e Democratas.

 O Juíz Antônio Fábio Marquezini, é também encarregado de julgar as demandas de crimes eleitorais e atividades irregulares do pleito de 2020 em Alta Floresta, e o magistrado concluiu que as alusões ao evento feriram de pronto o Artigo 40, da Lei das eleições, aonde é vedados aos candidatos em campanha, de fazerem uso de qualquer tipo de propaganda eleitoral aonde sejam apresentados símbolos, imagens e ou frases de referências a órgãos públicos, de caráter nacional, estadual ou municipal.

Para efeito de multa, caso o candidato insistisse em permanecer com a postagem ou fazer a transmissão do evento em qualquer uma de suas páginas sociais, teria que pagar o valor de R$ 10.000 (Dez mil reais), ao dia de descumprimento da decisão.

Após ser comunicado da decisão, o candidato retirou as postagens de suas páginas e evento foi assistido apenas pelo canal oficial da UNEMAT.

SEGUE ABAIXO A DECISÃO EMITIDA PELA JUSTIÇA ELEITORAL DE ALTA FLORESTA:

Decisão retirada de materia fake

Justiça Eleitoral manda retirar postagem ilegal publicada por candidato Robson Silva

A decisão partiu da 24ª Zona Eleitoral, por ordem do Juiz eleitoral Antônio Fábio Marquezini, que determinou ao candidato que retirasse do ar alusões que associavam a UNEMAT, na forma de símbolos, imagens ou frases.

A Justiça reconheceu que o candidato estava contrariando a legislação eleitoral

A campanha do candidato Robson Silva, foi desautorizada pela Justiça Eleitoral a fazer uso das imagens e menções em suas páginas de redes sociais sobre a participação de uma reunião promovida pela UNEMAT, que se denominava  “Roda de Conversa”, ainda que o mesmo estivesse incluído como convidado a debater suas propostas junto aos demais candidatos ao cargo de prefeito do município de Alta Floresta.

Na decisão, expedida e assinada, no último dia 27/10 (Terça), pelo Juíz eleitoral, Antônio Fábio Marquezini, deferiu o pedido de liminar interposto pela Coligação ” UM NOVO TEMPO”, encabeçada pelo candidato Delegado Vinícius Nazário, representada pelo Podemos, Republicanos e PSL, que acusou o candidato da Coligação “ALTA FLORESTA RUMO AO FUTURO”, Robson Silva que está a frente da coligação entre os partidos MDB, PTB, PSB e Democratas.

 O Juíz Antônio Fábio Marquezini, é também encarregado de julgar as demandas de crimes eleitorais e atividades irregulares do pleito de 2020 em Alta Floresta, e o magistrado concluiu que as alusões ao evento feriram de pronto o Artigo 40, da Lei das eleições, aonde é vedados aos candidatos em campanha, de fazerem uso de qualquer tipo de propaganda eleitoral aonde sejam apresentados símbolos, imagens e ou frases de referências a órgãos públicos, de caráter nacional, estadual ou municipal.

Para efeito de multa, caso o candidato insistisse em permanecer com a postagem ou fazer a transmissão do evento em qualquer uma de suas páginas sociais, teria que pagar o valor de R$ 10.000 (Dez mil reais), ao dia de descumprimento da decisão.

Após ser comunicado da decisão, o candidato retirou as postagens de suas páginas e evento foi assistido apenas pelo canal oficial da UNEMAT.

SEGUE ABAIXO A DECISÃO EMITIDA PELA JUSTIÇA ELEITORAL DE ALTA FLORESTA:

Decisão retirada de materia fake

Justiça Eleitoral manda retirar postagem ilegal publicada por candidato Robson Silva

A decisão partiu da 24ª Zona Eleitoral, por ordem do Juiz eleitoral Antônio Fábio Marquezini, que determinou ao candidato que retirasse do ar alusões que associavam a UNEMAT, na forma de símbolos, imagens ou frases.

A Justiça reconheceu que o candidato estava contrariando a legislação eleitoral

A campanha do candidato Robson Silva, foi desautorizada pela Justiça Eleitoral a fazer uso das imagens e menções em suas páginas de redes sociais sobre a participação de uma reunião promovida pela UNEMAT, que se denominava  “Roda de Conversa”, ainda que o mesmo estivesse incluído como convidado a debater suas propostas junto aos demais candidatos ao cargo de prefeito do município de Alta Floresta.

Na decisão, expedida e assinada, no último dia 27/10 (Terça), pelo Juíz eleitoral, Antônio Fábio Marquezini, deferiu o pedido de liminar interposto pela Coligação ” UM NOVO TEMPO”, encabeçada pelo candidato Delegado Vinícius Nazário, representada pelo Podemos, Republicanos e PSL, que acusou o candidato da Coligação “ALTA FLORESTA RUMO AO FUTURO”, Robson Silva que está a frente da coligação entre os partidos MDB, PTB, PSB e Democratas.

 O Juíz Antônio Fábio Marquezini, é também encarregado de julgar as demandas de crimes eleitorais e atividades irregulares do pleito de 2020 em Alta Floresta, e o magistrado concluiu que as alusões ao evento feriram de pronto o Artigo 40, da Lei das eleições, aonde é vedados aos candidatos em campanha, de fazerem uso de qualquer tipo de propaganda eleitoral aonde sejam apresentados símbolos, imagens e ou frases de referências a órgãos públicos, de caráter nacional, estadual ou municipal.

Para efeito de multa, caso o candidato insistisse em permanecer com a postagem ou fazer a transmissão do evento em qualquer uma de suas páginas sociais, teria que pagar o valor de R$ 10.000 (Dez mil reais), ao dia de descumprimento da decisão.

Após ser comunicado da decisão, o candidato retirou as postagens de suas páginas e evento foi assistido apenas pelo canal oficial da UNEMAT.

SEGUE ABAIXO A DECISÃO EMITIDA PELA JUSTIÇA ELEITORAL DE ALTA FLORESTA:

Decisão retirada de materia fake

quinta-feira, 22 de outubro de 2020

Música "presente" de campanha é cópia autorizada de canção de cidade natal de candidato de Alta Floresta

Você votaria em candidato que não teve ética com a própria cidade em que nasceu?

O candidato nunca fez menção de que música era de sua cidade natal

Em tempos de “Fakenews”, é muito importante estarmos atentos para a manipulação de obras originais que muitas vezes tem por objetivo alcançar o bem, mas, nas mãos erradas podem induzir as pessoas a acreditarem que estão comprando gato por lebre.

Você já ouviu falar naquela expressão: “Fazer cortesia com o chapéu dos outros?” ou ainda “Fazer filho na mulher dos outros?”

Pois é, foi isso que o candidato do MDB de Alta Floresta, empresário Robson Silva, que é natural de Ubá-MG, fez já no lançamento oficial de sua campanha para conquistar a vaga da prefeitura municipal.

Em uma postagem de um vídeo clipe oficial da campanha, na página oficial de candidato, no último dia 07 de Outubro (Quarta), com ares de comemoração, o candidato apresentou a população uma canção, sem apresentar a fonte ou os autores, que segundo ele, se tratava de um “presente” para todos alta-florestenses, como forma de agradecimento para a cidade aonde escolheu “morar, educar os filhos e constituir família”.

E ainda pediu aos seus seguidores que comentassem o que acharam da canção, que veio timbrada com o número da CNPJ, o nome da coligação e o slogan da campanha, conforme ordena a legislação eleitoral.

No vídeo, são mostradas ainda, imagens dos principais pontos turísticos do município, escolas, universidades igrejas, bancos, prédios públicos e prédios e marcas de empresas privadas, (não se sabe se, com ou sem, autorização do uso das imagens).

Na letra, repleta de poesia e uma bela e harmoniosa melodia, a canção que diz: “Alta Floresta, Cidade Carinho”, uma expressão sem dúvida “fofa” para se agraciar um município de tantas riquezas e pessoas tão valorosas.

Porém, a questão é, que tudo isso seria uma memorável homenagem a nossa linda cidade e marcaria a história do município pelo resto da vida, se tudo não passasse de uma cópia fiel, porém inglória, de uma canção produzida em 2007, em parceria com a prefeitura do município de Ubá, a 280 km de Belo Horizonte, em Minas Gerais, que teve por propósito comemorar os 150 anos de emancipação política e administrativa daquele município, em 2007, ou seja, há 13 anos atrás.

Na verdade, a cópia da canção, que foi devidamente autorizada pelos seus autores e compositores Bruno Rooke e Bráulio Hilário, segundo Bruno (Rooke) Barletta, e não se sabe a que custo, e teve pouquíssimas alterações estratégicas, aonde foram alterados o nome do município, o números de habitantes e algumas atividades comerciais e econômicas, para fazer casar com a nossa realidade local.

Em conversa com um dos autores, Bruno (Rooke) Barletta, o mesmo confirmou que a canção foi “cedida” ao candidato, após serem procurados por um dos irmãos do candidato, que solicitou a utilização da canção, que ficaria igualmente como tema da cidade de Alta Floresta.

O compositor, não quis esclarecer quanto as condições e se a canção foi negociada com o irmão do candidato, o qual ele disse não se lembrar do nome, mas, que após uma breve “conversação” tudo já estava devidamente autorizado para a utilização da música, segundo ele, sem qualquer critério de impedimento legal.

Pois bem, acontece que entramos em contato com a prefeitura de Ubá, por meio do Senhor Marcos Roberto, gerente de cultura da Secretaria Municipal de Cultura, que tem a frente da pasta o secretário Paulo Roberto de Faria Silva, que ficaram horrorizados com tamanha falta de ética por parte dos autores da música, pois a mesma foi encomendada e produzida em 2007, a pedido da prefeitura de Ubá, para servir de alusão aos 150 de história do município, além disso, mais de 45 músicos e profissionais, envolvidos em uma mega produção que contou até com um coral de cantores que foram contratados e pagos pela prefeitura de Ubá, para a produção de vídeo clipe e enredo comemorativo exclusivamente para essa finalidade.

Na verdade, segundo o departamento de cultura de Ubá, a canção, a partir da sua criação, passou a ser literalmente um patrimônio cultural da cidade Ubá, cantada diariamente por milhares de moradores, e não poderia jamais ser repassada para qualquer outra finalidade que não fosse a homenagem original para a qual foi criada.

Além da prefeitura, entramos em contato com a Associação Comercial e Industrial de Ubá – ACIUBÁ, para saber se os mesmos também tinham conhecimento dessa cessão de direitos do uso da canção do município mineiro, e a presidente da entidade, Senhora Izabel Vieira, ficou igualmente decepcionada com a “traição” dos músicos ubaenses que ao que tudo indicam terão muito que se explicar para toda população daquele município.

A situação por lá, certamente não vai ficar muito boa pro lado dos autores da obra, mas, por aqui, em Alta Floresta, devemos nos perguntar até onde vai a o respeito e a consideração de um candidato para com seus eleitores, que bem ou mal, foram enganados pela omissão proposital da verdadeira origem da canção que estavam recebendo de “presente de agradecimento”, provavelmente por que achou que ninguém jamais se importaria em descobrir e revelar a verdade.

Resta saber se, burlar os princípios da ética e da moralidade serão uma tônica do governo Robson Silva, caso venha a se eleger a prefeito do município de Alta Floresta, a resposta está nas mãos dos quase 40 mil eleitores do município que darão seu veredito no próximo dia 15 de Novembro nas urnas.

(( O QUE DIZ O CANDIDATO CITADO ))

Entramos em contato com a assessoria direta do candidato Robson Silba, porém, não obtivemos nenhuma resposta até o fechamento da matéria. 

PÁGINA DO CANDIDATO LANÇANDO A MÚSICA:

ASSISTA O VÍDEO ORIGINAL DA CANÇÃO PRODUZIDO EM 2007:

ASSISTA O VÍDEO DA CANÇÃO ALTERADA PARA A CAMPANHA DO CANDIDATO:

ENTREVISTA COM OS AUTORES DA CANÇÃO EM DEZEMBRO DE 2019:

VÍDEO COMEMORATIVO DE 163 ANOS DA CIDADE DE UBÁ, EXIBIDO EM 4 DE JULHO DE 2020:

ATUALIZAÇÃO DA MATÉRIA (11:42)

Após a publicação, a assessoria da campanha do candidato enviou um documento assinado por um dos autores da canção “Cidade Carinho”, como forma de comprovar a cessão do direito de utilização da música, porém, a autorização não visa atender a campanha do candidato, conforme está sendo utilizada, mas, sim de forma genérica, para ser exibida em rádios, tvs e internet.

DOCUMENTO ENVIADO PELA ASSESSORIA DO CANDIDATO ROBSON SILVA:

BRUNO DECLARAÇÃO

Música "presente" de campanha é cópia autorizada de canção de cidade natal de candidato de Alta Floresta

Você votaria em candidato que não teve ética com a própria cidade em que nasceu?

O candidato nunca fez menção de que música era de sua cidade natal

Em tempos de “Fakenews”, é muito importante estarmos atentos para a manipulação de obras originais que muitas vezes tem por objetivo alcançar o bem, mas, nas mãos erradas podem induzir as pessoas a acreditarem que estão comprando gato por lebre.

Você já ouviu falar naquela expressão: “Fazer cortesia com o chapéu dos outros?” ou ainda “Fazer filho na mulher dos outros?”

Pois é, foi isso que o candidato do MDB de Alta Floresta, empresário Robson Silva, que é natural de Ubá-MG, fez já no lançamento oficial de sua campanha para conquistar a vaga da prefeitura municipal.

Em uma postagem de um vídeo clipe oficial da campanha, na página oficial de candidato, no último dia 07 de Outubro (Quarta), com ares de comemoração, o candidato apresentou a população uma canção, sem apresentar a fonte ou os autores, que segundo ele, se tratava de um “presente” para todos alta-florestenses, como forma de agradecimento para a cidade aonde escolheu “morar, educar os filhos e constituir família”.

E ainda pediu aos seus seguidores que comentassem o que acharam da canção, que veio timbrada com o número da CNPJ, o nome da coligação e o slogan da campanha, conforme ordena a legislação eleitoral.

No vídeo, são mostradas ainda, imagens dos principais pontos turísticos do município, escolas, universidades igrejas, bancos, prédios públicos e prédios e marcas de empresas privadas, (não se sabe se, com ou sem, autorização do uso das imagens).

Na letra, repleta de poesia e uma bela e harmoniosa melodia, a canção que diz: “Alta Floresta, Cidade Carinho”, uma expressão sem dúvida “fofa” para se agraciar um município de tantas riquezas e pessoas tão valorosas.

Porém, a questão é, que tudo isso seria uma memorável homenagem a nossa linda cidade e marcaria a história do município pelo resto da vida, se tudo não passasse de uma cópia fiel, porém inglória, de uma canção produzida em 2007, em parceria com a prefeitura do município de Ubá, a 280 km de Belo Horizonte, em Minas Gerais, que teve por propósito comemorar os 150 anos de emancipação política e administrativa daquele município, em 2007, ou seja, há 13 anos atrás.

Na verdade, a cópia da canção, que foi devidamente autorizada pelos seus autores e compositores Bruno Rooke e Bráulio Hilário, segundo Bruno (Rooke) Barletta, e não se sabe a que custo, e teve pouquíssimas alterações estratégicas, aonde foram alterados o nome do município, o números de habitantes e algumas atividades comerciais e econômicas, para fazer casar com a nossa realidade local.

Em conversa com um dos autores, Bruno (Rooke) Barletta, o mesmo confirmou que a canção foi “cedida” ao candidato, após serem procurados por um dos irmãos do candidato, que solicitou a utilização da canção, que ficaria igualmente como tema da cidade de Alta Floresta.

O compositor, não quis esclarecer quanto as condições e se a canção foi negociada com o irmão do candidato, o qual ele disse não se lembrar do nome, mas, que após uma breve “conversação” tudo já estava devidamente autorizado para a utilização da música, segundo ele, sem qualquer critério de impedimento legal.

Pois bem, acontece que entramos em contato com a prefeitura de Ubá, por meio do Senhor Marcos Roberto, gerente de cultura da Secretaria Municipal de Cultura, que tem a frente da pasta o secretário Paulo Roberto de Faria Silva, que ficaram horrorizados com tamanha falta de ética por parte dos autores da música, pois a mesma foi encomendada e produzida em 2007, a pedido da prefeitura de Ubá, para servir de alusão aos 150 de história do município, além disso, mais de 45 músicos e profissionais, envolvidos em uma mega produção que contou até com um coral de cantores que foram contratados e pagos pela prefeitura de Ubá, para a produção de vídeo clipe e enredo comemorativo exclusivamente para essa finalidade.

Na verdade, segundo o departamento de cultura de Ubá, a canção, a partir da sua criação, passou a ser literalmente um patrimônio cultural da cidade Ubá, cantada diariamente por milhares de moradores, e não poderia jamais ser repassada para qualquer outra finalidade que não fosse a homenagem original para a qual foi criada.

Além da prefeitura, entramos em contato com a Associação Comercial e Industrial de Ubá – ACIUBÁ, para saber se os mesmos também tinham conhecimento dessa cessão de direitos do uso da canção do município mineiro, e a presidente da entidade, Senhora Izabel Vieira, ficou igualmente decepcionada com a “traição” dos músicos ubaenses que ao que tudo indicam terão muito que se explicar para toda população daquele município.

A situação por lá, certamente não vai ficar muito boa pro lado dos autores da obra, mas, por aqui, em Alta Floresta, devemos nos perguntar até onde vai a o respeito e a consideração de um candidato para com seus eleitores, que bem ou mal, foram enganados pela omissão proposital da verdadeira origem da canção que estavam recebendo de “presente de agradecimento”, provavelmente por que achou que ninguém jamais se importaria em descobrir e revelar a verdade.

Resta saber se, burlar os princípios da ética e da moralidade serão uma tônica do governo Robson Silva, caso venha a se eleger a prefeito do município de Alta Floresta, a resposta está nas mãos dos quase 40 mil eleitores do município que darão seu veredito no próximo dia 15 de Novembro nas urnas.

(( O QUE DIZ O CANDIDATO CITADO ))

Entramos em contato com a assessoria direta do candidato Robson Silba, porém, não obtivemos nenhuma resposta até o fechamento da matéria. 

PÁGINA DO CANDIDATO LANÇANDO A MÚSICA:

ASSISTA O VÍDEO ORIGINAL DA CANÇÃO PRODUZIDO EM 2007:

ASSISTA O VÍDEO DA CANÇÃO ALTERADA PARA A CAMPANHA DO CANDIDATO:

ENTREVISTA COM OS AUTORES DA CANÇÃO EM DEZEMBRO DE 2019:

VÍDEO COMEMORATIVO DE 163 ANOS DA CIDADE DE UBÁ, EXIBIDO EM 4 DE JULHO DE 2020:

ATUALIZAÇÃO DA MATÉRIA (11:42)

Após a publicação, a assessoria da campanha do candidato enviou um documento assinado por um dos autores da canção “Cidade Carinho”, como forma de comprovar a cessão do direito de utilização da música, porém, a autorização não visa atender a campanha do candidato, conforme está sendo utilizada, mas, sim de forma genérica, para ser exibida em rádios, tvs e internet.

DOCUMENTO ENVIADO PELA ASSESSORIA DO CANDIDATO ROBSON SILVA:

BRUNO DECLARAÇÃO

Música "presente" de campanha é cópia autorizada de canção de cidade natal de candidato de Alta Floresta

Você votaria em candidato que não teve ética com a própria cidade em que nasceu?

O candidato nunca fez menção de que música era de sua cidade natal

Em tempos de “Fakenews”, é muito importante estarmos atentos para a manipulação de obras originais que muitas vezes tem por objetivo alcançar o bem, mas, nas mãos erradas podem induzir as pessoas a acreditarem que estão comprando gato por lebre.

Você já ouviu falar naquela expressão: “Fazer cortesia com o chapéu dos outros?” ou ainda “Fazer filho na mulher dos outros?”

Pois é, foi isso que o candidato do MDB de Alta Floresta, empresário Robson Silva, que é natural de Ubá-MG, fez já no lançamento oficial de sua campanha para conquistar a vaga da prefeitura municipal.

Em uma postagem de um vídeo clipe oficial da campanha, na página oficial de candidato, no último dia 07 de Outubro (Quarta), com ares de comemoração, o candidato apresentou a população uma canção, sem apresentar a fonte ou os autores, que segundo ele, se tratava de um “presente” para todos alta-florestenses, como forma de agradecimento para a cidade aonde escolheu “morar, educar os filhos e constituir família”.

E ainda pediu aos seus seguidores que comentassem o que acharam da canção, que veio timbrada com o número da CNPJ, o nome da coligação e o slogan da campanha, conforme ordena a legislação eleitoral.

No vídeo, são mostradas ainda, imagens dos principais pontos turísticos do município, escolas, universidades igrejas, bancos, prédios públicos e prédios e marcas de empresas privadas, (não se sabe se, com ou sem, autorização do uso das imagens).

Na letra, repleta de poesia e uma bela e harmoniosa melodia, a canção que diz: “Alta Floresta, Cidade Carinho”, uma expressão sem dúvida “fofa” para se agraciar um município de tantas riquezas e pessoas tão valorosas.

Porém, a questão é, que tudo isso seria uma memorável homenagem a nossa linda cidade e marcaria a história do município pelo resto da vida, se tudo não passasse de uma cópia fiel, porém inglória, de uma canção produzida em 2007, em parceria com a prefeitura do município de Ubá, a 280 km de Belo Horizonte, em Minas Gerais, que teve por propósito comemorar os 150 anos de emancipação política e administrativa daquele município, em 2007, ou seja, há 13 anos atrás.

Na verdade, a cópia da canção, que foi devidamente autorizada pelos seus autores e compositores Bruno Rooke e Bráulio Hilário, segundo Bruno (Rooke) Barletta, e não se sabe a que custo, e teve pouquíssimas alterações estratégicas, aonde foram alterados o nome do município, o números de habitantes e algumas atividades comerciais e econômicas, para fazer casar com a nossa realidade local.

Em conversa com um dos autores, Bruno (Rooke) Barletta, o mesmo confirmou que a canção foi “cedida” ao candidato, após serem procurados por um dos irmãos do candidato, que solicitou a utilização da canção, que ficaria igualmente como tema da cidade de Alta Floresta.

O compositor, não quis esclarecer quanto as condições e se a canção foi negociada com o irmão do candidato, o qual ele disse não se lembrar do nome, mas, que após uma breve “conversação” tudo já estava devidamente autorizado para a utilização da música, segundo ele, sem qualquer critério de impedimento legal.

Pois bem, acontece que entramos em contato com a prefeitura de Ubá, por meio do Senhor Marcos Roberto, gerente de cultura da Secretaria Municipal de Cultura, que tem a frente da pasta o secretário Paulo Roberto de Faria Silva, que ficaram horrorizados com tamanha falta de ética por parte dos autores da música, pois a mesma foi encomendada e produzida em 2007, a pedido da prefeitura de Ubá, para servir de alusão aos 150 de história do município, além disso, mais de 45 músicos e profissionais, envolvidos em uma mega produção que contou até com um coral de cantores que foram contratados e pagos pela prefeitura de Ubá, para a produção de vídeo clipe e enredo comemorativo exclusivamente para essa finalidade.

Na verdade, segundo o departamento de cultura de Ubá, a canção, a partir da sua criação, passou a ser literalmente um patrimônio cultural da cidade Ubá, cantada diariamente por milhares de moradores, e não poderia jamais ser repassada para qualquer outra finalidade que não fosse a homenagem original para a qual foi criada.

Além da prefeitura, entramos em contato com a Associação Comercial e Industrial de Ubá – ACIUBÁ, para saber se os mesmos também tinham conhecimento dessa cessão de direitos do uso da canção do município mineiro, e a presidente da entidade, Senhora Izabel Vieira, ficou igualmente decepcionada com a “traição” dos músicos ubaenses que ao que tudo indicam terão muito que se explicar para toda população daquele município.

A situação por lá, certamente não vai ficar muito boa pro lado dos autores da obra, mas, por aqui, em Alta Floresta, devemos nos perguntar até onde vai a o respeito e a consideração de um candidato para com seus eleitores, que bem ou mal, foram enganados pela omissão proposital da verdadeira origem da canção que estavam recebendo de “presente de agradecimento”, provavelmente por que achou que ninguém jamais se importaria em descobrir e revelar a verdade.

Resta saber se, burlar os princípios da ética e da moralidade serão uma tônica do governo Robson Silva, caso venha a se eleger a prefeito do município de Alta Floresta, a resposta está nas mãos dos quase 40 mil eleitores do município que darão seu veredito no próximo dia 15 de Novembro nas urnas.

(( O QUE DIZ O CANDIDATO CITADO ))

Entramos em contato com a assessoria direta do candidato Robson Silba, porém, não obtivemos nenhuma resposta até o fechamento da matéria. 

PÁGINA DO CANDIDATO LANÇANDO A MÚSICA:

ASSISTA O VÍDEO ORIGINAL DA CANÇÃO PRODUZIDO EM 2007:

ASSISTA O VÍDEO DA CANÇÃO ALTERADA PARA A CAMPANHA DO CANDIDATO:

ENTREVISTA COM OS AUTORES DA CANÇÃO EM DEZEMBRO DE 2019:

VÍDEO COMEMORATIVO DE 163 ANOS DA CIDADE DE UBÁ, EXIBIDO EM 4 DE JULHO DE 2020:

ATUALIZAÇÃO DA MATÉRIA (11:42)

Após a publicação, a assessoria da campanha do candidato enviou um documento assinado por um dos autores da canção “Cidade Carinho”, como forma de comprovar a cessão do direito de utilização da música, porém, a autorização não visa atender a campanha do candidato, conforme está sendo utilizada, mas, sim de forma genérica, para ser exibida em rádios, tvs e internet.

DOCUMENTO ENVIADO PELA ASSESSORIA DO CANDIDATO ROBSON SILVA:

BRUNO DECLARAÇÃO

Música "presente" de campanha é cópia autorizada de canção de cidade natal de candidato de Alta Floresta

Você votaria em candidato que não teve ética com a própria cidade em que nasceu?

O candidato nunca fez menção de que música era de sua cidade natal

Em tempos de “Fakenews”, é muito importante estarmos atentos para a manipulação de obras originais que muitas vezes tem por objetivo alcançar o bem, mas, nas mãos erradas podem induzir as pessoas a acreditarem que estão comprando gato por lebre.

Você já ouviu falar naquela expressão: “Fazer cortesia com o chapéu dos outros?” ou ainda “Fazer filho na mulher dos outros?”

Pois é, foi isso que o candidato do MDB de Alta Floresta, empresário Robson Silva, que é natural de Ubá-MG, fez já no lançamento oficial de sua campanha para conquistar a vaga da prefeitura municipal.

Em uma postagem de um vídeo clipe oficial da campanha, na página oficial de candidato, no último dia 07 de Outubro (Quarta), com ares de comemoração, o candidato apresentou a população uma canção, sem apresentar a fonte ou os autores, que segundo ele, se tratava de um “presente” para todos alta-florestenses, como forma de agradecimento para a cidade aonde escolheu “morar, educar os filhos e constituir família”.

E ainda pediu aos seus seguidores que comentassem o que acharam da canção, que veio timbrada com o número da CNPJ, o nome da coligação e o slogan da campanha, conforme ordena a legislação eleitoral.

No vídeo, são mostradas ainda, imagens dos principais pontos turísticos do município, escolas, universidades igrejas, bancos, prédios públicos e prédios e marcas de empresas privadas, (não se sabe se, com ou sem, autorização do uso das imagens).

Na letra, repleta de poesia e uma bela e harmoniosa melodia, a canção que diz: “Alta Floresta, Cidade Carinho”, uma expressão sem dúvida “fofa” para se agraciar um município de tantas riquezas e pessoas tão valorosas.

Porém, a questão é, que tudo isso seria uma memorável homenagem a nossa linda cidade e marcaria a história do município pelo resto da vida, se tudo não passasse de uma cópia fiel, porém inglória, de uma canção produzida em 2007, em parceria com a prefeitura do município de Ubá, a 280 km de Belo Horizonte, em Minas Gerais, que teve por propósito comemorar os 150 anos de emancipação política e administrativa daquele município, em 2007, ou seja, há 13 anos atrás.

Na verdade, a cópia da canção, que foi devidamente autorizada pelos seus autores e compositores Bruno Rooke e Bráulio Hilário, segundo Bruno (Rooke) Barletta, e não se sabe a que custo, e teve pouquíssimas alterações estratégicas, aonde foram alterados o nome do município, o números de habitantes e algumas atividades comerciais e econômicas, para fazer casar com a nossa realidade local.

Em conversa com um dos autores, Bruno (Rooke) Barletta, o mesmo confirmou que a canção foi “cedida” ao candidato, após serem procurados por um dos irmãos do candidato, que solicitou a utilização da canção, que ficaria igualmente como tema da cidade de Alta Floresta.

O compositor, não quis esclarecer quanto as condições e se a canção foi negociada com o irmão do candidato, o qual ele disse não se lembrar do nome, mas, que após uma breve “conversação” tudo já estava devidamente autorizado para a utilização da música, segundo ele, sem qualquer critério de impedimento legal.

Pois bem, acontece que entramos em contato com a prefeitura de Ubá, por meio do Senhor Marcos Roberto, gerente de cultura da Secretaria Municipal de Cultura, que tem a frente da pasta o secretário Paulo Roberto de Faria Silva, que ficaram horrorizados com tamanha falta de ética por parte dos autores da música, pois a mesma foi encomendada e produzida em 2007, a pedido da prefeitura de Ubá, para servir de alusão aos 150 de história do município, além disso, mais de 45 músicos e profissionais, envolvidos em uma mega produção que contou até com um coral de cantores que foram contratados e pagos pela prefeitura de Ubá, para a produção de vídeo clipe e enredo comemorativo exclusivamente para essa finalidade.

Na verdade, segundo o departamento de cultura de Ubá, a canção, a partir da sua criação, passou a ser literalmente um patrimônio cultural da cidade Ubá, cantada diariamente por milhares de moradores, e não poderia jamais ser repassada para qualquer outra finalidade que não fosse a homenagem original para a qual foi criada.

Além da prefeitura, entramos em contato com a Associação Comercial e Industrial de Ubá – ACIUBÁ, para saber se os mesmos também tinham conhecimento dessa cessão de direitos do uso da canção do município mineiro, e a presidente da entidade, Senhora Izabel Vieira, ficou igualmente decepcionada com a “traição” dos músicos ubaenses que ao que tudo indicam terão muito que se explicar para toda população daquele município.

A situação por lá, certamente não vai ficar muito boa pro lado dos autores da obra, mas, por aqui, em Alta Floresta, devemos nos perguntar até onde vai a o respeito e a consideração de um candidato para com seus eleitores, que bem ou mal, foram enganados pela omissão proposital da verdadeira origem da canção que estavam recebendo de “presente de agradecimento”, provavelmente por que achou que ninguém jamais se importaria em descobrir e revelar a verdade.

Resta saber se, burlar os princípios da ética e da moralidade serão uma tônica do governo Robson Silva, caso venha a se eleger a prefeito do município de Alta Floresta, a resposta está nas mãos dos quase 40 mil eleitores do município que darão seu veredito no próximo dia 15 de Novembro nas urnas.

(( O QUE DIZ O CANDIDATO CITADO ))

Entramos em contato com a assessoria direta do candidato Robson Silba, porém, não obtivemos nenhuma resposta até o fechamento da matéria. 

PÁGINA DO CANDIDATO LANÇANDO A MÚSICA:

ASSISTA O VÍDEO ORIGINAL DA CANÇÃO PRODUZIDO EM 2007:

ASSISTA O VÍDEO DA CANÇÃO ALTERADA PARA A CAMPANHA DO CANDIDATO:

ENTREVISTA COM OS AUTORES DA CANÇÃO EM DEZEMBRO DE 2019:

VÍDEO COMEMORATIVO DE 163 ANOS DA CIDADE DE UBÁ, EXIBIDO EM 4 DE JULHO DE 2020:

ATUALIZAÇÃO DA MATÉRIA (11:42)

Após a publicação, a assessoria da campanha do candidato enviou um documento assinado por um dos autores da canção “Cidade Carinho”, como forma de comprovar a cessão do direito de utilização da música, porém, a autorização não visa atender a campanha do candidato, conforme está sendo utilizada, mas, sim de forma genérica, para ser exibida em rádios, tvs e internet.

DOCUMENTO ENVIADO PELA ASSESSORIA DO CANDIDATO ROBSON SILVA:

BRUNO DECLARAÇÃO

Música "presente" de campanha é cópia autorizada de canção de cidade natal de candidato de Alta Floresta

Você votaria em candidato que não teve ética com a própria cidade em que nasceu?

O candidato nunca fez menção de que música era de sua cidade natal

Em tempos de “Fakenews”, é muito importante estarmos atentos para a manipulação de obras originais que muitas vezes tem por objetivo alcançar o bem, mas, nas mãos erradas podem induzir as pessoas a acreditarem que estão comprando gato por lebre.

Você já ouviu falar naquela expressão: “Fazer cortesia com o chapéu dos outros?” ou ainda “Fazer filho na mulher dos outros?”

Pois é, foi isso que o candidato do MDB de Alta Floresta, empresário Robson Silva, que é natural de Ubá-MG, fez já no lançamento oficial de sua campanha para conquistar a vaga da prefeitura municipal.

Em uma postagem de um vídeo clipe oficial da campanha, na página oficial de candidato, no último dia 07 de Outubro (Quarta), com ares de comemoração, o candidato apresentou a população uma canção, sem apresentar a fonte ou os autores, que segundo ele, se tratava de um “presente” para todos alta-florestenses, como forma de agradecimento para a cidade aonde escolheu “morar, educar os filhos e constituir família”.

E ainda pediu aos seus seguidores que comentassem o que acharam da canção, que veio timbrada com o número da CNPJ, o nome da coligação e o slogan da campanha, conforme ordena a legislação eleitoral.

No vídeo, são mostradas ainda, imagens dos principais pontos turísticos do município, escolas, universidades igrejas, bancos, prédios públicos e prédios e marcas de empresas privadas, (não se sabe se, com ou sem, autorização do uso das imagens).

Na letra, repleta de poesia e uma bela e harmoniosa melodia, a canção que diz: “Alta Floresta, Cidade Carinho”, uma expressão sem dúvida “fofa” para se agraciar um município de tantas riquezas e pessoas tão valorosas.

Porém, a questão é, que tudo isso seria uma memorável homenagem a nossa linda cidade e marcaria a história do município pelo resto da vida, se tudo não passasse de uma cópia fiel, porém inglória, de uma canção produzida em 2007, em parceria com a prefeitura do município de Ubá, a 280 km de Belo Horizonte, em Minas Gerais, que teve por propósito comemorar os 150 anos de emancipação política e administrativa daquele município, em 2007, ou seja, há 13 anos atrás.

Na verdade, a cópia da canção, que foi devidamente autorizada pelos seus autores e compositores Bruno Rooke e Bráulio Hilário, segundo Bruno (Rooke) Barletta, e não se sabe a que custo, e teve pouquíssimas alterações estratégicas, aonde foram alterados o nome do município, o números de habitantes e algumas atividades comerciais e econômicas, para fazer casar com a nossa realidade local.

Em conversa com um dos autores, Bruno (Rooke) Barletta, o mesmo confirmou que a canção foi “cedida” ao candidato, após serem procurados por um dos irmãos do candidato, que solicitou a utilização da canção, que ficaria igualmente como tema da cidade de Alta Floresta.

O compositor, não quis esclarecer quanto as condições e se a canção foi negociada com o irmão do candidato, o qual ele disse não se lembrar do nome, mas, que após uma breve “conversação” tudo já estava devidamente autorizado para a utilização da música, segundo ele, sem qualquer critério de impedimento legal.

Pois bem, acontece que entramos em contato com a prefeitura de Ubá, por meio do Senhor Marcos Roberto, gerente de cultura da Secretaria Municipal de Cultura, que tem a frente da pasta o secretário Paulo Roberto de Faria Silva, que ficaram horrorizados com tamanha falta de ética por parte dos autores da música, pois a mesma foi encomendada e produzida em 2007, a pedido da prefeitura de Ubá, para servir de alusão aos 150 de história do município, além disso, mais de 45 músicos e profissionais, envolvidos em uma mega produção que contou até com um coral de cantores que foram contratados e pagos pela prefeitura de Ubá, para a produção de vídeo clipe e enredo comemorativo exclusivamente para essa finalidade.

Na verdade, segundo o departamento de cultura de Ubá, a canção, a partir da sua criação, passou a ser literalmente um patrimônio cultural da cidade Ubá, cantada diariamente por milhares de moradores, e não poderia jamais ser repassada para qualquer outra finalidade que não fosse a homenagem original para a qual foi criada.

Além da prefeitura, entramos em contato com a Associação Comercial e Industrial de Ubá – ACIUBÁ, para saber se os mesmos também tinham conhecimento dessa cessão de direitos do uso da canção do município mineiro, e a presidente da entidade, Senhora Izabel Vieira, ficou igualmente decepcionada com a “traição” dos músicos ubaenses que ao que tudo indicam terão muito que se explicar para toda população daquele município.

A situação por lá, certamente não vai ficar muito boa pro lado dos autores da obra, mas, por aqui, em Alta Floresta, devemos nos perguntar até onde vai a o respeito e a consideração de um candidato para com seus eleitores, que bem ou mal, foram enganados pela omissão proposital da verdadeira origem da canção que estavam recebendo de “presente de agradecimento”, provavelmente por que achou que ninguém jamais se importaria em descobrir e revelar a verdade.

Resta saber se, burlar os princípios da ética e da moralidade serão uma tônica do governo Robson Silva, caso venha a se eleger a prefeito do município de Alta Floresta, a resposta está nas mãos dos quase 40 mil eleitores do município que darão seu veredito no próximo dia 15 de Novembro nas urnas.

(( O QUE DIZ O CANDIDATO CITADO ))

Entramos em contato com a assessoria direta do candidato Robson Silba, porém, não obtivemos nenhuma resposta até o fechamento da matéria. 

PÁGINA DO CANDIDATO LANÇANDO A MÚSICA:

ASSISTA O VÍDEO ORIGINAL DA CANÇÃO PRODUZIDO EM 2007:

ASSISTA O VÍDEO DA CANÇÃO ALTERADA PARA A CAMPANHA DO CANDIDATO:

ENTREVISTA COM OS AUTORES DA CANÇÃO EM DEZEMBRO DE 2019:

VÍDEO COMEMORATIVO DE 163 ANOS DA CIDADE DE UBÁ, EXIBIDO EM 4 DE JULHO DE 2020:

ATUALIZAÇÃO DA MATÉRIA (11:42)

Após a publicação, a assessoria da campanha do candidato enviou um documento assinado por um dos autores da canção “Cidade Carinho”, como forma de comprovar a cessão do direito de utilização da música, porém, a autorização não visa atender a campanha do candidato, conforme está sendo utilizada, mas, sim de forma genérica, para ser exibida em rádios, tvs e internet.

DOCUMENTO ENVIADO PELA ASSESSORIA DO CANDIDATO ROBSON SILVA:

BRUNO DECLARAÇÃO

Música "presente" de campanha é cópia autorizada de canção de cidade natal de candidato de Alta Floresta

Você votaria em candidato que não teve ética com a própria cidade em que nasceu?

O candidato nunca fez menção de que música era de sua cidade natal

Em tempos de “Fakenews”, é muito importante estarmos atentos para a manipulação de obras originais que muitas vezes tem por objetivo alcançar o bem, mas, nas mãos erradas podem induzir as pessoas a acreditarem que estão comprando gato por lebre.

Você já ouviu falar naquela expressão: “Fazer cortesia com o chapéu dos outros?” ou ainda “Fazer filho na mulher dos outros?”

Pois é, foi isso que o candidato do MDB de Alta Floresta, empresário Robson Silva, que é natural de Ubá-MG, fez já no lançamento oficial de sua campanha para conquistar a vaga da prefeitura municipal.

Em uma postagem de um vídeo clipe oficial da campanha, na página oficial de candidato, no último dia 07 de Outubro (Quarta), com ares de comemoração, o candidato apresentou a população uma canção, sem apresentar a fonte ou os autores, que segundo ele, se tratava de um “presente” para todos alta-florestenses, como forma de agradecimento para a cidade aonde escolheu “morar, educar os filhos e constituir família”.

E ainda pediu aos seus seguidores que comentassem o que acharam da canção, que veio timbrada com o número da CNPJ, o nome da coligação e o slogan da campanha, conforme ordena a legislação eleitoral.

No vídeo, são mostradas ainda, imagens dos principais pontos turísticos do município, escolas, universidades igrejas, bancos, prédios públicos e prédios e marcas de empresas privadas, (não se sabe se, com ou sem, autorização do uso das imagens).

Na letra, repleta de poesia e uma bela e harmoniosa melodia, a canção que diz: “Alta Floresta, Cidade Carinho”, uma expressão sem dúvida “fofa” para se agraciar um município de tantas riquezas e pessoas tão valorosas.

Porém, a questão é, que tudo isso seria uma memorável homenagem a nossa linda cidade e marcaria a história do município pelo resto da vida, se tudo não passasse de uma cópia fiel, porém inglória, de uma canção produzida em 2007, em parceria com a prefeitura do município de Ubá, a 280 km de Belo Horizonte, em Minas Gerais, que teve por propósito comemorar os 150 anos de emancipação política e administrativa daquele município, em 2007, ou seja, há 13 anos atrás.

Na verdade, a cópia da canção, que foi devidamente autorizada pelos seus autores e compositores Bruno Rooke e Bráulio Hilário, segundo Bruno (Rooke) Barletta, e não se sabe a que custo, e teve pouquíssimas alterações estratégicas, aonde foram alterados o nome do município, o números de habitantes e algumas atividades comerciais e econômicas, para fazer casar com a nossa realidade local.

Em conversa com um dos autores, Bruno (Rooke) Barletta, o mesmo confirmou que a canção foi “cedida” ao candidato, após serem procurados por um dos irmãos do candidato, que solicitou a utilização da canção, que ficaria igualmente como tema da cidade de Alta Floresta.

O compositor, não quis esclarecer quanto as condições e se a canção foi negociada com o irmão do candidato, o qual ele disse não se lembrar do nome, mas, que após uma breve “conversação” tudo já estava devidamente autorizado para a utilização da música, segundo ele, sem qualquer critério de impedimento legal.

Pois bem, acontece que entramos em contato com a prefeitura de Ubá, por meio do Senhor Marcos Roberto, gerente de cultura da Secretaria Municipal de Cultura, que tem a frente da pasta o secretário Paulo Roberto de Faria Silva, que ficaram horrorizados com tamanha falta de ética por parte dos autores da música, pois a mesma foi encomendada e produzida em 2007, a pedido da prefeitura de Ubá, para servir de alusão aos 150 de história do município, além disso, mais de 45 músicos e profissionais, envolvidos em uma mega produção que contou até com um coral de cantores que foram contratados e pagos pela prefeitura de Ubá, para a produção de vídeo clipe e enredo comemorativo exclusivamente para essa finalidade.

Na verdade, segundo o departamento de cultura de Ubá, a canção, a partir da sua criação, passou a ser literalmente um patrimônio cultural da cidade Ubá, cantada diariamente por milhares de moradores, e não poderia jamais ser repassada para qualquer outra finalidade que não fosse a homenagem original para a qual foi criada.

Além da prefeitura, entramos em contato com a Associação Comercial e Industrial de Ubá – ACIUBÁ, para saber se os mesmos também tinham conhecimento dessa cessão de direitos do uso da canção do município mineiro, e a presidente da entidade, Senhora Izabel Vieira, ficou igualmente decepcionada com a “traição” dos músicos ubaenses que ao que tudo indicam terão muito que se explicar para toda população daquele município.

A situação por lá, certamente não vai ficar muito boa pro lado dos autores da obra, mas, por aqui, em Alta Floresta, devemos nos perguntar até onde vai a o respeito e a consideração de um candidato para com seus eleitores, que bem ou mal, foram enganados pela omissão proposital da verdadeira origem da canção que estavam recebendo de “presente de agradecimento”, provavelmente por que achou que ninguém jamais se importaria em descobrir e revelar a verdade.

Resta saber se, burlar os princípios da ética e da moralidade serão uma tônica do governo Robson Silva, caso venha a se eleger a prefeito do município de Alta Floresta, a resposta está nas mãos dos quase 40 mil eleitores do município que darão seu veredito no próximo dia 15 de Novembro nas urnas.

(( O QUE DIZ O CANDIDATO CITADO ))

Entramos em contato com a assessoria direta do candidato Robson Silba, porém, não obtivemos nenhuma resposta até o fechamento da matéria. 

PÁGINA DO CANDIDATO LANÇANDO A MÚSICA:

ASSISTA O VÍDEO ORIGINAL DA CANÇÃO PRODUZIDO EM 2007:

ASSISTA O VÍDEO DA CANÇÃO ALTERADA PARA A CAMPANHA DO CANDIDATO:

ENTREVISTA COM OS AUTORES DA CANÇÃO EM DEZEMBRO DE 2019:

VÍDEO COMEMORATIVO DE 163 ANOS DA CIDADE DE UBÁ, EXIBIDO EM 4 DE JULHO DE 2020:

ATUALIZAÇÃO DA MATÉRIA (11:42)

Após a publicação, a assessoria da campanha do candidato enviou um documento assinado por um dos autores da canção “Cidade Carinho”, como forma de comprovar a cessão do direito de utilização da música, porém, a autorização não visa atender a campanha do candidato, conforme está sendo utilizada, mas, sim de forma genérica, para ser exibida em rádios, tvs e internet.

DOCUMENTO ENVIADO PELA ASSESSORIA DO CANDIDATO ROBSON SILVA:

BRUNO DECLARAÇÃO

Música "presente" de campanha é cópia autorizada de canção de cidade natal de candidato de Alta Floresta

Você votaria em candidato que não teve ética com a própria cidade em que nasceu?

O candidato nunca fez menção de que música era de sua cidade natal

Em tempos de “Fakenews”, é muito importante estarmos atentos para a manipulação de obras originais que muitas vezes tem por objetivo alcançar o bem, mas, nas mãos erradas podem induzir as pessoas a acreditarem que estão comprando gato por lebre.

Você já ouviu falar naquela expressão: “Fazer cortesia com o chapéu dos outros?” ou ainda “Fazer filho na mulher dos outros?”

Pois é, foi isso que o candidato do MDB de Alta Floresta, empresário Robson Silva, que é natural de Ubá-MG, fez já no lançamento oficial de sua campanha para conquistar a vaga da prefeitura municipal.

Em uma postagem de um vídeo clipe oficial da campanha, na página oficial de candidato, no último dia 07 de Outubro (Quarta), com ares de comemoração, o candidato apresentou a população uma canção, sem apresentar a fonte ou os autores, que segundo ele, se tratava de um “presente” para todos alta-florestenses, como forma de agradecimento para a cidade aonde escolheu “morar, educar os filhos e constituir família”.

E ainda pediu aos seus seguidores que comentassem o que acharam da canção, que veio timbrada com o número da CNPJ, o nome da coligação e o slogan da campanha, conforme ordena a legislação eleitoral.

No vídeo, são mostradas ainda, imagens dos principais pontos turísticos do município, escolas, universidades igrejas, bancos, prédios públicos e prédios e marcas de empresas privadas, (não se sabe se, com ou sem, autorização do uso das imagens).

Na letra, repleta de poesia e uma bela e harmoniosa melodia, a canção que diz: “Alta Floresta, Cidade Carinho”, uma expressão sem dúvida “fofa” para se agraciar um município de tantas riquezas e pessoas tão valorosas.

Porém, a questão é, que tudo isso seria uma memorável homenagem a nossa linda cidade e marcaria a história do município pelo resto da vida, se tudo não passasse de uma cópia fiel, porém inglória, de uma canção produzida em 2007, em parceria com a prefeitura do município de Ubá, a 280 km de Belo Horizonte, em Minas Gerais, que teve por propósito comemorar os 150 anos de emancipação política e administrativa daquele município, em 2007, ou seja, há 13 anos atrás.

Na verdade, a cópia da canção, que foi devidamente autorizada pelos seus autores e compositores Bruno Rooke e Bráulio Hilário, segundo Bruno (Rooke) Barletta, e não se sabe a que custo, e teve pouquíssimas alterações estratégicas, aonde foram alterados o nome do município, o números de habitantes e algumas atividades comerciais e econômicas, para fazer casar com a nossa realidade local.

Em conversa com um dos autores, Bruno (Rooke) Barletta, o mesmo confirmou que a canção foi “cedida” ao candidato, após serem procurados por um dos irmãos do candidato, que solicitou a utilização da canção, que ficaria igualmente como tema da cidade de Alta Floresta.

O compositor, não quis esclarecer quanto as condições e se a canção foi negociada com o irmão do candidato, o qual ele disse não se lembrar do nome, mas, que após uma breve “conversação” tudo já estava devidamente autorizado para a utilização da música, segundo ele, sem qualquer critério de impedimento legal.

Pois bem, acontece que entramos em contato com a prefeitura de Ubá, por meio do Senhor Marcos Roberto, gerente de cultura da Secretaria Municipal de Cultura, que tem a frente da pasta o secretário Paulo Roberto de Faria Silva, que ficaram horrorizados com tamanha falta de ética por parte dos autores da música, pois a mesma foi encomendada e produzida em 2007, a pedido da prefeitura de Ubá, para servir de alusão aos 150 de história do município, além disso, mais de 45 músicos e profissionais, envolvidos em uma mega produção que contou até com um coral de cantores que foram contratados e pagos pela prefeitura de Ubá, para a produção de vídeo clipe e enredo comemorativo exclusivamente para essa finalidade.

Na verdade, segundo o departamento de cultura de Ubá, a canção, a partir da sua criação, passou a ser literalmente um patrimônio cultural da cidade Ubá, cantada diariamente por milhares de moradores, e não poderia jamais ser repassada para qualquer outra finalidade que não fosse a homenagem original para a qual foi criada.

Além da prefeitura, entramos em contato com a Associação Comercial e Industrial de Ubá – ACIUBÁ, para saber se os mesmos também tinham conhecimento dessa cessão de direitos do uso da canção do município mineiro, e a presidente da entidade, Senhora Izabel Vieira, ficou igualmente decepcionada com a “traição” dos músicos ubaenses que ao que tudo indicam terão muito que se explicar para toda população daquele município.

A situação por lá, certamente não vai ficar muito boa pro lado dos autores da obra, mas, por aqui, em Alta Floresta, devemos nos perguntar até onde vai a o respeito e a consideração de um candidato para com seus eleitores, que bem ou mal, foram enganados pela omissão proposital da verdadeira origem da canção que estavam recebendo de “presente de agradecimento”, provavelmente por que achou que ninguém jamais se importaria em descobrir e revelar a verdade.

Resta saber se, burlar os princípios da ética e da moralidade serão uma tônica do governo Robson Silva, caso venha a se eleger a prefeito do município de Alta Floresta, a resposta está nas mãos dos quase 40 mil eleitores do município que darão seu veredito no próximo dia 15 de Novembro nas urnas.

(( O QUE DIZ O CANDIDATO CITADO ))

Entramos em contato com a assessoria direta do candidato Robson Silba, porém, não obtivemos nenhuma resposta até o fechamento da matéria. 

PÁGINA DO CANDIDATO LANÇANDO A MÚSICA:

ASSISTA O VÍDEO ORIGINAL DA CANÇÃO PRODUZIDO EM 2007:

ASSISTA O VÍDEO DA CANÇÃO ALTERADA PARA A CAMPANHA DO CANDIDATO:

ENTREVISTA COM OS AUTORES DA CANÇÃO EM DEZEMBRO DE 2019:

VÍDEO COMEMORATIVO DE 163 ANOS DA CIDADE DE UBÁ, EXIBIDO EM 4 DE JULHO DE 2020:

ATUALIZAÇÃO DA MATÉRIA (11:42)

Após a publicação, a assessoria da campanha do candidato enviou um documento assinado por um dos autores da canção “Cidade Carinho”, como forma de comprovar a cessão do direito de utilização da música, porém, a autorização não visa atender a campanha do candidato, conforme está sendo utilizada, mas, sim de forma genérica, para ser exibida em rádios, tvs e internet.

DOCUMENTO ENVIADO PELA ASSESSORIA DO CANDIDATO ROBSON SILVA:

BRUNO DECLARAÇÃO