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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Ganhou mas não levou...


Apesar da determinaçãoe expressa da Caixa Econômica Federal em não autorizar mais a prática de bolões entre os apostadores das casas lotéricas, em Porto Velho a medida não foi nem sequer considerada.

Em defesa as suas desobediências funcionais, alguns agentes lotéricos tem afirmado a população que na verdade a Caixa sempre soube da existência de bolões e por isso mesmo sempre foi a maior beneficiada, pois o impacto no aumento do número de apostas é considerável.

Durante todo o dia, nesta quarta (24/02), o movimento nas casas lotéricvas caiu assombrosamente, mesmo com a promessa de um prêmio de R$ 61 milhões de reais, milhares de apostadores deixaram de comparecer aos guichês de apostas, que tinham em suas filas no máximo 3 pessoas.

Após a reportagem sobre o grupo de 40 pessoas de Novo Hamburgo, região metropolitana de Porto Alegre, que pagaram R$ 11,00 por cabeça por um bolão para concorrer a última premiação do dia 20/02, no valor de R$ 53 milhões, mas, quando foram exigir da casa lotérica o bilhete premiado, nem o bilhete e muito menos o bolão haviam sidos autenticados.

Resta agora aguardar o desenrolar desta história para ver até onde a justiça poderá responsabilizar a Caixa Econômica Federal pela conivência declarada na prática da venda de bolões de loterias.

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