População sofre com a falta de medicamento nos hospitais públicos de Rondônia.
Segundo Dr. Rodrigo, o governo anterior deixou as unidades de saúde sem medicamentos básicos para atender a demanda de pacientes.
Remédios dos grupos de antibióticos, antiinflamatórios, entre outros não são encontrados na rede pública.
Contratos de compra de medicação não foram renovados e os estoques se esgotaram antes mesmo do fim do governo de João Cahulla. 'É uma situação de caos nos hospitais da capital', afirma.
De acordo com levantamento do SIMERO o Governador Confúcio Moura terá que realizar licitações emergenciais suprindo a falta de medicação e de materiais utilizados no atendimento de pacientes, como luvas e seringas descartáveis.
Outra herança deixada pela administração anterior no Estado é a falta de estrutura mínima para o médico desenvolver seu trabalho e proporcionar um atendimento de qualidade a população.
Para Rodrigo, consultórios apertados, equipamentos ultrapassados e falta de medicação adequada limita o trabalho do profissional de medicina.
'Os médicos enfrentam grande dificuldade nas unidades de saúde quando se deparam com essa deficiência do setor de saúde pública'.
O Sindicato Médico lamenta profundamente a atitude da antiga administração em permitir que a saúde pública se tornasse um caos como se encontra atualmente.
Obras estruturantes e prédios são importantes mas é necessário manter os serviços básicos e dar condições dignas de trabalho aos profissionais da área médica.
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