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domingo, 16 de dezembro de 2012

Google caminha para o conhecimento pleno, e quem tem o conhecimento tem o Poder.

Danny Bueno

Num futuro não tão remoto assim, a mais conhecida ferramenta de busca do planeta, o Todo Poderoso Google, que já se tornou o Oráculo dos sonhos de todo cientista maluco, poderá ser quisito “status quo” de formação acadêmica para todas as universidades da terra.

Como todos sabem, os inventores do site queriam apenas oferecer uma ferramenta que atendesse as necessidades mais básicas de informação, mas, acabou transformando a forma mais democrática de pensar o mundo e distribuir informações sem as restrições contidas anteriormente nas infundadas e inacessíveis bibliotecas e universidades a que poucos mortais teriam um dia a chance de adentrar.

Quem, hoje em dia, que pode acessar a internet no trabalho, em casa ou nas escolas que não se utiliza pelos menos uma vez ao dia as insubistituíveis informações do Google, alguns até chegam a chamá-lo de pai dos burros, exageros a parte, para a grande maioria, é justamente isso que ele é.

Quem seria louco de discordar que o Google hoje retém mais informações do que todas as universidades e intituições de ensinos da face da terra juntas? Por tanto, ninguém melhor do que o Google para formar e aperfeiçoar o conehcimento de qualquer ser humano inspirado em aprender por conta própria.

Eu sinceramente vejo com muita clareza e positividade as “pretensões” dos criadores que quando confirmaram a ilimitada dimensão do que pode se tornar o Google para o mundo, tem aperfeiçoado assustadoramente cada vez mais a ferramente que hoje consegue trazer com exatidão quase absoulta o conteúdo e os elementos do mundo real, elimanando anos de pesquisas que seriam necessários para encontrar a informação procurada.

A mais recente inovação da empresa, que hoje já figura entre as dez mais bilionárias do planeta, é o Gráfico de Conhecimento, que deduz com precisão aquilo que você escreveu e organiza a informação de tal modo que você consegue avançar horas de estudos em apenas alguns minutos, depois é só imprimir e comemorar.

Esse assim chamado também de “Painel de Conhecimento”, pelos desenvolvedores, envolve uma coleta de infirmações sobre “objetos” do mundo real, esses objetos podem ser, pessoas, filmes, livros,lugares, datas e eventos, recheados de dados relevantes, além das espectativas dos pesquisadores.

Com certeza, trata-se de um potente acelerador do processo de pesquisa que combina todas as informações consideradas úteis pelos usuários agragando toda sabedoria humana coletiva que passa pelos bancos de dados do Google.

Uauh !!! Você já poderia se dar por satisfeito com isso não é, mas, o Goggle quer muito mais e pretende mesmo é acumular todo conhecimento adquirido em milênios e subdividí-los em tópicos que ajudarão mais amplamente a busca pelo conhecimento dos usuários, ou seja, hoje em dia só é burro quem quer ou não tem acesso a internet.

Com despedaçar desse paradigma, surge a grande pergunta que não vai se calar pelas próximas décadas: Qual vai ser a real função das universidades? Ao que tudo indica, avaliar aquilo que foi aprendido no Google e referendar qualquer prova aplicada, vale dizer que aqueles que não estudarem não conseguirão obter as pontuações para a provação, é obviu.

Resta saber se essa falência das intituições de ensino não provocará uma retaliação política ou econômica mundial contra aquele que se pode intitular o Oráculo da Nova Era, sinceramente, espero que não, seria um retrocesso injustificável na conquista do conhecimento pleno, a tantos séculos retido nas mãos de poucas famílias e reinos que se aproveitam da ignorância alheia, aliados a fome a miséria para dominar o planeta terra que finalmente vislumbra sua liberdade intelectual através de cinco letrinhas que ninguém sabe bem o que significam: G.o.o.g.l.e.

ARRISCANDO:

(Bem que poderia realmente representar a onomatopéia do ato de beber água, analogamente significando poço de saber, pois muitas vezes, através do Google, conseguimos matar nossa curiosidade sobre algum assunto, matando nossa sêde de saber.
Mas, na verdade, o nome Google foi escolhido por causa da expressão "googol", que representa o número 1 seguido de 100 zeros, para demonstrar assim a imensidão da Web.
A expressão "googol" surgiu de um fato um tanto curioso, o matemático Edward Kasner questionou o seu sobrinho de 8 anos sobre a forma como ele descreveria um número grande - um número realmente grande: o maior número que ele imaginasse. O pequeno Milton Sirotta emitiu um som de resposta que Kasner traduziu por "googol". Segundo o documentário do Biography Channel sobre os criadores do Google, quando o primeiro investidor da empresa passou um cheque de 100 mil dólares perguntou a que ordem o devia passar. Brin e Page disseram que estavam a pensar dar o nome de "Googol" à empresa, mas o empresário, possivelmente por ignorância, escreveu "Google", obrigando, assim, a que a empresa tivesse este nome.)

SEGUE ABAIXO O VÍDEO DE LANÇAMENTO DO “PAINEL DE CONHECIMENTO” OU  “GRÁFICO DO CONHECIMENTO” COMO PREFEREM CHAMAR OS CRIADORES DO GOOGLE:

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ESTOU EM PAZ, E VOCÊ ?

Um Diploma ou um Sacerdócio?

Que respostas podemos dar à indagação sobre os motivos de se exigir que o profissional de Jornalismo seja formado por uma faculdade?

Digamos, desde logo, que a faculdade não vai "fazer" um jornalista. Ela não lhe dá técnica se não houver aptidão, que denominamos de vocação.

A questão é mais séria e mais conseqüente. A faculdade, além das técnicas de trabalho, permite ao aluno a experiência de uma reflexão teórica e, principalmente, ética.

Não achamos absurdo que um médico deva fazer uma faculdade. É que vamos a ele entregar o nosso corpo, se necessário, para que ele corte, interfira dentro de seu funcionamento, etc.

Contudo, por vezes discutimos se existe necessidade de faculdade para a formação do jornalista, e nos esquecemos que ele faz uma intervenção muito mais radical sobre a comunidade, porque ele interfere, com seus artigos, suas informações e suas opiniões, diretamente dentro de nosso cérebro.

Acho que, pelo aspecto de cotidianidade que assumiu o Jornalismo, a maioria das pessoas esquece que o Jornalismo não é uma prática natural.

O Jornalismo é uma prática cultural, que não reflete a realidade, mas cria realidades, as chamadas representações sociais que interferem diretamente na formulação de nossas imagens sobre a realidade, em nossos valores, em nossos costumes e nossos hábitos, em nossa maneira de ver o mundo e de nos relacionar com os demais.

A função do Jornalismo, assim, é, socialmente, uma função extremamente importante e, dada a sua cotidianidade, até mais importante que a da medicina, pois, se não estamos doentes, em geral não temos necessidade de um médico, mas nossa necessidade de Jornalismo é constante, faz parte de nossas ações mais simples e, ao mesmo tempo mais decisivas, precisamos conhecer o que pensam e fazem nossos governantes, para podermos decidir sobre as atividades de nossa empresa; ou devemos buscar no Jornalismo a informação a respeito do comportamento do tempo, nas próximas horas, para decidirmos como sair de casa, quando plantar, ou se manter determinada programação festiva.

Buscamos o Jornalismo para consultar sobre uma sessão de cinema, sobre farmácias abertas em um feriadão, mas também para conhecermos a opinião de determinadas lideranças públicas a respeito de determinado tema, etc.

Tudo isso envolve a tecnologia e a técnica, o nível das aptidões, capacidades e domínio de rotinas de produção de um resultado final, que é a notícia.

Mas há coisas mais importantes: um bom jornalista precisa ter uma ampla visão de mundo, um conjunto imenso de informações, uma determinada sensibilidade para os acontecimentos e, sobretudo, o sentimento de responsabilidade diante da tarefa que realiza, diretamente dirigida aos outros, mais do que a si mesmo.

Quando discuto com meus colegas a respeito da responsabilidade que eu, como profissional tenho, com minha formação, resumo tudo dizendo: não quero depender de um colega de profissão, "transformado" em "jornalista profissional", que eventualmente eu não tenha preparado corretamente para a sua função.

A faculdade nos ajuda, justamente, a capacitar o profissional quanto às conseqüências de suas ações.

Mais que isso, dá ao jornalista, a responsabilidade de sua profissionalização, o que o leva a melhor compreender o sentido da tarefa social que realiza e, por isso mesmo, desenvolver não apenas um espírito de corpo, traduzido na associação, genericamente falando, e na sindicalização, mais especificamente, mas um sentimento de co-participação social, tarefa política (não partidária) das mais significativas.

Faça-se uma pergunta aos juízes do STF a quem compete agora julgar a questão, mais uma vez, questão que não deveria nem mais estar em discussão: eles gostariam, de ser mal informados?

Eles gostariam de não ter acesso a um conjunto de informações que, muitas vezes, são por eles buscadas até mesmo para bem decidirem sobre uma causa que lhes é apresentada através dos autos de um processo?

E eles gostariam de consultar uma fonte, sempre desconfiando dela?

Porque a responsabilidade do jornalista reside neste tensionamento que caracteriza o Jornalismo contemporâneo de nossa sociedade capitalista: transformada em objeto de consumo, traduzido enquanto um produto que é vendido, comercializado e industrializado, a notícia está muito mais dependente da responsabilidade do profissional da informação, que é o jornalista, do que da própria empresa jornalística que tem, nela, a necessidade do lucro.

Assim sendo, é da consciência aprofundada e conscientizada do jornalista quanto a seu trabalho, que depende a boa informação.

E tal posicionamento só se adquire nos bancos escolares, no debate aberto, no confronto de idéias, no debate sério e conseqüente que se desenvolve na faculdade.

Eis, em rápidos traços, alguns dos motivos pelos quais é fundamental que se continue a exigir a formação acadêmica para o jornalista profissional.

A academia não vai fazer um jornalista, mas vai, certamente, diminuir significativamente, a existência de maus profissionais que transformam a informação, traduzida na notícia, em simples mercadoria.

Danny Bueno
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