
Barbosa afirmou ao Ministério Público Federal que o esquema de arrecadação teria começado a funcionar em janeiro de 2007, logo que Arruda tomou posse.
Durval também contou ao MP que depois de um tempo de governo o governador Arruda teria nomeado o ex-chefe da Casa Civil José Geraldo Maciel como o responsável de distribuir dinheiro aos parlamentares distritais da base aliada do GDF.
Paulo Octávio teria recebido R$ 200 mil
No quarto volume do inquérito que apura o escândalo do "Panetonegate" no governo do DF, o qual o iG divulgou na noite de ontem, o homem-bomba Durval Barbosa revela ter entregue R$ 200 mil ao vice-governador Paulo Octávio (DEM), no Hotel Kubitschek Plaza, em Brasília, há um ano e meio. A grana seria referente a contratos com empresas de informática. Mas, ao contrário de outras acusações no escândalo, gravadas em video, Barbosa não tem gravações de PO recebendo a propina.
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