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sábado, 19 de dezembro de 2009

Durval teria entregue R$ 3 milhões a Arruda

Homem-bomba do escândalo da Operação Caixa de Pandora, o ex-secretario de Relações Institucionais do Distrito Federal Durval Barbosa prestou novo depoimento ao Ministério Público Federal onde explicou como funcionava o suposto esquema de propina no governo José Roberto Arruda. Segundo Durval, Arruda queria receber “R$ 4 milhões do setor de informática”, já no primeiro ano de governo. Achando a quantia “extorsiva”, Durval teria convencido o governador a receber menos, “somente R$ 3 milhões”. Segundo o iG, O pagamento da propina teria sido feito em dinheiro, em três parcelas entregues ao ex-auxiliar de Arruda José Humberto Pires.

Barbosa afirmou ao Ministério Público Federal que o esquema de arrecadação teria começado a funcionar em janeiro de 2007, logo que Arruda tomou posse.

Durval também contou ao MP que depois de um tempo de governo o governador Arruda teria nomeado o ex-chefe da Casa Civil José Geraldo Maciel como o responsável de distribuir dinheiro aos parlamentares distritais da base aliada do GDF.
Paulo Octávio teria recebido R$ 200 mil

No quarto volume do inquérito que apura o escândalo do "Panetonegate" no governo do DF, o qual o iG divulgou na noite de ontem, o homem-bomba Durval Barbosa revela ter entregue R$ 200 mil ao vice-governador Paulo Octávio (DEM), no Hotel Kubitschek Plaza, em Brasília, há um ano e meio. A grana seria referente a contratos com empresas de informática. Mas, ao contrário de outras acusações no escândalo, gravadas em video, Barbosa não tem gravações de PO recebendo a propina.

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