Dezenas de familiares se deslocaram a frente do do presídio ênio Pinheiro, também conhecido como Colônia Penal, para acompanhar o desfecho da rebelião que se iniciou no início da noite desta segunda feira (01/08), em Porto Velho.
Segundo eles, a rebelião se deu pelo fato de que algumas arbitrariedades estariam sendo aplicadas contra os detentos como forma de "castigo", por parte do diretor do presídio, que estaria se negando a fornecer a água do banho e até mesmo para o consumos dos presos.
Além disso, os parentes tammbém denunciam que estaria havendo um certo racionamento da comida consumida pelos presos que só estariam recebendo o almoço das 11:00hs, e depois ficando sem mais alimentação durante o restante do dia.
Para efeito de protesto, diversos parentes fizeram protestos contra o diretor do presídio, afirmando que ele não teria "competência" suficiente para administrar a instituição, e que por isso a situação estaria fugindo do controle do mesmo.
Diversas palavras de ordem foram pronunciadas contra a administração do presídio e até mesmo contra o governador, pelos parentes que também clamavam a todo momento pela presença do Direitos Humanos, como agente negociador das providências que estariam sendo tomadas contra ou a favor dos presos.
Por razões ainda não divulgadas, alguns presos foram retirados do presídio e conduzidos em viaturas da PM para lugar ainda ignorado.
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