Chefe de gabinete de Marcos Feliciano teria pago R$ 50 mil à emissário de Patrícia, que pediu, "mata ele por favor"
O caso envolvendo o pastor e deputado federal Marcos Feliciano e a jornalista Patrícia Lelis são culpados por crimes, ele por assédio e tentativa de estupro em um imóvel funcional e ela por extorsão. Em um ´vídeo divulgado pelo jornalista Fausto Macedo, do Estadão, aparecem Patrícia e o chefe de gabinete, Talma Bauer em um hotel em São Paulo tratando do pagamento da chantagem que estava sendo feita pela jornalista.
O vídeo foi gravado no último dia 30 pelo assessor do PRB, Emerson Biazon, que confirma a negociação pelo silêncio de Patrícia. Nele é exibida uma conversa entre os três no hall do hotel onde Patrícia estava hospedada, na qual acertam de que forma ela receberia R$ 50 mil do assessor de Feliciano.
O valor teria sido entregue por Bauer a um homem chamado Arthur Mangabeira mas, segundo Biazon, o intermediário não repassou o dinheiro a Patrícia.
Em determinado momento, Patrícia pergunta a Bauer se ele iria conversar com Arthur e ‘dar uns tapas nele’. Bauer responde que entregou R$ 50 mil a Arthur. Patrícia se surpreende. “Cinquenta mil? Ele me falou que você deu dez. Vou ligar para ele agora”, responde a jornalista.
O assessor de Feliciano diz que o acerto era de R$ 80 mil, mas Arthur o havia pressionado a receber R$ 50 mil de imediato. Patrícia, então, pede a Bauer que pressione Artur e chega a sugerir a morte dele. “Por que você não mata ele, Bauer? Por favor”, diz. “Quero sua palavra que você vai fazer alguma coisa com ele. Quero que alguma coisa aconteça com ele”, completa.
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